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BOLETIM AGRO: Goiás tem prejuízo de mais de R$ 2 bi com quebra da safra de soja

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Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio.

As mudanças e instabilidades no clima causaram prejuízos no início deste ano em pontos distintos. Agora, foi a vez do estado de Goiás colocar no papel o tamanho do prejuízo. Segundo a Aprosoja do estado, a queda foi de quase 20% na produção. Quem vai nos contar o impacto dessa queda, além de comentar outros assuntos, é a jornalista do Notícias Agrícolas, Carla Mendes. Bem-vinda Carla.

“Olá, Raphael. Realmente, o estado de Goiás deve ter um prejuízo de pelo menos R$2,1 bilhões, com uma perda de quase 20% da safra de soja. Isso é resultado de temperaturas muito elevadas, dois veranicos, um em janeiro e outro em dezembro, e chuvas irregulares durante todo o desenvolvimento da cultura. E as lavouras continuam perdendo potencial produtivo. Essa queda, que pode ser algo em torno de dois milhões de toneladas de soja, tem esse peso grande para a receita do estado, que é primariamente agrícola. Então isso traz prejuízo para toda a cadeia. Além disso os preços da soja seguem pressionados no Brasil, incerto por conta do dólar, as cotações em Chicago andando de lado e além de ter menos soja para vender os produtores terão que vender por um preço bem menor, o que aumenta a preocupação do produtor goiano neste momento.”

Mas também há boas notícias para os produtores da parte central do país, principalmente os que vão trabalhar com o milho safrinha. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão é de que o tempo fique da maneira ideal para o plantio. É isso mesmo, Carla? Nos dê mais detalhes sobre essa situação.

“Isso mesmo, em entrevista ao Notícias Agrícolas, o meteorologista do INMET, Renato Lazinsk, nos trouxe a informação de que um bloqueio atmosférico que estava sob o Brasil central foi de fato rompido e as chuvas voltam a normalidade, permitindo que o desenvolvimento da segunda safra de milho no Brasil seja melhor e garantida, principalmente na região Centro Sul, a principal região produtora. Nós vemos uma mudança considerável no padrão climático. Esse bloqueio impedia que o volume de chuvas fosse boM nessas regiões durante esse fenômeno e com o rompimento, a situação deve mudar. Além disso, uma outra informação boa, a região não precisa se preocupar com geadas, porque as temperaturas estarão nos níveis adequados para o desenvolvimento da segunda safra de milho.”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima.

“Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br ”

Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.

#Agro


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