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ALAGOAS: Rede de apoio familiar e social é fundamental para aleitamento materno

O leite materno é rico em nutrientes que a criança precisa para crescer saudável, além de oferecer vantagens emocionais, sociais, ambientais e econômicas.

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Ítalo Novais e Sabrine Cruz

A primeira semana de agosto é comemorada mundialmente por campanhas e ações voltadas para a importância do aleitamento materno. As discussões sobre o tema são consideradas fundamentais para a saúde de mães e crianças por todo o mundo.  Para se ter uma ideia, um estudo publicado pela revista The Lancet mostrou que as mortes de 823 mil crianças e de 20 mil mães em 75 países de baixa e média renda poderiam ter sido evitadas a cada ano com a ampliação da amamentação. 

Quem sabe muito bem disso é Carolina Marcarenha, que há oito meses realizou o sonho da maternidade e deu à luz à pequena Helena. Durante a gravidez, a assessora de judiciário de Alagoas já se preparou e começou a incluir a família nas discussões sobre amamentação. Para Helena, a amamentação é um ato de resistência, paciência e fortalecimento de vínculo entre a mãe e o bebê. Ela acredita que o vínculo criado neste momento também envolve o amparo familiar e social.  

“Meu marido me levava no Banco de Leite sempre que eu precisava.  Eu quase fiz morada no Banco de Leite. Meu marido aprendeu a fazer as massagens para evitar empedramento, minha mãe também, e meu marido aprendeu a fazer ordenha manual. Eles basicamente seguraram a minha mão nesse começo.”

Para Alessandra Viana, coordenadora da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno de Alagoas, a inclusão da família é fundamental no processo de aleitamento. Alessandra explica que o momento da amamentação não deve ser de responsabilidade apenas da mulher.

“A gente sempre responsabiliza a mulher por esse ato, mas se o pai não estiver junto, se o pai não ajudar, se os dois não se revezarem na questão do descanso, na ajuda com o bebê, há possibilidades de problemas no processo da alimentação do bebê”. 

O leite materno é rico em nutrientes que a criança precisa para crescer saudável, além de oferecer vantagens emocionais, sociais, ambientais e econômicas. O apoio de toda a sociedade nesse processo também é fundamental para que se crie um ambiente em que as mulheres se sintam seguras e confortáveis, assim como Carolina se sentiu. 

Sabrine Cruz

“Eu fui em um restaurante um dia desses e a minha bebê estava mamando, e aí quando vieram me servir, a moça cortou bem picadinha a pizza, porque ela viu que eu estava amamentando e eu não precisei nem ter trabalho, sabe? Então as pessoas precisam ter mais empatia e saber que é um papel de todo mundo. Quando você está amamentando e alguém te oferece um copo de água, essa pessoa está amamentando junto. Todo mundo que ajuda, de certa forma amamenta também.”

Por isso, é importante que todas as mulheres que são mães tenham uma rede de apoio dentro e fora de casa. São os amigos, profissionais da saúde, sociedade e família que também fazem parte nesse primeiro momento de vida do bebê. Estimule todas as mulheres que você conhece para amamentarem seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/.
 

Agência do Rádio



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LOC.: A primeira semana de agosto é comemorada mundialmente por campanhas e ações voltadas para a importância do aleitamento materno. As discussões sobre o tema são consideradas fundamentais para a saúde de mães e crianças por todo o mundo.  Para se ter uma ideia, um estudo publicado pela revista The Lancet mostrou que as mortes de 823 mil crianças e de 20 mil mães em 75 países de baixa e média renda poderiam ter sido evitadas a cada ano com a ampliação da amamentação. 

Quem sabe muito bem disso é Carolina Marcarenha, que há oito meses realizou o sonho da maternidade e deu à luz à pequena Helena. Durante a gravidez, a assessora de judiciário de Alagoas já se preparou e começou a incluir a família nas discussões sobre amamentação. Para Helena, a amamentação é um ato de resistência, paciência e fortalecimento de vínculo entre a mãe e o bebê. Ela acredita que o vínculo criado neste momento também envolve o amparo familiar e social.  
 

“Meu marido me levava no Banco de Leite sempre que eu precisava.  Eu quase fiz morada no Banco de Leite. Meu marido aprendeu a fazer as massagens para evitar empedramento, minha mãe também, e meu marido aprendeu a fazer ordenha manual. Eles basicamente seguraram a minha mão nesse começo.”

LOC.: Para Alessandra Viana, coordenadora da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno de Alagoas, a inclusão da família é fundamental no processo de aleitamento. Alessandra explica que o momento da amamentação não deve ser de responsabilidade apenas da mulher.

“A gente sempre responsabiliza a mulher por esse ato, mas se o pai não estiver junto, se o pai não ajudar, se os dois não se revezarem na questão do descanso, na ajuda com o bebê, há possibilidades de problemas no processo da alimentação do bebê”. 

LOC.: O leite materno é rico em nutrientes que a criança precisa para crescer saudável, além de oferecer vantagens emocionais, sociais, ambientais e econômicas. O apoio de toda a sociedade nesse processo também é fundamental para que se crie um ambiente em que as mulheres se sintam seguras e confortáveis, assim como Carolina se sentiu. 

“Eu fui em um restaurante um dia desses e a minha bebê estava mamando, e aí quando vieram me servir, a moça cortou bem picadinha a pizza, porque ela viu que eu estava amamentando e eu não precisei nem ter trabalho, sabe? Então as pessoas precisam ter mais empatia e saber que é um papel de todo mundo. Quando você está amamentando e alguém te oferece um copo de água, essa pessoa está amamentando junto. Todo mundo que ajuda, de certa forma amamenta também.”

LOC.: Por isso, é importante que todas as mulheres que são mães tenham uma rede de apoio dentro e fora de casa. São os amigos, profissionais da saúde, sociedade e família que também fazem parte nesse primeiro momento de vida do bebê. Estimule todas as mulheres que você conhece para amamentarem seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/.