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Nova proposta para tabelamento do frete não agrada setor do Agronegócio

CNA visita pavilhão brasileiro em feira do agro chinês

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Créditos: Tomaz Silva/Agência Brasi

Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro, em que trazemos as principais novidades do agronegócio no Brasil e no mundo.

O tabelamento do frete continua gerando debates para o setor agrícola. Depois de isentar caminhoneiros das multas para quem não cumprisse o tabelamento, a questão ganhou um novo capítulo. Desta vez, a Esalq desenvolveu uma nova metodologia para o cálculo do frete, no entanto, a proposta não agradou nem empresários, nem caminhoneiros. Quem vai nos explicar a proposta, além de comentar outros assuntos é a Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“Essa questão do tabelamento dos fretes rodoviários é um grande impasse e como você colocou, essa metodologia desenvolvida pela Esalq mostrou inclusive que os preços mínimos dos fretes podem ficar menores que o mínimo anterior. Isso mostra que as empresas estavam pagando mais valores que poderiam pagar, caso os cálculos fossem refeitos, como foram pela Esalq. Os caminhoneiros, sindicalistas, empresários dos transportes e representantes de entidades do agronegócio e do setor industrial mostraram suas preocupações com relação a esse fator. Enquanto os motoristas trouxeram questões, como as dificuldades geradas pelos atravessadores de carga, constantes reajustes de preços do Diesel e toda a questão do desgaste dos veículos, o setor privado mostrou a ilegalidade do tabelamento, os problemas para a produtividade e a imposição de alguns custos, que segundo o setor, são indevidos.”

Em viagem oficial pela Ásia, junto com a ministra da agricultura, Tereza Cristina, a comitiva da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, visitou o pavilhão brasileiro na Sial, importante feira do agro chinês. Qual o balanço dessa visita, Carla?

“A avaliação dos empresários que participaram dessa feira, são de negócios que podem ser bastante promissores. Nós falamos de produtos bastante interessantes que estão sendo repercutidos lá na Ásia, como o açaí, que é um objetivo de mercado do Brasil. Levar o açaí já tão disseminado aqui na cultura brasileira, então estamos tentar levar esse produto para o Japão, Cingapura, Coréia. Então esse é um dos produtos. Essas empresas foram selecionadas para aumentarem a nossa pauta de produtos nos mercados asiáticos. Nós temos também o suco de laranja, as proteínas animais. Então temos um mercado com elevado potencial.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para quem quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Raphael".
 

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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O tabelamento do frete continua gerando debates para o setor agrícola. Depois de isentar caminhoneiros das multas para quem não cumprisse o tabelamento, a questão ganhou um novo capítulo. Desta vez, a Esalq desenvolveu uma nova metodologia para o cálculo do frete, no entanto, a proposta não agradou nem empresários, nem caminhoneiros. Quem vai nos explicar a proposta, além de comentar outros assuntos é a Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.
 

“Essa questão do tabelamento dos fretes rodoviários é um grande impasse e como você colocou, essa metodologia desenvolvida pela Esalq mostrou inclusive que os preços mínimos dos fretes podem ficar menores que o mínimo anterior. Isso mostra que as empresas estavam pagando mais valores que poderiam pagar, caso os cálculos fossem refeitos, como foram pela Esalq. Os caminhoneiros, sindicalistas, empresários dos transportes e representantes de entidades do agronegócio e do setor industrial mostraram suas preocupações com relação a esse fator. Enquanto os motoristas trouxeram questões, como as dificuldades geradas pelos atravessadores de carga, constantes reajustes de preços do Diesel e toda a questão do desgaste dos veículos, o setor privado mostrou a ilegalidade do tabelamento, os problemas para a produtividade e a imposição de alguns custos, que segundo o setor, são indevidos.”

Em viagem oficial pela Ásia, junto com a ministra da agricultura, Tereza Cristina, a comitiva da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, visitou o pavilhão brasileiro na Sial, importante feira do agro chinês. Qual o balanço dessa visita, Carla?

“A avaliação dos empresários que participaram dessa feira, são de negócios que podem ser bastante promissores. Nós falamos de produtos bastante interessantes que estão sendo repercutidos lá na Ásia, como o açaí, que é um objetivo de mercado do Brasil. Levar o açaí já tão disseminado aqui na cultura brasileira, então estamos tentar levar esse produto para o Japão, Cingapura, Coréia. Então esse é um dos produtos. Essas empresas foram selecionadas para aumentarem a nossa pauta de produtos nos mercados asiáticos. Nós temos também o suco de laranja, as proteínas animais. Então temos um mercado com elevado potencial.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. Para que quiser saber mais sobre o agronegócio brasileiro e mundial: noticiasagricolas.com.br. Até a próxima, Paulo.”