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BOLETIM AGRO: Média de exportações de milho em alta

Em agosto, as vendas ao exterior do grão somaram mais de US$1,3 milhões

  • Repórter
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Créditos: Arquivo CNA

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Você acompanha, agora, os principais destaques do agronegócio do País.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) dão uma dimensão dos bons resultados na exportação de milho. Em agosto, segundo dados revelados nesta semana, a média de exportação foi 183,2% maior que no mesmo mês do ano passado. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esse resultado do grão brasileiro é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.

“Segundo números da Secex, a média do Brasil foi de 347,9 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 30 de agosto. No mesmo período do ano anterior, a média diária foi 122,8 mil toneladas. Nós observamos que, no final do mês, foram exportadas mais de 7,6 milhões de toneladas. Veja como é grande o potencial de exportação de milho do Brasil esse ano. Em receita, as exportações do grão nesse mês de agosto somaram mais de US$1,3 milhões de dólares.”

Como consequência natural, os preços do produto subiram nos últimos dias segundo dados do Cepa. O que mais puxou essa alta no preço do milho, Carla?

“O ritmo intenso das exportações é uma situação. Essas exportações são negócios fechados anteriormente. Neste momento, vemos o produtor diante de possibilidade de preços melhores do que ele já observou – segurar mais novas vendas. Isso também ajuda a puxar os preços. Por isso que as maiores altas foram registradas nas praças consumidoras. Porque não só a exportação está forte, mas a demanda interna também. Então praças como São Paulo e Santa Catarina tiveram bons ganhos.”

Falando agora de outro importante produto brasileiro, o etanol. Uma publicação no Diário Oficial neste último fim de semana elevou a cota de importação do produto para 750 milhões de litros sem tarifa. O que isso muda para os produtores, Carla?

“A cota anterior era de 600 milhões de litros de etanol por ano sem tarifas. Essa reestruturação foi discutida entre os ministérios da Agricultura, Economia e das Relações Exteriores. O objetivo é ampliar a nossa pauta exportadora e os nossos mercados. Atualmente, o imposto de exportação do etanol é de 20%, mas a tarifa só é cobrada se o país ultrapassar a cota. Dentro desse limite, a cota é zero para qualquer país. O objetivo é ficar atento às importações brasileiras de etanol que vem dos Estados Unidos. Lembrando: essa cota já está em vigor e tem validade de 12 meses.”

Fechando nosso giro de notícias, a chegada das chuvas nas regiões oeste e sul do Paraná darão as condições ideais para o início da safra de verão. O que esperar desse cenário?

“A expectativa é muito boa. No próximo dia 10 de setembro encerra o vazio sanitário no estado do Paraná, o que quer dizer que já poderemos ver os produtores começando a plantar. Essas chuvas recentes e as que estão por vir para os próximos dias trazem umidade suficiente para o início do plantio. Ela melhora as condições de umidade do solo e trazem esse cenário favorável para os trabalhos de campo serem iniciados.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

É isso mesmo. noticiasagricolas.com.br para ser o produtor rural mais bem informado do Brasil."

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) dão uma dimensão dos bons resultados na exportação de milho. Em agosto, segundo dados revelados nesta semana, a média de exportação foi 183,2% maior que no mesmo mês do ano passado. Quem vai nos dar mais detalhes sobre esse resultado do grão brasileiro é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.
 

“Segundo números da Secex, a média do Brasil foi de 347,9 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 30 de agosto. No mesmo período do ano anterior, a média diária foi 122,8 mil toneladas. Nós observamos que, no final do mês, foram exportadas mais de 7,6 milhões de toneladas. Veja como é grande o potencial de exportação de milho do Brasil esse ano. Em receita, as exportações do grão nesse mês de agosto somaram mais de US$1,3 milhões de dólares.”

Como consequência natural, os preços do produto subiram nos últimos dias segundo dados do Cepa. O que mais puxou essa alta no preço do milho, Carla?

“O ritmo intenso das exportações é uma situação. Essas exportações são negócios fechados anteriormente. Neste momento, vemos o produtor diante de possibilidade de preços melhores do que ele já observou – segurar mais novas vendas. Isso também ajuda a puxar os preços. Por isso que as maiores altas foram registradas nas praças consumidoras. Porque não só a exportação está forte, mas a demanda interna também. Então praças como São Paulo e Santa Catarina tiveram bons ganhos.”

Falando agora de outro importante produto brasileiro, o etanol. Uma publicação no Diário Oficial neste último fim de semana elevou a cota de importação do produto para 750 milhões de litros sem tarifa. O que isso muda para os produtores, Carla?

“A cota anterior era de 600 milhões de litros de etanol por ano sem tarifas. Essa reestruturação foi discutida entre os ministérios da Agricultura, Economia e das Relações Exteriores. O objetivo é ampliar a nossa pauta exportadora e os nossos mercados. Atualmente, o imposto de exportação do etanol é de 20%, mas a tarifa só é cobrada se o país ultrapassar a cota. Dentro desse limite, a cota é zero para qualquer país. O objetivo é ficar atento às importações brasileiras de etanol que vem dos Estados Unidos. Lembrando: essa cota já está em vigor e tem validade de 12 meses.”

Fechando nosso giro de notícias, a chegada das chuvas nas regiões oeste e sul do Paraná darão as condições ideais para o início da safra de verão. O que esperar desse cenário?

“A expectativa é muito boa. No próximo dia 10 de setembro encerra o vazio sanitário no estado do Paraná, o que quer dizer que já poderemos ver os produtores começando a plantar. Essas chuvas recentes e as que estão por vir para os próximos dias trazem umidade suficiente para o início do plantio. Ela melhora as condições de umidade do solo e trazem esse cenário favorável para os trabalhos de campo serem iniciados.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo, noticiasagricolas.com.br para ser o produtor rural mais bem informado do Brasil."