Menu

ALAGOAS: Tempo chuvoso favorece a proliferação do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya no estado

Uma das preocupações é com a circulação do sorotipo 2 da dengue, vírus mais agressivo

Banners

Em 2019, Alagoas esteve perto de uma epidemia de dengue. O ano passado terminou com registro de 25.773 casos suspeitos da doença, 2.462 de chikungunya e 1.298 de zika. Uma das preocupações é com a circulação do sorotipo 2 da dengue, vírus mais agressivo. A Secretaria de Saúde de Saúde do Estado revela que a última epidemia causada pelo sorotipo 2 foi a quase duas décadas. O tempo longo deixou muitas pessoas suscetíveis a pegar a doença. Historicamente, a chegada do sorotipo 2 tem sido associada a mais casos de dengue hemorrágica.

Agora em 2020, a volta do clima chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito transmissor, e o armazenamento inadequado de água, são dois fatores importantes que tornam Alagoas em área propícia a epidemias de doenças transmitidas pelo mosquito da dengue, zika e chikungunya.

O gerente de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Saúde de Alagoas, Diego Hora, ensina o que deve ser feito para evitar a proliferação do mosquito.

“Não colocar lixo na rua; tapar os depósitos das suas residências; fazer a limpeza dos recipientes de armazenamento da água de forma adequada. A população precisa ter mais consciência de que dengue mata, de que chikungunya deixa as pessoas incapacitadas e a zika vai ter um desfecho muito triste hoje, na realidade brasileira, que é deixar sequelas em crianças”. 

A dona de casa Rosângela Gomes Vasco, de 55 anos, moradora de Maceió, teve chikungunya e conta que sofreu bastante com a doença.

“Eu senti dores de cabeça, dores no corpo, dores nas juntas, febre, eu não podia nem tomar uma água, um copo de água, porque doía tudo! Até para mastigar doía. É horrível! Onde tiver lata, pneu, faça de tudo para limpar, porque o mosquito derruba. Ele derruba e deixa a gente mal”.

Vale destacar que, agora, com a intensificação das chuvas, o clima fica favorável para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A melhor prevenção é eliminar a água parada onde pode se tornar um criadouro, como em vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Agência do Rádio



Cadastre-se

LOC.: Em 2019, Alagoas esteve perto de uma epidemia de dengue. O ano passado terminou com registro de 25.773 casos suspeitos da doença, 2.462 de chikungunya e 1.298 de zika. Uma das preocupações é com a circulação do sorotipo 2 da dengue, vírus mais agressivo. A Secretaria de Saúde de Saúde do Estado revela que a última epidemia causada pelo sorotipo 2 foi a quase duas décadas. O tempo longo deixou muitas pessoas suscetíveis a pegar a doença.

Historicamente, a chegada do sorotipo 2 tem sido associada a mais casos de dengue hemorrágica.

Agora em 2020, a volta do clima chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito transmissor, e o armazenamento inadequado de água, são dois fatores importantes que tornam Alagoas em área propícia a epidemias de doenças transmitidas pelo mosquito da dengue, zika e chikungunya.

O gerente de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Saúde de Alagoas, Diego Hora, ensina o que deve ser feito para evitar a proliferação do mosquito.
 

TEC./SONORA: Diego Hora, gerente de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Saúde de Alagoas.

“Não colocar lixo na rua; tapar os depósitos das suas residências; fazer a limpeza dos recipientes de armazenamento da água de forma adequada. A população precisa ter mais consciência de que dengue mata, de que chikungunya deixa as pessoas incapacitadas e a zika vai ter um desfecho muito triste hoje, na realidade brasileira, que é deixar sequelas em crianças”. 

LOC.: A dona de casa Rosângela Gomes Vasco, de 55 anos, moradora de Maceió, teve chikungunya e conta que sofreu bastante com a doença.

TEC./SONORA: Rosângela Gomes Vasco, 55 anos, dona de casa, moradora de Maceió.

“Eu senti dores de cabeça, dores no corpo, dores nas juntas, febre, eu não podia nem tomar uma água, um copo de água, porque doía tudo! Até para mastigar doía. É horrível! Onde tiver lata, pneu, faça de tudo para limpar, porque o mosquito derruba. Ele derruba e deixa a gente mal”.

LOC.: Vale destacar que, agora, com a intensificação das chuvas, o clima fica favorável para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A melhor prevenção é eliminar a água parada onde pode se tornar um criadouro, como em vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.