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Aeroporto em Vitória da Conquista é inaugurado após desentendimento entre Bolsonaro e governador da Bahia

Governador petista disse que não participaria da inauguração porque a solenidade havia se transformado em ato político-partidário

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Foto: Paula Fróes/GOVBA | Marcos Corrêa/PR

Com valor total da obra estimado em R$ 105,8 milhões, o aeroporto de Vitória da Conquista, na Bahia, foi inaugurado nesta terça-feira (23). O local terá capacidade receber aeronaves a jato de grande porte.

A inauguração, no entanto, foi marcada por uma intensa troca de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador baiano Rui Costa (PT).

O evento realizado nesta terça-feira (23) foi o estopim de uma série de polêmicas iniciada na última sexta (19), quando Bolsonaro causou alvoroço ao dizer que “daqueles governadores de 'paraíba', o pior é o do Maranhão”. Para alguns, a fala foi entendida como um ataque à população nordestina e a seus líderes políticos.

A programação inicial previa a participação conjunta de Bolsonaro e Rui Costa, uma vez que a obra contou com a participação de recursos federais e estaduais. No entanto, o governador petista disse que não participaria da inauguração porque a solenidade havia se transformado em ato político-partidário.

Mesmo se tratando de um evento federal, Rui Costa alegou que a equipe do Palácio do Planalto teria limitado a entrada de convidados do governo estadual na cerimônia, restringindo a presença para “poucas pessoas, escolhidas a dedo".

O petista também decidiu não autorizar a presença da Polícia Militar para fazer a segurança do local. No Twitter, Bolsonaro classificou a medida como “inaceitável”.

O presidente afirmou que foi informado da decisão pelo Comandante Geral da PM baiana, o que tornou a situação ainda pior.

Rui Costa justificou a decisão afirmando que se tratava de um evento federal, e que, portanto, a segurança deveria ser feita por forças federais. O governador baiano afirmou ainda que, como o presidente não ia colocar os pés no na rua, não havia necessidade da presença da PM.

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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Com valor total da obra estimado em R$ 105,8 milhões, o aeroporto de Vitória da Conquista, na Bahia, foi inaugurado nesta terça-feira (23). O local terá capacidade receber aeronaves a jato de grande porte.

A inauguração, no entanto, foi marcada por uma intensa troca de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador baiano Rui Costa (PT).

O evento realizado nesta terça-feira (23) foi o estopim de uma série de polêmicas iniciada na última sexta (19), quando Bolsonaro causou alvoroço ao dizer que “daqueles governadores de 'paraíba', o pior é o do Maranhão”. Para alguns, a fala foi entendida como um ataque à população nordestina e a seus líderes políticos.

A programação inicial previa a participação conjunta de Bolsonaro e Rui Costa, uma vez que a obra contou com a participação de recursos federais e estaduais. No entanto, o governador petista disse que não participaria da inauguração porque a solenidade havia se transformado em ato político-partidário.

Mesmo se tratando de um evento federal, Rui Costa alegou que a equipe do Palácio do Planalto teria limitado a entrada de convidados do governo estadual na cerimônia, restringindo a presença para “poucas pessoas, escolhidas a dedo".

O petista também decidiu não autorizar a presença da Polícia Militar para fazer a segurança do local. No Twitter, Bolsonaro classificou a medida como “inaceitável”.

O presidente afirmou que foi informado da decisão pelo Comandante Geral da PM baiana, o que tornou a situação ainda pior.

Rui Costa justificou a decisão afirmando que se tratava de um evento federal, e que, portanto, a segurança deveria ser feita por forças federais. O governador baiano afirmou ainda que, como o presidente não ia colocar os pés no na rua, não havia necessidade da presença da PM.

Reportagem, Marquezan Araújo