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BOLETIM AGRO: Indicadores de soja atingem maiores resultados do ano

Outro destaque é o crescimento da produção de peixes em SC

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  • Data de publicação:
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Créditos: Arquivo CNA

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Na edição de hoje, trazemos alguns destaques do agronegócio brasileiro.

Os indicadores de preço da soja ESALQ/BM&FBovespa e o CEPEA/ESALQ apresentaram os maiores resultados deste ano para os valores médios do grão. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esses resultados, além de comentar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.

“Essa disparada do câmbio com a moeda americana atingindo R$ 4, e o baixo volume que nós temos para comercializar essa soja da safra 2018/2019 criam um cenário muito favorável para os preços e os produtores estão se favorecendo deste cenário, comercializando com preços que são os maiores do ano, se observarmos o valor em reais por saca. Somente na última semana os preços subiram, segundo os indicadores, mais de 2% e fecharam a R$37,40 o saco.”

Ainda falando sobre soja, uma auditoria realizada pela Cesb revelou um potencial produtivo para o Brasil de atingir até três dígitos nas áreas comercias. O que isso significa, Carla?

“O Cesb é o Comitê Estratégico de Soja Brasil’. Essa instituição é responsável por trabalhar junto com os produtores para que eles possam otimizar os seus índices de produtividade e otimizar também os índices de produção. Com essas auditorias foi possível observar que algumas áreas do país, aquelas que produzem soja em escala industrial, podem atingir níveis de produtividade muito acima da média do Brasil, que está pouco acima de 50 sacas por hectare, e garantir um potencial muito maior ao combinar. Então, aumentar esse potencial é o objetivo do Cesb.”

Aproveitando o bom momento das proteínas brasileiras mundo afora, a ministra Tereza Cristina revelou as tentativas para uma abertura no mercado japonês. O país asiático seria, segundo a ministra, destino para as carnes bovina e suína. Segundo a ministra, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Rondônia foram os estados que propuseram essa abertura. Conte-nos mais sobre essa possibilidade, Carla.

“Atualmente, segundo dados do Ministério da Agricultura, o Japão é o quarto maior importador de produtos agrícolas do mundo, e é extremamente importante para o Brasil manter uma boa relação com esse comprador. O Brasil já é um dos principais fornecedores, e, por exemplo, a carne de frango in natura, café verde, etanol e suco de laranja já são produtos que o Brasil envia para os japoneses. Somente em 2018 , os produtos brasileiros foram responsáveis por apenas 3,2% das importações agrícolas do mercado japonês. O objetivo é continuar abrindo esse mercado e consolidar a relação com o comprador japonês, que é um dos mais exigentes do mundo.”

Alvo de investimentos nesse plano safra, a piscicultura já começa a apresentar algumas melhoras e aumentos. De acordo com a Secretaria de Agricultura de Santa Catarina, a produção de peixes de água doce no estado já subiu 10,6%. É isso mesmo, Carla.

“Hoje, o estado de Santa Catarina conta com aproximadamente 34 mil piscicultores, mas apenas 9% desse total atua como produtores comerciais. Dessa forma, o objetivo é que esses 10% de aumento sejam um estímulo para esses piscicultores usarem mais tecnologia e investir nisso para aprimorarem a atividade e aumentar o percentual desses produtores que são considerados produtores comerciais. A piscicultura tem grande potencial de mercado e Santa Catarina tem todas as condições de se destacar nesse setor pelas características naturais.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para quem quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Para ser o produtor rural mais bem informado. Até a próxima.”

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Os indicadores de preço da soja ESALQ/BM&FBovespa e o CEPEA/ESALQ apresentaram os maiores resultados deste ano para os valores médios do grão. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esses resultados, além de comentar outros assuntos, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.
 

“Essa disparada do câmbio com a moeda americana atingindo R$ 4, e o baixo volume que nós temos para comercializar essa soja da safra 2018/2019 criam um cenário muito favorável para os preços e os produtores estão se favorecendo deste cenário, comercializando com preços que são os maiores do ano, se observarmos o valor em reais por saca. Somente na última semana os preços subiram, segundo os indicadores, mais de 2% e fecharam a R$37,40 o saco.”

Ainda falando sobre soja, uma auditoria realizada pela Cesb revelou um potencial produtivo para o Brasil de atingir até três dígitos nas áreas comercias. O que isso significa, Carla?

“O Cesb é o Comitê Estratégico de Soja Brasil’. Essa instituição é responsável por trabalhar junto com os produtores para que eles possam otimizar os seus índices de produtividade e otimizar também os índices de produção. Com essas auditorias foi possível observar que algumas áreas do país, aquelas que produzem soja em escala industrial, podem atingir níveis de produtividade muito acima da média do Brasil, que está pouco acima de 50 sacas por hectare, e garantir um potencial muito maior ao combinar. Então, aumentar esse potencial é o objetivo do Cesb.”

Aproveitando o bom momento das proteínas brasileiras mundo afora, a ministra Tereza Cristina revelou as tentativas para uma abertura no mercado japonês. O país asiático seria, segundo a ministra, destino para as carnes bovina e suína. Segundo a ministra, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Rondônia foram os estados que propuseram essa abertura. Conte-nos mais sobre essa possibilidade, Carla.

“Atualmente, segundo dados do Ministério da Agricultura, o Japão é o quarto maior importador de produtos agrícolas do mundo, e é extremamente importante para o Brasil manter uma boa relação com esse comprador. O Brasil já é um dos principais fornecedores, e, por exemplo, a carne de frango in natura, café verde, etanol e suco de laranja já são produtos que o Brasil envia para os japoneses. Somente em 2018 , os produtos brasileiros foram responsáveis por apenas 3,2% das importações agrícolas do mercado japonês. O objetivo é continuar abrindo esse mercado e consolidar a relação com o comprador japonês, que é um dos mais exigentes do mundo.”

Alvo de investimentos nesse plano safra, a piscicultura já começa a apresentar algumas melhoras e aumentos. De acordo com a Secretaria de Agricultura de Santa Catarina, a produção de peixes de água doce no estado já subiu 10,6%. É isso mesmo, Carla.

“Hoje, o estado de Santa Catarina conta com aproximadamente 34 mil piscicultores, mas apenas 9% desse total atua como produtores comerciais. Dessa forma, o objetivo é que esses 10% de aumento sejam um estímulo para esses piscicultores usarem mais tecnologia e investir nisso para aprimorarem a atividade e aumentar o percentual desses produtores que são considerados produtores comerciais. A piscicultura tem grande potencial de mercado e Santa Catarina tem todas as condições de se destacar nesse setor pelas características naturais.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para quem quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Para ser o produtor rural mais bem informado. Até a próxima.”