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BOLETIM AGRO: China quer ampliar cooperação com agro brasileiro

Especialista destaca que negociações com o país asiático independe do conflito comercial com os EUA

  • Repórter
  • Data de publicação:
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Créditos: Tony Oliveira - CNA

Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio

Uma declaração do embaixador da China no Brasil, Yang Wanning, animou o agronegócio brasileiro. Segundo o diplomata, os chineses têm interesse em cooperar ainda mais com o setor, fortalecendo as relações comerciais. Quem vai nos explicar como isso ocorreria, além de tratar sobre outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Essa declaração, de fato, animou o agronegócio. Principalmente porque eles querem intensificar essa parceria, que em 2018 rendeu frutos de mais de US$ 100 bilhões entre exportações e importações. Então, o objetivo é realmente estreitar essas relações, principalmente neste momento em que temos uma demanda cada vez maior do mercado chinês pelos produtos agropecuários de uma forma geral e uma demanda muito focada no Brasil, porque além dessa parceria já muito consolidada, temos ainda a situação da guerra comercial entre a China e os EUA, que também são importantes parceiros comerciais e estão com as relações abaladas. Então, os chineses estão focando no mercado brasileiro.”

Carla, alguma entidades destacaram o conflito entre Estados Unidos e China como uma das questões centrais para o desempenho do agronegócio em 2019. Foi o que a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, a Anec, declarou em sua previsão para a safra. No entanto, há quem discorde e acredite que as negociações com o país asiático sigam independente disso. Nos explique isso, Carla.

“Essa guerra comercial têm impactos no Brasil, no entanto, precisamos entender que as possibilidades, principalmente as possibilidades do agronegócio com o complexo de soja, que continuam grandes, com muito potencial, e elas independem dessa guerra comercial entre China e EUA. Porque quando tratamos de soja, por exemplo, temos o produto brasileiro mais barato e competitivo, os EUA não estão vendendo para a China efetivamente, quem está vendendo é o Brasil. Além disso, se os dois países entrarem em acordo, os embarques começam só em setembro, referente à nova safra Norte Americana, que começa a ser plantada em meados de junho e julho. Então temos uma situação de oportunidade para o Brasil. E é nisso que devemos focar nesse momento, segundo o consultor da SIMConsul, Liones Severo, em entrevista exclusiva para  o Notícias Agrícolas. O importante é o produtor estar atento aos fluxos das fazendas e o melhor momento para comercializar.   ”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima.

“Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br ”

Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio

Uma declaração do embaixador da China no Brasil, Yang Wanning, animou o agronegócio brasileiro. Segundo o diplomata, os chineses têm interesse em cooperar ainda mais com o setor, fortalecendo as relações comerciais. Quem vai nos explicar como isso ocorreria, além de tratar sobre outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.
 

“Essa declaração, de fato, animou o agronegócio. Principalmente porque eles querem intensificar essa parceria, que em 2018 rendeu frutos de mais de US$ 100 bilhões entre exportações e importações. Então, o objetivo é realmente estreitar essas relações, principalmente neste momento em que temos uma demanda cada vez maior do mercado chinês pelos produtos agropecuários de uma forma geral e uma demanda muito focada no Brasil, porque além dessa parceria já muito consolidada, temos ainda a situação da guerra comercial entre a China e os EUA, que também são importantes parceiros comerciais e estão com as relações abaladas. Então, os chineses estão focando no mercado brasileiro.”

Carla, alguma entidades destacaram o conflito entre Estados Unidos e China como uma das questões centrais para o desempenho do agronegócio em 2019. Foi o que a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, a Anec, declarou em sua previsão para a safra. No entanto, há quem discorde e acredite que as negociações com o país asiático sigam independente disso. Nos explique isso, Carla.

“Essa guerra comercial têm impactos no Brasil, no entanto, precisamos entender que as possibilidades, principalmente as possibilidades do agronegócio com o complexo de soja, que continuam grandes, com muito potencial, e elas independem dessa guerra comercial entre China e EUA. Porque quando tratamos de soja, por exemplo, temos o produto brasileiro mais barato e competitivo, os EUA não estão vendendo para a China efetivamente, quem está vendendo é o Brasil. Além disso, se os dois países entrarem em acordo, os embarques começam só em setembro, referente à nova safra Norte Americana, que começa a ser plantada em meados de junho e julho. Então temos uma situação de oportunidade para o Brasil. E é nisso que devemos focar nesse momento, segundo o consultor da SIMConsul, Liones Severo, em entrevista exclusiva para  o Notícias Agrícolas. O importante é o produtor estar atento aos fluxos das fazendas e o melhor momento para comercializar.   ”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima.

"Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br ”

Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.