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AVC: Saiba quais são os sinais de alerta para a doença cardiovascular que mais mata no país

. O cardiologista Thiago Oliveira, menciona os principais sintomas

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Foto: Agência Brasil

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. E o AVE – acidente vascular encefálico, popularmente conhecido como AVC – é a principal delas. O AVC isquêmico, por exemplo, – causado pelo entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro é responsável,  segundo o Ministério da Saúde, por 85% de todos os casos. Já o AVC hemorrágico causa sangramento no cérebro por conta do rompimento dos vasos e é responsável por 15 %.. No entanto, os sinais são os mesmos em ambos os casos. O cardiologista Thiago Oliveira, menciona os principais sintomas. 

 “Uma dor de cabeça intensa, progressiva, contínua que que não melhora por nada. Ou paciente começa a falar embolado (enrolado) de uma hora para outra -  frases que não consegue articular. Ou um desvio de canto da boca para um lado.  Além disso pode ter diminuição da força de braços e pernas. De uma hora para outra ele pode perder a visão abrupta. Tonteira a nível de não conseguir fazer caminhadas...”

Vale lembrar que os sintomas aparecem de forma inesperada, não são gradativos. Geralmente mulheres que já passaram pela menopausa têm mais risco de sofrer um AVC devido a ausência ou diminuição dos níveis do hormônio estrogênio. Mas os riscos também estão associados a doenças crônicas, e a outros fatores como a idade, por exemplo. É o que esclarece o cardiologista.  

 “São as comorbidades como hipertensão – que é a principal quase um terço dos pacientes que tem Acidente Vascular Encefálico tendem a ter hipertensão. Outras comorbidades:  pacientes que têm diabetes, pacientes com dislipidemia – níveis de colesterol e triglicérides elevados; paciente tabagista. Uma idade mais avançada aumenta o risco gradativamente. Alterações cromossômicas...Também entram como fator de risco”. 

O sobrepeso, a obesidade e o sedentarismo e idade acima de 55 anos também são fatores de risco para o AVC. Saiba mais em: saude.gov.br/avc. 
 

João Paulo Machado

João Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.


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As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. E o AVE – acidente vascular encefálico, popularmente conhecido como AVC – é a principal delas. O AVC isquêmico, por exemplo, – causado pelo entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro é responsável,  segundo o Ministério da Saúde, por 85% de todos os casos. Já o AVC hemorrágico causa sangramento no cérebro por conta do rompimento dos vasos e é responsável por 15 %.. No entanto, os sinais são os mesmos em ambos os casos. O cardiologista Thiago Oliveira, menciona os principais sintomas. 

“Uma dor de cabeça intensa, progressiva, contínua que que não melhora por nada. Ou paciente começa a falar embolado (enrolado) de uma hora para outra -  frases que não consegue articular. Ou um desvio de canto da boca para um lado.  Além disso pode ter diminuição da força de braços e pernas. De uma hora para outra ele pode perder a visão abrupta. Tonteira a nível de não conseguir fazer caminhadas...”
 

Vale lembrar que os sintomas aparecem de forma inesperada, não são gradativos. Geralmente mulheres que já passaram pela menopausa têm mais risco de sofrer um AVC devido a ausência ou diminuição dos níveis do hormônio estrogênio. Mas os riscos também estão associados a doenças crônicas, e a outros fatores como a idade, por exemplo. É o que esclarece o cardiologista.  

 “São as comorbidades como hipertensão – que é a principal quase um terço dos pacientes que tem Acidente Vascular Encefálico tendem a ter hipertensão. Outras comorbidades:  pacientes que têm diabetes, pacientes com dislipidemia – níveis de colesterol e triglicérides elevados; paciente tabagista. Uma idade mais avançada aumenta o risco gradativamente. Alterações cromossômicas...Também entram como fator de risco”. 

O sobrepeso, a obesidade e o sedentarismo e idade acima de 55 anos também são fatores de risco para o AVC. Saiba mais em: saude.gov.br/avc. 

Reportagem, Aline do Valle