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Sobe número de mortos por causa das chuvas no RJ

Corpo de Bombeiros afirma que, oficialmente, são oito mortos; mas o número real, pode ser ainda muito maior

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Informações do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro revelam que o número de mortes causadas pela forte chuva na cidade subiu para oito. 

Uma das vítimas foi um motociclista, que ficou debaixo de um carro na Gávea. Tiveram mais três pessoas que morreram no Morro da Babilônia, no Leme; outras três vítimas, sendo um homem, uma mulher e uma criança, morreram soterradas dentro de um táxi em Botafogo, atrás do Shopping Rio Sul, na Avenida Carlos Peixoto; e a outra morte confirmada foi a de um homem, no Jardim Maravilha, em Guaratiba.

Vale lembrar que esse dado é de ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros. Logo, o número real pode ser ainda maior.

A turismóloga Míriam de Araújo Fonseca, de 37 anos, moradora de Copacabana, conta os estragos que a chuva fez perto de onde mora.

“A chuva aqui no Rio de Janeiro alagou todas as ruas de vários bairros, principalmente Copacabana, Botafogo, Tijuca e Jardim Botânico. Foram os bairros mais afetados aqui perto. O que está dizendo nos jornais, nas notícias, nas redes sociais é que a gente não pode nem sair de casa, nem para ir ao mercado, nem para a farmácia, nem para nada. Tudo o que for pedir tem que ser pelo telefone e, mesmo assim, tem que ver se realmente ainda vai ser entregue, porque a situação é de calamidade pública", enfatizou.

Segundo o Sistema Alerta Rio da Prefeitura do Rio de Janeiro, em 24 horas choveu 314,8 milímetros na Rocinha, localizada na Zona Sul. Esse índice é o segundo maior da série histórica do sistema desde 1996. A avenida Niemeyer também foi atingida, onde caíram muitas pedras, lama e árvores na pista da ciclovia Tim Maia.

A cidade permanece em estágio de crise, que é o terceiro em uma escala de três, e indica a ocorrência de chuva forte a muito forte nas próximas horas, podendo causar mais alagamentos e deslizamentos.

O governador do estado do Rio, Wilson Witzel, decretou ponto facultativo nas repartições estaduais da região metropolitana e a prefeitura pediu para que os moradores evitassem sair de casa.

Quem quiser ajudar as famílias afetadas pela forte chuva que cai no Rio de Janeiro pode fazer doações em dois pontos organizados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH). A partir desta quarta-feira (10), será possível doar na Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), na Rua Voluntários da Pátria, 120, em Botafogo. Outro local é a sede do Rio Solidário, na Travessa Euricles de Matos, 17, em Laranjeiras.

Os itens mais necessários, segundo a secretaria, são cestas básicas, colchões e colchonetes, água potável, roupas, fraldas, absorventes, papel higiênico e produtos de limpeza.

Lembrando que o Corpo de Bombeiros atende no telefone 193 e auxilia em acidentes de trânsito e incidentes em elevadores, entre outros. Já os riscos de desabamentos, decorrentes de chuva ou não, devem ser informados à Defesa Civil Municipal ou Estadual, no telefone 199. Outra forma de colaborar é cadastrar o celular no serviço gratuito de envios de alertas da Defesa Civil. Para isso, mande um torpedo para 40199.
 

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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Informações do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro revelam que o número de mortes causadas pela forte chuva na cidade subiu para oito. 

Uma das vítimas foi um motociclista, que ficou debaixo de um carro na Gávea. Tiveram mais três pessoas que morreram no Morro da Babilônia, no Leme; outras três vítimas, sendo um homem, uma mulher e uma criança, morreram soterradas dentro de um táxi em Botafogo, atrás do Shopping Rio Sul, na Avenida Carlos Peixoto; e a outra morte confirmada foi a de um homem, no Jardim Maravilha, em Guaratiba.

Vale lembrar que esse dado é de ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros. Logo, o número real pode ser ainda maior.

A turismóloga Míriam de Araújo Fonseca, de 37 anos, moradora de Copacabana, conta os estragos que a chuva fez perto de onde mora.
 

“A chuva aqui no Rio de Janeiro alagou todas as ruas de vários bairros, principalmente Copacabana, Botafogo, Tijuca e Jardim Botânico. Foram os bairros mais afetados aqui perto. O que está dizendo nos jornais, nas notícias, nas redes sociais é que a gente não pode nem sair de casa, nem para ir ao mercado, nem para a farmácia, nem para nada. Tudo o que for pedir tem que ser pelo telefone e, mesmo assim, tem que ver se realmente ainda vai ser entregue, porque a situação é de calamidade pública.”

Segundo o Sistema Alerta Rio da Prefeitura do Rio de Janeiro, em 24 horas choveu 314,8 milímetros na Rocinha, localizada na Zona Sul. Esse índice é o segundo maior da série histórica do sistema desde 1996. A avenida Niemeyer também foi atingida, onde caíram muitas pedras, lama e árvores na pista da ciclovia Tim Maia.

A cidade permanece em estágio de crise, que é o terceiro em uma escala de três, e indica a ocorrência de chuva forte a muito forte nas próximas horas, podendo causar mais alagamentos e deslizamentos.

O governador do estado do Rio, Wilson Witzel, decretou ponto facultativo nas repartições estaduais da região metropolitana e a prefeitura pediu para que os moradores evitassem sair de casa.

Quem quiser ajudar as famílias afetadas pela forte chuva que cai no Rio de Janeiro pode fazer doações em dois pontos organizados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH). A partir desta quarta-feira (10), será possível doar na Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), na Rua Voluntários da Pátria, 120, em Botafogo. Outro local é a sede do Rio Solidário, na Travessa Euricles de Matos, 17, em Laranjeiras.

Os itens mais necessários, segundo a secretaria, são cestas básicas, colchões e colchonetes, água potável, roupas, fraldas, absorventes, papel higiênico e produtos de limpeza.

Lembrando que o Corpo de Bombeiros atende no telefone 193 e auxilia em acidentes de trânsito e incidentes em elevadores, entre outros. Já os riscos de desabamentos, decorrentes de chuva ou não, devem ser informados à Defesa Civil Municipal ou Estadual, no telefone 199. Outra forma de colaborar é cadastrar o celular no serviço gratuito de envios de alertas da Defesa Civil. Para isso, mande um torpedo para 40199.

Reportagem, Cintia Moreira