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Beto Richa vira réu em ação que investiga propinas em pedágio do PR

Ex-governador é acusado de corrupção passiva e organização criminosa

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O ex-governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB, passou a ser considerado réu pela Justiça, no processo de investigação da Operação Integração do Ministério Público Federal.

Beto Richa vai responder por crimes de corrupção passiva e organização criminosa. O ex-governador e outras nove pessoas são acusados de receberem propinas de empresas de pedágio do Paraná.

De acordo com o Ministério Público, o esquema teria desviado cerca de R$ 8,5 bilhões por meio das tarifas de pedágio do Anel de Integração e de outras obras que não foram realizadas no estado. Os valores das propinas pagos ao ex-governador e demais integrantes da suposta quadrilha são superiores a R$ 35 milhões.

Essa não é a primeira vez que Beto Richa vira réu em processos de investigação de pagamentos de propina. Ele foi denunciado também na Operação Rádio Patrulha, que investiga esquemas de desvio de dinheiro em licitações do programa “Patrulha do Campo”, do governo paranaense.  

Em janeiro, Beto Richa foi preso pela Operação Lava Jato, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão. A época, a defesa do ex-governador disse que ele é inocente e que está à disposição da Justiça para esclarecimentos.

Reportagem, Cristiano Carlos

Cristiano Carlos

Cristiano é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília, com larga experiência em emissoras de rádio, desde 2002. Como repórter trabalha na cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, na produção de conteúdos sobre o dia a dia dos bastidores, da atuação dos parlamentares, nas comissões e nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. Acompanhou as campanhas eleitorais nacionais em 2014 e 2018. Também atua nas editorias de educação, saúde e esportes.


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O ex-governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB, passou a ser considerado réu pela Justiça, no processo de investigação da Operação Integração do Ministério Público Federal.

Beto Richa vai responder por crimes de corrupção passiva e organização criminosa. O ex-governador e outras nove pessoas são acusados de receberem propinas de empresas de pedágio do Paraná.

De acordo com o Ministério Público, o esquema teria desviado cerca de R$ 8,5 bilhões por meio das tarifas de pedágio do Anel de Integração e de outras obras que não foram realizadas no estado. Os valores das propinas pagos ao ex-governador e demais integrantes da suposta quadrilha são superiores a R$ 35 milhões.

Essa não é a primeira vez que Beto Richa vira réu em processos de investigação de pagamentos de propina. Ele foi denunciado também na Operação Rádio Patrulha, que investiga esquemas de desvio de dinheiro em licitações do programa “Patrulha do Campo”, do governo paranaense.  

Em janeiro, Beto Richa foi preso pela Operação Lava Jato, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão. A época, a defesa do ex-governador disse que ele é inocente e que está à disposição da Justiça para esclarecimentos.

Reportagem, Cristiano Carlos