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BOLETIM AGRO: Exportações de suíno têm salto na receita de 24,1%, em julho

E mais nesta edição: aumento nos preços da carne bovina e do milho; presidente Bolsonaro defende liberação de mais defensivos agrícolas

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Créditos: CNA

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Na edição de hoje, trazemos alguns destaques do agronegócio.

O fluxo de exportação de carne suína brasileira segue acumulando bons resultados. Em julho, não foi diferente. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, a marca registrada no mês é a melhor do ano até agora. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esses resultados, além de abordar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.

“Nós tivemos mais de 67 mil toneladas de exportações de carne suína somente no mês de julho. A alta no acumulado dos sete primeiros meses de 2019 é de 23,5% em relação ao ano anterior. Em receita, as exportações alcançaram US$ 148 milhões – esse é o melhor desempenho dos últimos 23 meses. Claro que a participação da China muito mais forte: sendo o principal comprador do Brasil, o país tem grande peso nesse desempenho bom da carne suína quando o assunto é exportação.”

Seguindo na pecuária, só que agora sobre os bovinos, os preços de balcão da carne com osso tiveram uma valorização recente. De quanto foi esse aumento, Carla?

“Nós observamos uma alta considerável e o preço passou por essa valorização, que chega a quase R$ 10 o quilo. Então, temos uma retomada dos preços de balcão, ou seja, do mercado disponível quando o assunto é boi. A arroba do boi, do animal terminado, também está subindo e trata-se de uma demanda interna maior, uma demanda para a exportação maior e uma oferta que começa a ficar mais regulada neste momento. Essa composição de fatores acaba, portanto, promovendo uma alta em efeito cascata nesse setor. ”

Um relatório da Radar Investimentos aponta que a colheita da safrinha de milho está em sua reta final. O que esperar dessa safra no quesito de preços, Carla?

“Com uma safra muito boa, positiva, caminhando dentro do ritmo normal, a oferta de milho disponível começa a aumentar. No entanto, a demanda pelo milho brasileiro está extremamente aquecida. Nós temos exportado muito milho e, aqui dentro, nós também temos uma procura e um consumo maior, justamente por esse bom desempenho do setor de proteínas animais. Por isso, estamos vendo preços entre R$36 e R$36,50 por saca em Campinas, que é uma praça importante, e vemos que são referências importantes mostrando preços sustentados. Então, as perspectivas são positivas para o setor.”

Por fim, o presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa da aprovação de novos registros de defensivos agrícolas. Carla, o que o presidente comentou sobre o assunto que anda tão em alta no agro?

“Ele defendeu que é impossível alimentar o mundo sem usar esses agroquímicos. O Brasil tem uma participação esperada para os próximos anos de mais de 30% no atendimento ao aumento de consumo de alimentos no mundo. E o Bolsonaro defendeu essa situação. Será necessária a utilização desses novos químicos para garantir a produtividade.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. noticiasagricolas.com.br para ser o produtor rural mais bem informado do Brasil."

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Na edição de hoje, trazemos alguns destaques do agronegócio.

O fluxo de exportação de carne suína brasileira segue acumulando bons resultados. Em julho, não foi diferente. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, a marca registrada no mês é a melhor do ano até agora. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esses resultados, além de abordar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.

“Nós tivemos mais de 67 mil toneladas de exportações de carne suína somente no mês de julho. A alta no acumulado dos sete primeiros meses de 2019 é de 23,5% em relação ao ano anterior. Em receita, as exportações alcançaram US$ 148 milhões – esse é o melhor desempenho dos últimos 23 meses. Claro que a participação da China muito mais forte: sendo o principal comprador do Brasil, o país tem grande peso nesse desempenho bom da carne suína quando o assunto é exportação.”

Seguindo na pecuária, só que agora sobre os bovinos, os preços de balcão da carne com osso tiveram uma valorização recente. De quanto foi esse aumento, Carla?

“Nós observamos uma alta considerável e o preço passou por essa valorização, que chega a quase R$ 10 o quilo. Então, temos uma retomada dos preços de balcão, ou seja, do mercado disponível quando o assunto é boi. A arroba do boi, do animal terminado, também está subindo e trata-se de uma demanda interna maior, uma demanda para a exportação maior e uma oferta que começa a ficar mais regulada neste momento. Essa composição de fatores acaba, portanto, promovendo uma alta em efeito cascata nesse setor. ”

Um relatório da Radar Investimentos aponta que a colheita da safrinha de milho está em sua reta final. O que esperar dessa safra no quesito de preços, Carla?

“Com uma safra muito boa, positiva, caminhando dentro do ritmo normal, a oferta de milho disponível começa a aumentar. No entanto, a demanda pelo milho brasileiro está extremamente aquecida. Nós temos exportado muito milho e, aqui dentro, nós também temos uma procura e um consumo maior, justamente por esse bom desempenho do setor de proteínas animais. Por isso, estamos vendo preços entre R$36 e R$36,50 por saca em Campinas, que é uma praça importante, e vemos que são referências importantes mostrando preços sustentados. Então, as perspectivas são positivas para o setor.”

Por fim, o presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa da aprovação de novos registros de defensivos agrícolas. Carla, o que o presidente comentou sobre o assunto que anda tão em alta no agro?

“Ele defendeu que é impossível alimentar o mundo sem usar esses agroquímicos. O Brasil tem uma participação esperada para os próximos anos de mais de 30% no atendimento ao aumento de consumo de alimentos no mundo. E o Bolsonaro defendeu essa situação. Será necessária a utilização desses novos químicos para garantir a produtividade.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo, noticiasagricolas.com.br para ser o produtor rural mais bem informado do Brasil."