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Baianos conquistam três bronzes na maior competição mundial de educação técnica

Daniela Carneiro, de Conceição do Coité, e os soteropolitanos Ítalo Gonçalves e Edmilson Silva Souza Neto subiram ao pódio da 45ª WorldSkills, na Rússia

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Foto: Arquivo Pessoal

Três estudantes baianos conquistaram medalhas e ajudaram o Brasil a ocupar o 3º lugar geral na classificação por pontos na WorldSkills 2019, o mundial de profissões técnicas, na Rússia, ocorrido nesta semana. Ao todo, a delegação brasileira trouxe para casa duas medalhas de ouro, cinco de prata e seis de bronze.
Daniela Carneiro, de 22 anos, de Conceição do Coité, e os soteropolitanos Ítalo Gonçalves, 20 anos, e Edmilson Silva Souza Neto, de 21 anos, levaram bronze no torneio.

Daniela conquistou a medalha em Tecnologia de Laboratório Químico, modalidade estreante na WorldSkills. “Para mim, é uma felicidade imensa, porque é a primeira vez da ocupação. Então, sou medalhista na estreia da ocupação na competição”, exalta a estudante, que chegou a frequentar quatro cursos em três cidades da Bahia, sendo um deles o curso técnico do SENAI em Química. 

“Estou feliz também por estar representando a Bahia – um estado que não participa há alguns anos. É só felicidade!”, comemora a estudante.
A dupla Ítalo Gonçalves e Edmilson Silva Souza Neto competiu na modalidade de Mecatrônica.

A analista de educação do SENAI Bahia, Fernanda Mikulski Guedes,  comemora a performance dos jovens em Kazan. “É um momento muito especial para o SENAI Bahia, porque é a primeira vez que enviamos competidores para competição internacional e em duas ocupações bem competitivas”.

Ao todo, o torneio contou com a participação de 354 jovens de 63 países. A China, que sediará a próxima WorldSkills em 2021, na cidade de Xangai, veio com força e conquistou o primeiro lugar no ranking de pontos totais. Já a Rússia, que neste ano foi anfitriã do torneio, ficou em segundo lugar no pódio.

“O resultado, para o Brasil, demonstra o alto nível de excelência da educação profissional brasileira. Além do número de medalhas, o padrão de qualidade que nós demonstramos, nesta edição, em Kazan, mostra que em 73% das ocupações, o Brasil estabeleceu um padrão de excelência. Ou seja, a cada quatro competidores brasileiros, três têm referência da WorldSkills, o que é muito bom, o que nos coloca entre os melhores do mundo”, avalia o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, que é o delegado brasileiro na organização internacional.

A WorldSkills é o maior torneio de educação profissional do planeta. A cada dois anos, jovens de até 22 anos disputam medalhas de ouro, prata e bronze em um país diferente. Cada ocupação tem provas específicas, nas quais os competidores precisam demonstrar habilidades individuais e coletivas e realizar provas em padrões internacionais de qualidade.
 

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.


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LOC.: Três estudantes baianos conquistaram medalhas e ajudaram o Brasil a ocupar o 3º lugar geral na classificação por pontos na WorldSkills 2019, o mundial de profissões técnicas, na Rússia, ocorrido nesta semana. Ao todo, a delegação brasileira trouxe para casa duas medalhas de ouro, cinco de prata e seis de bronze.

Daniela Carneiro, de 22 anos, de Conceição do Coité, e os soteropolitanos Ítalo Gonçalves, 20 anos, e Edmilson Silva Souza Neto, de 21 anos, levaram bronze no torneio.

Daniela conquistou a medalha em Tecnologia de Laboratório Químico, modalidade estreante na WorldSkills.
 

TEC./SONORA: Daniela Carneiro, estudante

“Para mim, é uma felicidade imensa, porque é a primeira vez da ocupação. Então, sou medalhista na estreia da ocupação na competição. Estou feliz também por estar representando a Bahia – um estado que não participa há alguns anos. É só felicidade!”
 

LOC.: A dupla Ítalo Gonçalves e Edmilson Silva Souza Neto competiu na modalidade de Mecatrônica.

A analista de educação do SENAI Bahia, Fernanda Mikulski Guedes, comemora a performance dos jovens em Kazan.
 

TEC./SONORA: Fernanda Mikulski Guedes, analista de educação do SENAI Bahia

“É um momento muito especial para o SENAI Bahia, porque é a primeira vez que enviamos competidores para competição internacional e em duas ocupações bem competitivas.”
 

LOC.: Ao todo, o torneio contou com a participação de 354 jovens de 63 países. A China, que sediará a próxima WorldSkills em 2021, na cidade de Xangai, veio com força e conquistou o primeiro lugar no ranking de pontos totais. Já a Rússia, que neste ano foi anfitriã do torneio, ficou em segundo lugar no pódio.

A WorldSkills é o maior torneio de educação profissional do planeta. A cada dois anos, jovens de até 22 anos disputam medalhas de ouro, prata e bronze em um país diferente. Cada ocupação tem provas específicas, nas quais os competidores precisam demonstrar habilidades individuais e coletivas e realizar provas em padrões internacionais de qualidade.

Reportagem, Juliana Gonçalves