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BOM DESPACHO (MG): Município registra aumento no número de casos confirmados de dengue

Em 2019, já foram confirmados 84 casos da doença, enquanto que, em 2018, foram 14.

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Em 2019, o estado de Minas Gerais registrou, até o dia 24 de agosto, aproximadamente 470 mil casos prováveis de dengue. Quando comparado ao mesmo período do ano passado, esse número é 20 vezes maior. No município de Bom Despacho, a situação é de alerta para a população. Em 2019, já foram confirmados 84 casos da doença, enquanto que, em 2018, foram 14. Apesar do aumento, nenhum óbito foi registrado. No ano passado, dois casos de chikungunya foram confirmados e não foi constatado nenhum caso de Zika. Dados que se repetem em 2019. 

De acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo mosquito, o LIRAa, realizado em maio deste ano, o município registrou índice de 9,6, o que aponta risco de infestação, resultado que se mantém desde 2013. De acordo com o gerente de vigilância epidemiológica, Fernando Júnior, mais de 90% dos criadouros estão localizados dentro das residências dos moradores.  

“Ficando em primeiro lugar os depósitos fixos, que são ralinhos e vasos sanitário em desuso. Em segundo tem entrado os bebedouros de animais, vasos de plantas, que são os depósitos móveis. E, nesse último LIRAa, também se destacou muito bromélia, aquário e, também, tanque, barril, caixa d´água ao nível do solo. A população ainda está com o hábito de armazenar água em alguns bairros da cidade, mas não está vedando adequadamente.”

Em maio deste ano, a servidora pública Rafaela Pereira de Souza, de 30 anos, moradora do Centro da cidade, foi acometida pela dengue. Na época, por estar na quadragésima semana de gestação, a servidora foi diagnosticada com ansiedade. O quadro de dengue só foi confirmado quando Rafaela foi internada para dar à luz. Ela conta quais foram os sintomas e como se sentiu.

“Começou com uma diarreia, depois eu tive muita dor. Comecei a sentir dor pelo corpo, muita dor e muito cansaço. Eu estava muito mal, muita dor no olho, muita dor no corpo. Nossa, insuportável... Febre de 40 graus...”

Depois do susto, Rafaela deixa um recado para a comunidade de Bom Despacho. 

“Eu falaria para as pessoas para cuidar bem das suas residências, usar repelente. Prestar atenção porque, às vezes, a gente cuida muito bem de casa, mas sai, no final de semana, e vai para algum local que, talvez, não está bem cuidado.”

Lembre-se de que você é responsável pela sua casa, portanto fiscalize possíveis criadouros como ralos, pneus, garrafas, pratinhos de vasos de plantas e caixas d’água. E para denunciar focos do mosquito entre em contato pelo telefone 3520-1603 ou 0800 500 3737. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: Em 2019, o estado de Minas Gerais registrou, até o dia 24 de agosto, aproximadamente 470 mil casos prováveis de dengue. Quando comparado ao mesmo período do ano passado, esse número é 20 vezes maior. No município de Bom Despacho, a situação é de alerta para a população. Em 2019, já foram confirmados 84 casos da doença, enquanto que, em 2018, foram 14. Apesar do aumento, nenhum óbito foi registrado. No ano passado, dois casos de chikungunya foram confirmados e não foi constatado nenhum caso de Zika. Dados que se repetem em 2019. 

De acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo mosquito, o LIRAa, realizado em maio deste ano, o município registrou índice de 9,6, o que aponta risco de infestação, resultado que se mantém desde 2013. De acordo com o gerente de vigilância epidemiológica, Fernando Júnior, mais de 90% dos criadouros estão localizados dentro das residências dos moradores.  
 

“Ficando em primeiro lugar os depósitos fixos, que são ralinhos e vasos sanitário em desuso. Em segundo tem entrado os bebedouros de animais, vasos de plantas, que são os depósitos móveis. E, nesse último LIRAa, também se destacou muito bromélia, aquário e, também, tanque, barril, caixa d´água ao nível do solo. A população ainda está com o hábito de armazenar água em alguns bairros da cidade, mas não está vedando adequadamente.”

LOC.: Em maio deste ano, a servidora pública Rafaela Pereira de Souza, de 30 anos, moradora do Centro da cidade, foi acometida pela dengue. Na época, por estar na quadragésima semana de gestação, a servidora foi diagnosticada com ansiedade. O quadro de dengue só foi confirmado quando Rafaela foi internada para dar à luz. Ela conta quais foram os sintomas e como se sentiu.

“Começou com uma diarreia, depois eu tive muita dor. Comecei a sentir dor pelo corpo, muita dor e muito cansaço. Eu estava muito mal, muita dor no olho, muita dor no corpo. Nossa, insuportável... Febre de 40 graus...”

LOC.: Depois do susto, Rafaela deixa um recado para a comunidade de Bom Despacho. 

“Eu falaria para as pessoas para cuidar bem das suas residências, usar repelente. Prestar atenção porque, às vezes, a gente cuida muito bem de casa, mas sai, no final de semana, e vai para algum local que, talvez, não está bem cuidado.”

LOC.: Lembre-se de que você é responsável pela sua casa, portanto fiscalize possíveis criadouros como ralos, pneus, garrafas, pratinhos de vasos de plantas e caixas d’água. E para denunciar focos do mosquito entre em contato pelo telefone 3520-1603 ou 0800 500 3737. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.