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BOLETIM AGRO: Estiagem faz com que estimativa de milho em Maringá caia

Em dez meses, contratações do crédito rural chegam a R$ 142 bi

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Créditos: Wenderson Araujo -CNA

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro, em que trazemos as principais novidades do agronegócio no Brasil e no mundo.
A estimativa da produção do milho safrinha na cidade paranaense de Maringá vai sofrer uma redução considerável. Algumas áreas do município já estão há 40 dias sem chuvas. Para fechar a última safra, 2018/2019, Maringá também sofreu com uma queda de 40% na média da produtividade. Quem vai nos contar sobre a redução deste ano, além de abordar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Maringá é um dos principais produtores do milho safrinha no Paraná, que é o maior produtor deste milho ao lado do Mato Grosso, e nós vemos que nesta reta final do plantio, os produtores que esperavam colher uma média de 100 sacas por hectare vão ter uma perda de 20% com relação à expectativa, portanto, 80 sacas, segundo informações do Sindicato Rural de Maringá. Outra preocupação dos produtores é o preço de venda do milho. Com essa perspectiva de uma boa safrinha, apesar dos problemas pontuais, os preços já começam a cair. Os produtores esperavam um preço acima dos R$ 30, para conseguir uma margem de lucro que cobrisse os custos de produção e tivesse um rendimento. No entanto, esses preços não devem se confirmar. O preço atualmente está em R$ 25.”

E a contratação de crédito rural no intervalo entre julho do ano passado e abril desse ano atingiu a marca de R$ 142 bilhões. Os dados foram apresentados no Balanço de Financiamento Agropecuário Safra 2018/2019, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura. O que essa marca representa, Carla?

“Isso mostra que houve um aumento da procura dos produtores por esse recurso. Nós sabemos que, no Brasil, é pequeno o percentual de produtores que produzem com recursos próprios, eles ainda precisam buscar esse recurso com o governo. Para custeio foram R$ 78 bi, industrialização cerca de R$ 6,3 bi, e outros R$ 21 bi para a comercialização. Os financiamentos de investimentos alcançaram R$ 36,6 bilhões, um aumento de 21%, e o destaque fica para as aquisições de máquinas e os implementos agrícolas, que são de um programa chamado Moderfrota. Isso mostra que o produtor está focado em manter o maquinário atualizado e moderno para garantir bons resultados"

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para que quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Raphael".
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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A estimativa da produção do milho safrinha na cidade paranaense de Maringá vai sofrer uma redução considerável. Algumas áreas do município já estão há 40 dias sem chuvas. Para fechar a última safra, 2018/2019, Maringá também sofreu com uma queda de 40% na média da produtividade. Quem vai nos contar sobre a redução deste ano, além de abordar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.
 

“Maringá é um dos principais produtores do milho safrinha no Paraná, que é o maior produtor deste milho ao lado do Mato Grosso, e nós vemos que nesta reta final do plantio, os produtores que esperavam colher uma média de 100 sacas por hectare vão ter uma perda de 20% com relação à expectativa, portanto, 80 sacas, segundo informações do Sindicato Rural de Maringá. Outra preocupação dos produtores é o preço de venda do milho. Com essa perspectiva de uma boa safrinha, apesar dos problemas pontuais, os preços já começam a cair. Os produtores esperavam um preço acima dos R$ 30, para conseguir uma margem de lucro que cobrisse os custos de produção e tivesse um rendimento. No entanto, esses preços não devem se confirmar. O preço atualmente está em R$ 25.”

E a contratação de crédito rural no intervalo entre julho do ano passado e abril desse ano atingiu a marca de R$ 142 bilhões. Os dados foram apresentados no Balanço de Financiamento Agropecuário Safra 2018/2019, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura. O que essa marca representa, Carla?

“Isso mostra que houve um aumento da procura dos produtores por esse recurso. Nós sabemos que, no Brasil, é pequeno o percentual de produtores que produzem com recursos próprios, eles ainda precisam buscar esse recurso com o governo. Para custeio foram R$ 78 bi, industrialização cerca de R$ 6,3 bi, e outros R$ 21 bi para a comercialização. Os financiamentos de investimentos alcançaram R$ 36,6 bilhões, um aumento de 21%, e o destaque fica para as aquisições de máquinas e os implementos agrícolas, que são de um programa chamado Moderfrota. Isso mostra que o produtor está focado em manter o maquinário atualizado e moderno para garantir bons resultados"

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para que quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Raphael.”