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BAHIA: Agosto será marcado por eventos de incentivo e apoio ao aleitamento materno

O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis.

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Foto: Ministério da Saúde

Deni Santiago nasceu em Serrinha. Ao longo da vida, ela conviveu com pessoas que a fizeram conhecer mais sobre amamentação. Na faculdade, cursou nutrição. Hoje, aos 43 anos, ela é mãe da Sofia Louise, que nasceu no Hospital da Mulher, em Feira de Santana. Todas as vezes que amamenta a filha, Deni enxerga, no olhar dela, confiança e gratidão pelo alimento. Para ela, esse é um vínculo inexplicável e conta que sente alívio ao pensar na saúde que proporciona para a filha.

“Fiz aleitamento exclusivo até os seis meses de idade, sem chá, água ou qualquer alimento nesse período. Meu bebê está com um ano e seis meses e continua mamando no peito. Ela nunca teve nenhum adoecimento de grande importância. Ela nunca precisou ficar internada ou viver em busca de solução de problemas porque ela tem uma saúde invejável.”

O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis. Nadja Vieira, enfermeira do Banco de Leite Humano do Hospital Inácia Pinto dos Santos, em Feira de Santana, explica porque o líquido é tão necessário. 

“O leite materno é importante porque tem anticorpos que o bebê precisa. Quando a mulher dá à luz, o leite dela modifica três vezes. Do primeiro ao sétimo dia é o colostro, que é nesse leite que a mãe está passando para o bebê os anticorpos para a criança. E é importante para o desenvolvimento do seu intestino.”

Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, e até os seis meses é o único alimento necessário para os bebês. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato pode criar vínculo entre membros da família. É o que explica Dolores Fernandez, presidente da Sociedade Baiana de Pediatria. 

“A rede de apoio dá todo o sustento para a mãe no início da amamentação. Essa rede é composta pelos profissionais de saúde, pela família e pela sociedade. Essa rede de apoio que dá todo o substrato para esta mãe nas dificuldades, para ser amparada, tirar dúvidas, falar das suas incertezas, mitos e tabus. A rede de apoio é extremamente importante.”

De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Na Bahia, a programação inclui uma palestra com talk show sobre amamentação, além da presença de profissionais de saúde, que vão compartilhar experiências que já tiveram com aleitamento. O evento será realizado no dia 14 de agosto, a partir das duas da tarde, no auditório do Ministério Público (MPBA), localizado no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece para amamentarem os seus filhos. Para mais informações, acesse saude.gov.br/amamentacao. 

Agência do Rádio



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LOC.: Deni Santiago nasceu em Serrinha. Ao longo da vida, ela conviveu com pessoas que a fizeram conhecer mais sobre amamentação. Na faculdade, cursou nutrição. Hoje, aos 43 anos, ela é mãe da Sofia Louise, que nasceu no Hospital da Mulher, em Feira de Santana. Todas as vezes que amamenta a filha, Deni enxerga, no olhar dela, confiança e gratidão pelo alimento. Para ela, esse é um vínculo inexplicável e conta que sente alívio ao pensar na saúde que proporciona para a filha.

TEC./SONORA: Deni Santiago, 43 anos, nutricionista. 

“Fiz aleitamento exclusivo até os seis meses de idade, sem chá, água ou qualquer alimento nesse período. Meu bebê está com um ano e seis meses e continua mamando no peito. Ela nunca teve nenhum adoecimento de grande importância. Ela nunca precisou ficar internada ou viver em busca de solução de problemas porque ela tem uma saúde invejável.”

LOC.: O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis. Nadja Vieira, enfermeira do Banco de Leite Humano do Hospital Inácia Pinto dos Santos, em Feira de Santana, explica porque o líquido é tão necessário. 

TEC./SONORA: Nadja Vieira, enfermeira do Banco de Leite Humano do Hospital Inácia Pinto dos Santos

“O leite materno é importante porque tem anticorpos que o bebê precisa. Quando a mulher dá à luz, o leite dela modifica três vezes. Do primeiro ao sétimo dia é o colostro, que é nesse leite que a mãe está passando para o bebê os anticorpos para a criança. E é importante para o desenvolvimento do seu intestino.”

LOC.: A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, e até os seis meses é o único alimento necessário para os bebês. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato pode criar vínculo entre membros da família. É o que explica Dolores Fernandez, presidente da Sociedade Baiana de Pediatria. 

TEC./SONORA: Dolores Fernandez, presidente da Sociedade Baiana de Pediatria. 

“A rede de apoio dá todo o sustento para a mãe no início da amamentação. Essa rede é composta pelos profissionais de saúde, pela família e pela sociedade. Essa rede de apoio que dá todo o substrato para esta mãe nas dificuldades, para ser amparada, tirar dúvidas, falar das suas incertezas, mitos e tabus. A rede de apoio é extremamente importante.”

LOC.: De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Na Bahia, a programação inclui uma palestra com talk show sobre amamentação, além da presença de profissionais de saúde, que vão compartilhar experiências que já tiveram com aleitamento. O evento será realizado no dia 14 de agosto, a partir das duas da tarde, no auditório do Ministério Público (MPBA), localizado no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece para amamentarem os seus filhos. Para mais informações, acesse saude.gov.br/amamentacao.