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#13 A revolução da comunicação e a propaganda do governo

Episódio 13 do podcast Ilha de Vera Cruz debate a revolução da comunicação e como o governo se adapta a tudo isso

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Arte: Sabrine Cruz

Qual o poder de influência da propaganda sobre a mente das pessoas? Como governos podem utilizar a publicidade para motivar, persuadir, e, até mesmo, controlar a população?

A propaganda é e sempre foi uma das principais armas utilizadas por políticos e governantes para manter a própria popularidade diante da opinião pública. O marketing, pelo menos desde o início do século XX, tem sido utilizado como o método mais eficaz para o controle de uma narrativa política.

Exemplos não faltam. Eles vão desde Adolf Hitler, com Joseph Goebbels, em seu ministério da propaganda, da Alemanha Nazista, passando por regimes como os de Mussolini, na Itália Fascista, e dos líderes comunistas, Lenin e Stalin, da União Soviética.

No Brasil, a lista também é extensa. Tivemos o DIP, o Departamento de Imprensa e Propaganda, no governo Getúlio Vargas, as propagandas nacionalistas, no regime militar, e assim por diante.

Mas a publicidade estatal não serve apenas para o mal. Também existe o outro lado. O governo precisa, sim, utilizar a comunicação para divulgar ações de políticas públicas, como campanhas de saúde, segurança e educação. Mas não apenas isso. O governo deve prestar contas ao cidadão. É através da comunicação que os governantes informam quais ações estão sendo desenvolvidas, quais obras estão em andamento, entre outras coisas.

Mas hoje, em um mundo cada vez mais segmentado, onde os veículos de massa, como Rádio e TV, perdem força para a internet, a comunicação estatal, ou mesmo política, se vê diante de um dilema.

Como chegar ao cidadão comum, como levar uma mensagem ao um número maior de pessoas em um ambiente onde os nichos de interesses são infinitos.

O poder da comunicação sobre a mente das pessoas, e o dilema da propaganda política em um mundo digitalizado são os assuntos desta semana no décimo terceiro episódio do Ilha de Vera Cruz.
 

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O programa conta com as participações do jornalista e professor do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Sérgio Euclides; do jornalista e professor da ESPM e da Uerj, Fábio Vasconcellos; e do professor de comunicação e marketing político Marcelo Vitorino.

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Roteiro e apresentação: João Paulo Machado e Bruna Goularte

Produção: Raphael Costa

Trabalhos técnicos: Lucas Rodrigues

Capa: Sabrine Cruz

Produto: Agência do Rádio Brasileiro

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Entre em contato! Mande um e-mail para: podcastilhadeveracruz@gmail.com.

Ah, e não se esqueçam: nosso Twitter é @CruzIlha e nosso Insta é @podcastcruzilha

João Paulo Machado

João Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.


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Qual o poder de influência da propaganda sobre a mente das pessoas? Como governos podem utilizar a publicidade para motivar, persuadir, e, até mesmo, controlar a população?

A propaganda é e sempre foi uma das principais armas utilizadas por políticos e governantes para manter a própria popularidade diante da opinião pública. O marketing, pelo menos desde o início do século XX, tem sido utilizado como o método mais eficaz para o controle de uma narrativa política.

Exemplos não faltam. Eles vão desde Adolf Hitler, com Joseph Goebbels, em seu ministério da propaganda, da Alemanha Nazista, passando por regimes como os de Mussolini, na Itália Fascista, e dos líderes comunistas, Lenin e Stalin, da União Soviética.

No Brasil, a lista também é extensa. Tivemos o DIP, o Departamento de Imprensa e Propaganda, no governo Getúlio Vargas, as propagandas nacionalistas, no regime militar, e assim por diante.

Mas a publicidade estatal não serve apenas para o mal. Também existe o outro lado. O governo precisa, sim, utilizar a comunicação para divulgar ações de políticas públicas, como campanhas de saúde, segurança e educação. Mas não apenas isso. O governo deve prestar contas ao cidadão. É através da comunicação que os governantes informam quais ações estão sendo desenvolvidas, quais obras estão em andamento, entre outras coisas.

Mas hoje, em um mundo cada vez mais segmentado, onde os veículos de massa, como Rádio e TV, perdem força para a internet, a comunicação estatal, ou mesmo política, se vê diante de um dilema.

Como chegar ao cidadão comum, como levar uma mensagem ao um número maior de pessoas em um ambiente onde os nichos de interesses são infinitos.

O poder da comunicação sobre a mente das pessoas, e o dilema da propaganda política em um mundo digitalizado são os assuntos desta semana no décimo terceiro episódio do Ilha de Vera Cruz.

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O programa conta com as participações do jornalista e professor do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Sérgio Euclides; do jornalista e professor da ESPM e da Uerj, Fábio Vasconcellos; e do professor de comunicação e marketing político Marcelo Vitorino.