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MINUTO DA SAÚDE: Saiba como se prevenir da tricomoníase, doença que infecta 156 milhões de pessoas por ano

Em todo o mundo, 156 milhões de novos casos de tricomoníase são registrados a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a OMS.

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Em todo o mundo, 156 milhões de novos casos de tricomoníase são registrados a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a OMS. A Infecção Sexualmente Transmissível é causada por um protozoário e, apesar de também atacar homens, causa mais sequelas na população feminina. Uma em cada cinco mulheres desenvolve a infecção em algum momento durante a idade fértil. A coordenadora de IST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado e Saúde de Minas Gerais, Mayara Almeida, explica mais sobre o assunto.

“A Tricomoníase é uma Infecção Sexualmente Transmissível que vai afetar principalmente a vagina, no caso das mulheres, e o trato genital, no caso dos homens”

Após o contágio, a infecção pode ficar adormecida. Os primeiros sinais se manifestam entre cinco e 28 dias. A infecção ataca, principalmente, a vagina e a uretra, nas mulheres. Os sintomas mais comuns são corrimento com cheiros desagradáveis, sangramentos vaginais, coceiras na região e dores ao urinar. Os homens também podem apresentar corrimentos e ardência ao urinar e ejacular, mas, geralmente, não apresentam sintomas.

Na presença de qualquer sinal ou sintoma da tricomoníase, é recomendado procurar a unidade básica de saúde mais próxima para o diagnóstico correto e a indicação do tratamento adequado. Durante o processo, é importante que o paciente não tenha relações sexuais.
A tricomoníase é transmitida por meio do sexo, seja oral, anal ou vaginal, sem o uso de preservativo. Artur Kalichman, médico sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids de São Paulo, explica que as camisinhas, masculina e feminina, ainda são o meio mais simples e prático de se proteger.

“A camisinha é a melhor estratégia que tem porque ela protege praticamente de todas as ISTs, adiciona uma proteção enorme para as pessoas e protege da gravidez também, não tem efeito colateral.Você pode ter camisinha no ponto de ônibus, não precisa de médico, não precisa de serviço de saúde, não precisa de nada. Ou seja, é um insumo que uma vez que a pessoa se aproprie dele, ela, autonomamente pode estar indo lá e estar usando o tempo todo”.

Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja da tricomoníase e de outras ISTs, como HIV e hepatites. Para mais informações, acesse saude.gov.br/ist.

Agência do Rádio



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LOC.: Em todo o mundo, 156 milhões de novos casos de tricomoníase são registrados a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a OMS. A Infecção Sexualmente Transmissível é causada por um protozoário e, apesar de também atacar homens, causa mais sequelas na população feminina. Uma em cada cinco mulheres desenvolve a infecção em algum momento durante a idade fértil. A coordenadora de IST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado e Saúde de Minas Gerais, Mayara Almeida, explica mais sobre o assunto.

TEC./SONORA: Mayara Almeida, coordenadora de IST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado e Saúde de Minas Gerais.
 

“A Tricomoníase é uma Infecção Sexualmente Transmissível que vai afetar principalmente a vagina, no caso das mulheres, e o trato genital, no caso dos homens”

Após o contágio, a infecção pode ficar adormecida. Os primeiros sinais se manifestam entre cinco e 28 dias. A infecção ataca, principalmente, a vagina e a uretra, nas mulheres. Os sintomas mais comuns são corrimento com cheiros desagradáveis, sangramentos vaginais, coceiras na região e dores ao urinar. Os homens também podem apresentar corrimentos e ardência ao urinar e ejacular, mas, geralmente, não apresentam sintomas.

Na presença de qualquer sinal ou sintoma da tricomoníase, é recomendado procurar a unidade básica de saúde mais próxima para o diagnóstico correto e a indicação do tratamento adequado. Durante o processo, é importante que o paciente não tenha relações sexuais.
A tricomoníase é transmitida por meio do sexo, seja oral, anal ou vaginal, sem o uso de preservativo. Artur Kalichman, médico sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids de São Paulo, explica que as camisinhas, masculina e feminina, ainda são o meio mais simples e prático de se proteger.

TEC.: Sonora Artur Kalichman

“A camisinha é a melhor estratégia que tem porque ela protege praticamente de todas as ISTs, adiciona uma proteção enorme para as pessoas e protege da gravidez também, não tem efeito colateral.Você pode ter camisinha no ponto de ônibus, não precisa de médico, não precisa de serviço de saúde, não precisa de nada. Ou seja, é um insumo que uma vez que a pessoa se aproprie dele, ela, autonomamente pode estar indo lá e estar usando o tempo todo”.

Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja da tricomoníase e de outras ISTs, como HIV e hepatites. Para mais informações, acesse saude.gov.br/ist.