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AMAPÁ: Diagnóstico precoce ainda é desafio no combate à hanseníase

Autônoma dá relato de diagnóstico tardio da doença

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A hanseníase chegou primeiro na família pelo marido, que fez tratamento e foi curado. Agora, Rosália Silva, moradora de Macapá, é quem está em tratamento. A autônoma foi diagnosticada há pouco menos de um ano, após aparecer algumas manchas na pele e dores pelo corpo. A princípio, como a maioria dos pacientes, pensou que não fosse nada sério. Ao perceber que as dores foram aumentando, resolveu ir ao médico.

“Foi ano passado, no mês de julho. Eu estava com algumas manchas esbranquiçadas e não sentia dor. Depois ficaram avermelhadas, aí eu deixei de lado, não ia ao médico. Depois comecei a sentir muita dor na minha mão, porque ela (hanseníase) também ataca as articulações. Muita dor no meu dedo, na minha mão esquerda. Aí que eu fui procurar um médico, fizeram os exames e descobriram, porque sentia muita dor na minha mão.”

O caso de Rosália deve servir de exemplo para todos, já que o diagnóstico tardio da doença pode deixar sequelas no paciente. Isso quer dizer que, em caso de sinais pelo corpo, você deve procurar atendimento médico imediatamente. A preocupação se dá, principalmente, porque a infecção é transmissível e pode afetar homens e mulheres de todas as idades, inclusive crianças. Quem explica um pouco mais sobre a doença é a enfermeira do Centro de Referência de Doenças Tropicais do Amapá, Ana Cleide Furtado.

“A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, é transmitida de pessoa à pessoa. Causa manchas na pele, de coloração esbranquiçada, avermelhada e amarronzada. O tratamento da doença é através de medicações, que são orais, comprimidos. Dependendo da forma da doença que a pessoa estiver, o tratamento é de seis meses, que são as formas paucibacilares, e de doze meses, que são supervisionados, são os pacientes que têm as formas multibacilares.”

Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase.

Agência do Rádio



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A hanseníase chegou primeiro na família pelo marido, que fez tratamento e foi curado. Agora, Rosália Silva, moradora de Macapá, é quem está em tratamento. A autônoma foi diagnosticada há pouco menos de um ano, após aparecer algumas manchas na pele e dores pelo corpo. A princípio, como a maioria dos pacientes, pensou que não fosse nada sério. Ao perceber que as dores foram aumentando, resolveu ir ao médico.

“Foi ano passado, no mês de julho. Eu estava com algumas manchas esbranquiçadas e não sentia dor. Depois ficaram avermelhadas, aí eu deixei de lado, não ia ao médico. Depois comecei a sentir muita dor na minha mão, porque ela (hanseníase) também ataca as articulações. Muita dor no meu dedo, na minha mão esquerda. Aí que eu fui procurar um médico, fizeram os exames e descobriram, porque sentia muita dor na minha mão.”

O caso de Rosália deve servir de exemplo para todos, já que o diagnóstico tardio da doença pode deixar sequelas no paciente. Isso quer dizer que, em caso de sinais pelo corpo, você deve procurar atendimento médico imediatamente. A preocupação se dá, principalmente, porque a infecção é transmissível e pode afetar homens e mulheres de todas as idades, inclusive crianças. Quem explica um pouco mais sobre a doença é a enfermeira do Centro de Referência de Doenças Tropicais do Amapá, Ana Cleide Furtado.

“A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, é transmitida de pessoa à pessoa. Causa manchas na pele, de coloração esbranquiçada, avermelhada e amarronzada. O tratamento da doença é através de medicações, que são orais, comprimidos. Dependendo da forma da doença que a pessoa estiver, o tratamento é de seis meses, que são as formas paucibacilares, e de doze meses, que são supervisionados, são os pacientes que têm as formas multibacilares.”

Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase.