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Câmara derruba decisão do STF e reintegra José Wilson Santiago ao cargo de deputado

Santiago estava afastado do mandato desde dezembro, por determinação do ministro Celso de Mello. Na decisão, o magistrado argumentou que o deputado colocou o mandato "a serviço de uma agenda criminosa"

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Foto: Divulgação

A Câmara dos Deputados derrubou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia determinado o afastamento do mandato do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB). A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (5). 

Eram necessários 257 votos para manter o afastamento. No entanto, apenas 170 parlamentares seguiram esta orientação. O número de deputados que votou contra chegou a 233. Houve sete abstenções.

Santiago estava afastado do mandato desde dezembro, por determinação do ministro Celso de Mello. Na decisão, o magistrado argumentou que o deputado colocou o mandato "a serviço de uma agenda criminosa". Com a decisão da Câmara, o parlamentar será reintegrado.

No dia do afastamento, a defesa de Santiago afirmou, por meio de nota, que o parlamentar recebia "com respeito e acatamento a decisão do ministro" e que estava "absolutamente tranquilo" e demonstraria "a inexistência de qualquer relação com os fatos investigados".

Santiago ainda responderá a um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara, conforme recomendou o parecer aprovado do relator Marcelo Ramos (PL-AM).

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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LOC.: A Câmara dos Deputados derrubou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia determinado o afastamento do mandato do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB). A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (5). 

Eram necessários 257 votos para manter o afastamento. No entanto, apenas 170 parlamentares seguiram esta orientação. O número de deputados que votou contra chegou a 233. Houve sete abstenções.

Santiago estava afastado do mandato desde dezembro, por determinação do ministro Celso de Mello. Na decisão, o magistrado argumentou que o deputado colocou o mandato "a serviço de uma agenda criminosa". Com a decisão da Câmara, o parlamentar será reintegrado.

No dia do afastamento, a defesa de Santiago afirmou, por meio de nota, que o parlamentar recebia "com respeito e acatamento a decisão do ministro" e que estava "absolutamente tranquilo" e demonstraria "a inexistência de qualquer relação com os fatos investigados".

Santiago ainda responderá a um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara, conforme recomendou o parecer aprovado do relator Marcelo Ramos (PL-AM).

Reportagem, Marquezan Araújo