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Bolívia terá eleições para presidente em maio

O pleito será realizado mais de seis meses após crise que culminou com renúncia de Evo Morales

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Foto: alainet.org

O governo interino da Bolívia anunciou que o país vai ter eleições para escolha de um novo presidente no dia 3 de maio. A informação foi divulgada pelo vice-presidente do Tribunal Supremo Eleitoral boliviano, nesta sexta-feira (4).

A eleição será realizada mais de seis meses após a crise política que se implantou no país e forçou a renúncia do então presidente, Evo Morales, e a ascensão de Jeanine Áñez ao cargo de forma interina.

A turbulência no poder da Bolívia começou após as eleições de outubro serem consideradas fraudulentas pela Organização dos Estados Americanos (OEA). No pleito, Evo Morales havia vencido o concorrente, Carlos Mesa, por diferença menor de 10% e sem alcançar a maioria dos votos válidos.

Pressionado pela população, que foi às ruas em protestos, Evo renunciou ao cargo e se exilou no México. Em novembro, senadores e deputados bolivianos aprovaram projeto de lei que anula as eleições passadas e convoca o novo pleito. 

Cristiano Carlos

Cristiano é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília, com larga experiência em emissoras de rádio, desde 2002. Como repórter trabalha na cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, na produção de conteúdos sobre o dia a dia dos bastidores, da atuação dos parlamentares, nas comissões e nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. Acompanhou as campanhas eleitorais nacionais em 2014 e 2018. Também atua nas editorias de educação, saúde e esportes.


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LOC: O governo interino da Bolívia anunciou que o país vai ter eleições para escolha de um novo presidente no dia 3 de maio. A informação foi divulgada pelo vice-presidente do Tribunal Supremo Eleitoral boliviano, nesta sexta-feira (4).

A eleição será realizada mais de seis meses após a crise política que se implantou no país e forçou a renúncia do então presidente, Evo Morales, e a ascensão de Jeanine Áñez ao cargo de forma interina.

A turbulência no poder da Bolívia começou após as eleições de outubro serem consideradas fraudulentas pela Organização dos Estados Americanos (OEA). No pleito, Evo Morales havia vencido o concorrente, Carlos Mesa, por diferença menor de 10% e sem alcançar a maioria dos votos válidos.

Pressionado pela população, que foi às ruas em protestos, Evo renunciou ao cargo e se exilou no México. Em novembro, senadores e deputados bolivianos aprovaram projeto de lei que anula as eleições passadas e convoca o novo pleito. 

Reportagem, Cristiano Carlos