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BOLETIM AGRO: MT, GO e RO têm alerta para chuvas fortes no meio de semana

Preço do feijão dispara e atinge R$ 400 para saca de 60 quilos

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Créditos: Inmet

Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio.

O clima chuvoso permanece em boa parte do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. E a previsão para o meio desta semana é de fortes chuvas em estados como Mato Grosso, Goiás e Rondônia. Quem vai nos dar mais detalhes sobre este cenário, e debater outras questões, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Obrigada, Raphael. As chuvas volta a chamar a atenção do setor agropecuário, uma vez que um corredor de umidade se formou e ganha forças, mantendo as chuvas mais fortes e constantes no Centro-Sul do Brasil até o fim de fevereiro. A chuva sob a maior parte dessa região vai continuar acontecendo, mas elas param em determinados momentos do dia, o que não prejudica os trabalhos de campo, tanto no plantio da soja como na safrinha de milho, além das demais culturas que estão sendo cultivadas neste momento. Devemos ter chuvas entre 20 e 30 milímetros, em algumas regiões podendo chegar em até 50 milímetros. Os ventos podem marcar de 40 a 50 quilômetros por hora nos estados de Mato Grosso, Goiás e Rondônia.”

E um produto comum dos pratos brasileiros enfrenta uma alta considerável nos últimos tempos. O quilo do feijão carioca atingiu nesta semana R$ 11,90 nas prateleiras dos supermercados. Por que isso está acontecendo, Carla?

“É resultado de uma série de fatores. Entre elas, redução da área plantada com essa variedade de feijão no Brasil, pelos produtores que vieram enfrentando cerca de dois ou três anos de baixa renda com esse tipo de feijão, além de problemas climáticos. A estiagem tirou boa parte do potencial produtivo desta safra, principalmente nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais, que são os principais produtores de feijão do Brasil, o que reduziu a oferta de forma drástica. O preço para os produtores tem variado entre R$ 350 e R$ 400 a saca de 600 quilos. Temos ainda esse momento onde os produtores, diante dessa situação, acabam cadenciando mais as vendas para aproveitar esses níveis de preços, e os consumidores vão sentir a alta inevitavelmente.”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima.

“Eu que agradeço, até a próxima.” 

Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Olá, meu nome é Raphael Costa e este é mais Boletim Agro, um resumo das principais notícias do agronegócio.

O clima chuvoso permanece em boa parte do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. E a previsão para o meio desta semana é de fortes chuvas em estados como Mato Grosso, Goiás e Rondônia. Quem vai nos dar mais detalhes sobre este cenário, e debater outras questões, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Obrigada, Raphael. As chuvas volta a chamar a atenção do setor agropecuário, uma vez que um corredor de umidade se formou e ganha forças, mantendo as chuvas mais fortes e constantes no Centro-Sul do Brasil até o fim de fevereiro. A chuva sob a maior parte dessa região vai continuar acontecendo, mas elas param em determinados momentos do dia, o que não prejudica os trabalhos de campo, tanto no plantio da soja como na safrinha de milho, além das demais culturas que estão sendo cultivadas neste momento. Devemos ter chuvas entre 20 e 30 milímetros, em algumas regiões podendo chegar em até 50 milímetros. Os ventos podem marcar de 40 a 50 quilômetros por hora nos estados de Mato Grosso, Goiás e Rondônia.”

E um produto comum dos pratos brasileiros enfrenta uma alta considerável nos últimos tempos. O quilo do feijão carioca atingiu nesta semana R$ 11,90 nas prateleiras dos supermercados. Por que isso está acontecendo, Carla?

“É resultado de uma série de fatores. Entre elas, redução da área plantada com essa variedade de feijão no Brasil, pelos produtores que vieram enfrentando cerca de dois ou três anos de baixa renda com esse tipo de feijão, além de problemas climáticos. A estiagem tirou boa parte do potencial produtivo desta safra, principalmente nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais, que são os principais produtores de feijão do Brasil, o que reduziu a oferta de forma drástica. O preço para os produtores tem variado entre R$ 350 e R$ 400 a saca de 600 quilos. Temos ainda esse momento onde os produtores, diante dessa situação, acabam cadenciando mais as vendas para aproveitar esses níveis de preços, e os consumidores vão sentir a alta inevitavelmente.”

Perfeito, Carla. Obrigado pelas informações, até a próxima.

“Eu que agradeço, até a próxima.” 

Esse foi mais um Boletim Agro, muito obrigado a todos.