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CARNAVAL: Garanta a sua saúde após o período da folia

Fazer testes para ISTs também é uma forma de prevenção

  • Repórter Aline do Valle
  • Data de publicação: 08 de Março de 2019, 17:43h
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O carnaval acabou. E por vezes, surgem sinais e sintomas no corpo que podem indicar a presença de alguma Infecção Sexualmente Transmissível. Se você não lembra ou não tem certeza se usou preservativo durante a relação sexual, ou se teve parceiros desconhecidos, ou por qualquer outra razão está em dúvida se se infectou de alguma forma, procure uma Unidade de Saúde e solicite testes para ISTs. O diretor do departamento de ISTs/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Gerson Pereira explica quais são eles. 

“Hoje a gente tem testes-rápidos para o HIV, Sífilis e para Hepatite. Esses testes-rápidos são anônimos e você pode fazer sem nenhum constrangimento. Eles têm uma duração e um  resultado muito rápido – de aproximadamente 30 minutos. E a partir dali o paciente ou sai com o diagnóstico definitivo de HIV, ou sai com a suspeição de Hepatite ou Sífilis, para que a gente possa ir para uma Unidade de Saúde fazer a confirmação diagnóstica”.

Uma vez detectada a IST, você será encaminhado para o tratamento indicado. É o que reforça o Gerson Pereira. 
“No caso do HIV, ou no caso da Aids você pode imediatamente começar o tratamento. E logo a partir de três meses, a pessoa que tinha uma carga viral alta já tem uma carga viral indetectável. E isso também é uma medida de prevenção porque a medida em que a carga viral fique indetectável, mesmo que a pessoa não se proteja usando camisinha, a probabilidade dela infectar outra é praticamente nula”. 

Estima-se que mais de 800 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Em média, foram 40,9 mil casos novos nos últimos cinco anos. Portanto, seja no Carnaval ou fora dele, a melhor prevenção contra qualquer IST, é o uso do preservativo. 

“Se a gente pega todas as pesquisas que a gente tem hoje no país, a gente sabe que a maioria da população – são mais de 90% - sabe que a camisinha protege não só do HIV, mas também da Sífilis, da Hepatite, do HPLV, do HPV, da gonorreia...De todas as doenças sexualmente transmissíveis. Então, o conselho é que a gente possa sempre usá-la”.
Neste Carnaval, o Ministério da Saúde distribuiu 12 milhões de camisinhas em todo o país. E durante todo o ano os preservativos estão disponíveis de forma gratuita. Basta procurar um serviço de saúde. Para mais informações acesse: saude.gov.br.

Reportagem, Aline do Valle. 
 


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O carnaval acabou. E por vezes, surgem sinais e sintomas no corpo que podem indicar a presença de alguma Infecção Sexualmente Transmissível. Se você não lembra ou não tem certeza se usou preservativo durante a relação sexual, ou se teve parceiros desconhecidos, ou por qualquer outra razão está em dúvida se se infectou de alguma forma, procure uma Unidade de Saúde e solicite testes para ISTs. O diretor do departamento de ISTs/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Gerson Pereira explica quais são eles. 

“Hoje a gente tem testes-rápidos para o HIV, Sífilis e para Hepatite. Esses testes-rápidos são anônimos e você pode fazer sem nenhum constrangimento. Eles têm uma duração e um  resultado muito rápido – de aproximadamente 30 minutos. E a partir dali o paciente ou sai com o diagnóstico definitivo de HIV, ou sai com a suspeição de Hepatite ou Sífilis, para que a gente possa ir para uma Unidade de Saúde fazer a confirmação diagnóstica”.

Uma vez detectada a IST, você será encaminhado para o tratamento indicado. É o que reforça o Gerson Pereira. 

“No caso do HIV, ou no caso da Aids você pode imediatamente começar o tratamento. E logo a partir de três meses, a pessoa que tinha uma carga viral alta já tem uma carga viral indetectável. E isso também é uma medida de prevenção porque a medida em que a carga viral fique indetectável, mesmo que a pessoa não se proteja usando camisinha, a probabilidade dela infectar outra é praticamente nula”. 


Estima-se que mais de 800 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Em média, foram 40,9 mil casos novos nos últimos cinco anos. Portanto, seja no Carnaval ou fora dele, a melhor prevenção contra qualquer IST, é o uso do preservativo. 
 

“Se a gente pega todas as pesquisas que a gente tem hoje no país, a gente sabe que a maioria da população – são mais de 90% - sabe que a camisinha protege não só do HIV, mas também da Sífilis, da Hepatite, do HPLV, do HPV, da gonorreia...De todas as doenças sexualmente transmissíveis. Então, o conselho é que a gente possa sempre usá-la”.

Neste Carnaval, o Ministério da Saúde distribuiu 12 milhões de camisinhas em todo o país. E durante todo o ano os preservativos estão disponíveis de forma gratuita. Basta procurar um serviço de saúde. Para mais informações acesse: saude.gov.br.