Brasília, 10 de março de 2010.
Pesquisar:

23/07/2007 11:53:55
Facilidade?

Não gosto de dívidas, mas, depois de estudar um pouco, reconheço que elas são uma forma de crescimento das empresas e, se escolhidas com muito critério e muito bem administradas - ou seja, pagas em dia, são um fator de crescimento e melhora da qualidade de vida.

O crédito consignado foi uma inovação. Muitos aposentados passaram a consumir mais. Mas muitos botaram o pé no barro.

Pelo menos tem juros mais baixo, mas ainda altos.

 

16:10  -  12/07/2007 O Estado de São Paulo

CONSIGNADO: Mais de 8 milhões de aposentados e pensionistas já recorreram ao empréstimo com desconto em folha

Volume total de crédito chega a R$ 25,4 bilhões

Da Redação (Brasília) – O acumulado de operações de empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é de 18.990.861 de maio de 2004 até junho este ano. O número de pessoas que recorreram aos empréstimos neste período é de 8.089.890 e o total de recursos liberados foi de R$ 25.488.578.319,39. Só no mês de junho foram registradas 849.993 operações, e emprestados R$ 876.398.829,75.

Como um beneficiário pode obter diversos empréstimos, respeitando-se o limite de endividamento de 30% do valor do benefício, o número de operações é significativamente maior do que o número de pessoas que recorreram ao consignado -(confira as planilhas).

Do total de empréstimos acumulado, ainda estão ativas 12.534.898 operações, o que corresponde a R$ 20.110.120.363,32. O total de empréstimos quitados é de 4.634.924 (R$ 1.672.510.029,44). Já o de cancelados, aqueles excluídos do sistema antes de ser feito o pagamento da primeira parcela – o que é comandado pelos bancos – é de 464.079 (R$ 510.846.437,98); e o de liquidados - excluídos do sistema após o pagamento da primeira parcela, o que pode ocorrer quando o segurado decide fazer um novo empréstimo antes de encerrar o primeiro -, é de 1.356.960 (R$ 3.195.101.488,15).

Juros – Atualmente, o teto da taxa de juros para o empréstimo com desconto em folha na rede bancária estipulada pelo Conselho Nacional da Previdência Social é de 2,64% ao mês, ou 36,66% ao ano. O teto anterior era de 2,72%. O teto dos juros do empréstimo consignado acompanha a redução da taxa básica de juros (Selic), determinada pelo Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central, que passou de 13% para 12% ao ano, entre fevereiro de 2007 e o último dia 6 de junho.

Em abril de 2006, a maior taxa praticada pelos bancos era de 4,5%, para o período de 15 meses. Em maio, as maiores taxas continuavam a superar, em muitos casos, o patamar de 4% ao mês. A partir de junho de 2006, com a instituição do limite máximo para as taxas de juros praticadas pelos bancos nas operações de crédito consignado, as maiores taxas passaram a ser iguais ao valor do teto estipulado.

Na primeira vez que a Previdência Social limitou a taxa de juros o teto foi fixado em 2,9% ao mês. A partir de 28 de julho de 2006, com a queda de 0,5% na taxa Selic, o teto da taxa de juros passou para 2,86% ao mês. A taxa permaneceu neste patamar até 25 de outubro do mesmo ano, quando o valor máximo de taxas de juros caiu para 2,78%. Em 2 de março de 2007, o percentual máximo a ser aplicado aos empréstimos foi para 2,72%.

Histórico - As operações de empréstimo consignado a aposentados e pensionistas do INSS começaram a ser realizadas em maio de 2004, época em que era cobrada uma Taxa de Abertura de Crédito (TAC) para realizar a operação. Em 15 de maio de 2006, o INSS publicou a Instrução Normativa nº 5, proibindo a cobrança da TAC, bem como de demais taxas administrativas sobre as operações de empréstimos, financiamentos e arrendamento mercantil, de forma que a taxa de juros passasse a expressar o custo efetivo do empréstimo. A proibição permanece até hoje. (ACS/MPS)



Publicada por:

03/07/2007 23:42:53
Desse jeito fica fácil!

Os trabalhadores parecem estar poupando o suficiente para uma aposentadoria segura. E mais, os aposentados estão comendo menos fora de casa, mas continuam jogando golfe com a mesma freqüência.

A vida de quem trabalhou a vida inteira para uma velhice tranqüila está muito boa, mas é claro que não por aqui.

As constatações são do professor Erik Hurst, da Universidade de Chicago, e dizem respeito aos aposentados de agora e do futuro dos Estados Unidos. A Universidade Wharton, uma conceituada instituição de ensino superior americana reuniu pesquisadores de vários cantos do país no Congresso de Impacto da Wharton, para discutir o tema O dinheiro da aposentadoria: como posicionar, investir e gastar seus ativos.

Os estudiosos do retirement têm um campo de estudos enorme e instigante: os chamados baby boomers, a geração que nasceu na explosão demográfica do pós-II Guerra. Eles foram os rebeldes que estavam na faixa dos 20 anos na década de 60 e protestaram contra as guerras, viveram como hippies, fizeram a revolução sexual e o rock’n roll e viraram o mundo de cabeça pra baixo. Depois, ganharam muita grana com o desenvolvimento do mercado financeiro. Agora, todos querem saber como se comportarão na velhice.

Com certeza vão se divertir bem mais do que os próprios pais e avós.

Confira a matéria completa aqui.



Publicada por:

02/07/2007 23:55:00
Vai pagar ou não?

Já ouvi muitas histórias de agiotas baterem a porta dos seus devedores de maneira tão gentil e elegante como o sujeito aí ao lado.(Justiça seja feita, a foto é do ator Clint Eastwood, sempre genial, aqui no papel do lendário Dirty Harry.)

Se você está com o pé no barro, melhor ler o Blog do Devedor antes de chegar nesta situação.

O autor, o contador e auditor Rui Bezerra, acende várias luzes para quem está fugindo dos credores sem nsaber pra que lado correr. E ainda por cima sem tratar o devedor como coitadinho, pelo contrário, ele até se permite uma dose de bom humor que fica longe de ridicularizar quem está com o nome sujo na praça. Vale a pena bisbilhotar inclusive os posts mais antigos.

Entre outras dicas ele diz que "para que você economize R$ 1.000,00 em despesas mensais, basta que você economize 100 vezes R$ 10,00" e aconselha anota tudo que se gasta. "Já fiz isto e fiquei impressionado com a rapidez que as pequenas compras dilaceram sua grana", acrescenta.

Se você se encaixar na citação abaixo, não deixe de visitar o blog:

"Quando não nos programamos para comprar aquela roupa maravilhosa, o carro da moda, ou ainda não conseguimos deixar de aproveitar uma liquidação, é um sintoma claro de que em algum momento vamos ficar enrolados."

Fui lá só para trazer as dicas aqui pra vocês. O máximo que devo é o IPVA e o licenciamento do carro, que esqueci de pagar na semana passada.



Publicada por: