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BOLETIM AGRO: Cotação média do trigo no 1º semestre é a maior da série do Cepea

Outro destaque vai para o Plano Safra 2019/2020, que proporcionará melhores condições de comercialização para pesca e aquicultura

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Créditos: Rajesh Balouria - Pixabay

Marca histórica para o trigo. De acordo com o Cepea – centro de pesquisa que analisa e registra as principais atividades do mercado –, os valores médios estabelecidos no primeiro semestre para o grão foram superiores aos do ano passado. A marca é a maior da série toda analisada.

O preço médio registrado em São Paulo foi de R$ 926,55 a tonelada. Em Santa Catarina – outro importante estado produtor –, o preço ficou em R$ 934,31 a tonelada.

Quem vai nos explicar o que causou esse aumento do preço do trigo, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Essa alta nos preços do trigo está atrelada, principalmente, à baixa oferta do grão de qualidade ao período de entressafra no Brasil e especialmente as exportações, que foram bastante importantes e volumosas nos primeiros seis meses de 2019. Além de tudo, tivemos boas exportações. E as nossas importações também foram boas, porque importamos mais. Justamente porque tínhamos baixa oferta de grão de baixa qualidade e, com isso, os preços subiram.”

E o Plano Safra 2019/2020, anunciado pelo governo recentemente, vai prevê novas linhas de financiamento para a pesca e a aquicultura. De que forma isso vai ajudar os produtores, Carla?

“Com as medidas anunciadas no Plano Safra 2019/2020, o governo trouxe um maior apoio aos pescadores e piscicultores com linhas de financiamento e de custeio, comercialização, industrialização e também de investimento. Dessa forma, os produtores que desenvolvem atividades pesqueiras e aquícolas podem obter financiamento para estocagem da produção, para venda futura, ou seja, em momentos melhores do mercado, não precisando vender logo que a produção fica pronta. Então, eles vão ter condições de investir em estocagens para poder participar do mercado em momentos mais oportunos e adequados.”

Obrigado pela participação, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br ”
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Marca histórica para o trigo. De acordo com o Cepea – centro de pesquisa que analisa e registra as principais atividades do mercado –, os valores médios estabelecidos no primeiro semestre para o grão foram superiores aos do ano passado. A marca é a maior da série toda analisada.

O preço médio registrado em São Paulo foi de R$ 926,55 a tonelada. Em Santa Catarina – outro importante estado produtor –, o preço ficou em R$ 934,31 a tonelada.

Quem vai nos explicar o que causou esse aumento do preço do trigo, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.
 

“Essa alta nos preços do trigo está atrelada, principalmente, à baixa oferta do grão de qualidade ao período de entressafra no Brasil e especialmente as exportações, que foram bastante importantes e volumosas nos primeiros seis meses de 2019. Além de tudo, tivemos boas exportações. E as nossas importações também foram boas, porque importamos mais. Justamente porque tínhamos baixa oferta de grão de baixa qualidade e, com isso, os preços subiram.”

E o Plano Safra 2019/2020, anunciado pelo governo recentemente, prevê novas linhas de financiamento para a pesca e a aquicultura. De que forma isso vai ajudar os produtores, Carla?

“Com as medidas anunciadas no Plano Safra 2019/2020, o governo trouxe um maior apoio aos pescadores e piscicultores com linhas de financiamento e de custeio, comercialização, industrialização e também de investimento. Dessa forma, os produtores que desenvolvem atividades pesqueiras e aquícolas podem obter financiamento para estocagem da produção, para venda futura, ou seja, em momentos melhores do mercado, não precisando vender logo que a produção fica pronta. Então, eles vão ter condições de investir em estocagens para poder participar do mercado em momentos mais oportunos e adequados.”

Obrigado pela participação, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br ”