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Alexandre de Moraes suspende investigação da Receita Federal contra 133 contribuintes

Entre os investigados, estão o ministro Gilmar Mendes e a esposa do presidente do STF, Dias Toffoli

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Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quinta-feira (1º) as investigações na Receita Federal sobre 133 contribuintes que são suspeitos de irregularidades. Entre os investigados, está o colega Gilmar Mendes, além da esposa do presidente da Corte, Dias Toffoli.

Além da suspensão, Moraes determinou o afastamento de dois servidores do órgão que trabalharam na investigação. A justificativa do ministro, segundo comunicado no site do STF, foi "indevida quebra de sigilo".

Outra medida adotada por Alexandre de Moraes foi a prorrogação por 180 dias do inquérito. Como a decisão foi tomada no fim de junho, se estenderá até o fim deste ano. O inquérito investiga ofensas, ameaças e fake News disparadas contra os ministros e familiares.

A decisão ainda inclui pedido de informações detalhadas com relação à “constatação da CGU de indícios de irregularidades tributárias e participação de agentes públicos em esquemas escusos”.
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quinta-feira (1º) as investigações na Receita Federal sobre 133 contribuintes que são suspeitos de irregularidades. Entre os investigados, está o colega Gilmar Mendes, além da esposa do presidente da Corte, Dias Toffoli.

Além da suspensão, Moraes determinou o afastamento de dois servidores do órgão que trabalharam na investigação. A justificativa do ministro, segundo comunicado no site do STF, foi "indevida quebra de sigilo".

Outra medida adotada por Alexandre de Moraes foi a prorrogação por 180 dias do inquérito. Como a decisão foi tomada no fim de junho, se estenderá até o fim deste ano. O inquérito investiga ofensas, ameaças e fake News disparadas contra os ministros e familiares.

A decisão ainda inclui pedido de informações detalhadas com relação à “constatação da CGU de indícios de irregularidades tributárias e participação de agentes públicos em esquemas escusos”.

Reportagem, Raphael Costa