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BOLETIM AGRO: Brasil retoma negociações de soja com a China

Preços de frutas cítricas têm queda

  • Repórter
  • Data de publicação:
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Créditos: CNA

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Na edição de hoje, trazemos as principais novidades do agronegócio no Brasil e no mundo.


Depois de dias de pouca atividade no mercado, o Brasil voltou a negociar uma quantidade importante de soja com a China. Quem vai nos explicar como foi essa retomada é a jornalista Carla Mendes, do portal Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla! Conta pra gente, por favor, como acontece essa negociação.


“Desde que as negociações entre os Estados Unidos e a China se intensificaram e as tensões aumentaram entre os dois países, a China parou de comprar totalmente o tanto de soja que comprava dos EUA, em sinal de boa vontade para conseguir um acordo com os americanos, e se voltou ainda mais agressivamente com a sua demanda para a soja brasileira. Nos últimos dias nós negociamos mais de três milhões de toneladas de soja com os chineses, justamente por termos uma soja mais competitiva e não termos a taxação como acontece sobre a soja americana por parte da China. ”


Enquanto no mercado lá fora as notícias melhoram, aqui dentro do Brasil não temos notícias tão boas. Devido à grande produção de frutas e uma procura baixa por parte dos consumidores, o preço das frutas cítricas estão pressionados. Nos dê mais detalhes sobre essa situação, Carla.


“Uma demanda mais fraca pela laranja, principalmente in natura, no estado de São Paulo e uma oferta maior fizeram com que os preços recuassem cerca de 7% nesta semana. Com isso, o preço da caixa de 40.8 quilos passou para R$ 21,46 pagos ao produtor. Isso também vale para outras variedades, não só para a laranja in natura, mas também para a Lima ácida Taiti, uma outra variedade, esse cenário é semelhante. Nós também temos uma queda mais tímida, porém expressiva, de 1% nesse mesmo período. Então, realmente, uma pressão sob a Tangerina, por exemplo, e as frutas cítricas em um geral estão sofrendo com essa pressão."

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?


“É isso mesmo. Para quem quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Raphael".
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Na edição de hoje, trazemos as principais novidades do agronegócio no Brasil e no mundo.

Depois de dias de pouca atividade no mercado, o Brasil voltou a negociar uma quantidade importante de soja com a China. Quem vai nos explicar como foi essa retomada é a jornalista Carla Mendes, do portal Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla! Conta pra gente, por favor, como acontece essa negociação.
 

“Desde que as negociações entre os Estados Unidos e a China se intensificaram e as tensões aumentaram entre os dois países, a China parou de comprar totalmente o tanto de soja que comprava dos EUA, em sinal de boa vontade para conseguir um acordo com os americanos, e se voltou ainda mais agressivamente com a sua demanda para a soja brasileira. Nos últimos dias nós negociamos mais de três milhões de toneladas de soja com os chineses, justamente por termos uma soja mais competitiva e não termos a taxação como acontece sobre a soja americana por parte da China. ”

Enquanto no mercado lá fora as notícias melhoram, aqui dentro do Brasil não temos notícias tão boas. Devido à grande produção de frutas e uma procura baixa por parte dos consumidores, o preço das frutas cítricas estão pressionados. Nos dê mais detalhes sobre essa situação, Carla.

“Uma demanda mais fraca pela laranja, principalmente in natura, no estado de São Paulo e uma oferta maior fizeram com que os preços recuassem cerca de 7% nesta semana. Com isso, o preço da caixa de 40.8 quilos passou para R$ 21,46 pagos ao produtor. Isso também vale para outras variedades, não só para a laranja in natura, mas também para a Lima ácida Taiti, uma outra variedade, esse cenário é semelhante. Nós também temos uma queda mais tímida, porém expressiva, de 1% nesse mesmo período. Então, realmente, uma pressão sob a Tangerina, por exemplo, e as frutas cítricas em um geral estão sofrendo com essa pressão."

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para que quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Raphael.”