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Bibi Ferreira, a "Dama do Teatro brasileiro", morre aos 96 anos

Ela era considerada fenômeno das artes e uma das mais completas artista que atuou no país; família não revelou local e horário do velório

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Bibi Ferreira, conhecida como a "Dama do Teatro", faleceu no início da tarde desta quarta-feira (13), aos 96 anos, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Segundo uma funcionária que a acompanhava, Bibi provavelmente morreu enquanto dormia. Ela também era atriz, produtora, apresentadora, diretora, compositora e cantora.

Ela é considerada fenômeno das artes por causa de sua capacidade de criação, interpretação e atuação em diversas áreas, como teatro, TV, cinema, música, rádio e shows. Nos palcos, fez diversas peças de sucesso que atravessaram o oceano Atlântico para também serem ovacionadas em Portugal.

Foram os musicais, no entanto, que apresentaram Bibi ao grande público. Na década de 1960, ela estrelou dois espetáculos que marcaram sua carreira: “Minha Querida Dama”, de Frederich Loewe e Alan Jay Lemer, com Paulo Autran e Jayme Costa; e “Alô, Dolly”, com Hilton Prado e Lísia Demoro.

Na década seguinte, Bibi Ferreira foi a estrela do musical “O Homem de La Mancha”, de Dale Wasserman, com letras adaptadas ao português por Chico Buarque.

Internet Divulgação

Na televisão, Bibi Ferreira se destacou como apresentadora da extinta TV Excelsior. Ela esteva à frente dos programas “Brasil 60” e “Bibi Sempre aos Domingos”.

Na música, entre dezenas de sucessos alcançados, Bibi Ferreira ficou marcada por interpretar, com maestria, a cantora francesa Edith Piaf. Os espetáculos renderam todos os prêmios nacionais à artista, que também foi reconhecida no exterior.

Até o fechamento desta edição, a família de Bibi Ferreira ainda não tinha informado o local nem o horário do início do velório, mas confirmou que ela será cremada, no Rio de Janeiro.

Cristiano Carlos

Cristiano é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília, com larga experiência em emissoras de rádio, desde 2002. Como repórter trabalha na cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, na produção de conteúdos sobre o dia a dia dos bastidores, da atuação dos parlamentares, nas comissões e nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. Acompanhou as campanhas eleitorais nacionais em 2014 e 2018. Também atua nas editorias de educação, saúde e esportes.


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LOC.: Bibi Ferreira, conhecida como a "Dama do Teatro", faleceu no início da tarde desta quarta-feira (13), aos 96 anos, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Segundo uma funcionária que a acompanhava, Bibi provavelmente morreu enquanto dormia. Ela também era atriz, produtora, apresentadora, diretora, compositora e cantora.

Ela é considerada fenômeno das artes por causa de sua capacidade de criação, interpretação e atuação em diversas áreas, como teatro, TV, cinema, música, rádio e shows. Nos palcos, fez diversas peças de sucesso que atravessaram o oceano Atlântico para também serem ovacionadas em Portugal.

Foram os musicais, no entanto, que apresentaram Bibi ao grande público. Na década de 1960, ela estrelou dois espetáculos que marcaram sua carreira: “Minha Querida Dama”, de Frederich Loewe e Alan Jay Lemer, com Paulo Autran e Jayme Costa; e “Alô, Dolly”, com Hilton Prado e Lísia Demoro.

Na década seguinte, Bibi Ferreira foi a estrela do musical “O Homem de La Mancha”, de Dale Wasserman, com letras adaptadas ao português por Chico Buarque.
Na televisão, Bibi Ferreira se destacou como apresentadora da extinta TV Excelsior. Ela esteva à frente dos programas “Brasil 60” e “Bibi Sempre aos Domingos”.

Na música, entre dezenas de sucessos alcançados, Bibi Ferreira ficou marcada por interpretar, com maestria, a cantora francesa Edith Piaf. Os espetáculos renderam todos os prêmios nacionais à artista, que também foi reconhecida no exterior.

Até o fechamento desta edição, a família de Bibi Ferreira ainda não tinha informado o local nem o horário do início do velório, mas confirmou que ela será cremada, no Rio de Janeiro.

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Reportagem, Cristiano Carlos