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CEARÁ: Apoio social, familiar e de profissionais da saúde ajudam mães na hora de amamentar

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde até os dois anos ou mais, sendo o leite materno o único alimento nos primeiros seis meses de vida.

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Ítalo Novais

Há sete meses, a costureira Ticiane Cordeiro, moradora de Fortaleza, vive a tão sonhada experiência de ser mãe. O pequeno Adam foi amamentado de forma exclusiva até os seis meses, e hoje o alimento tem sido dado em livre demanda, ou seja, todas as vezes em que ele deseja. Ticiane conta que, apesar da dificuldade, desde o primeiro momento optou pela amamentação e, por isso, acredita que o filho é uma criança saudável. 

“O início da amamentação foi um pouco complicado, ele não pegou direito o peito, ele não queria mamar, aí eu tive que ir no Banco de Leite Humano para elas me ensinaram a pegar corretamente, aí ele começou a mamar. Ele se desenvolveu muito bem com o meu leite, ele estava ganhando muito peso e começou a ganhar mais de um quilo por mês e eu vou continuar amamentando ele, se possível, até os dois anos."

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde até os dois anos ou mais, sendo o leite materno o único alimento nos primeiros seis meses de vida. A amamentação ajuda no desenvolvimento completo do bebê, como na fala, dentição e até na inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar é capaz de criar vínculo entre os membros da família. 

Sandra Luna, assessora técnica da área da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno do Ceará, explica a importância do apoio familiar e social durante o processo do aleitamento materno. 

“Amamentar é um ato bom e bonito, mas também é um ato muito difícil, então a mulher precisa de muito apoio psicológico, apoio familiar, apoio da sociedade, apoio de saúde para ela ter total capacidade para amamentar aquele bebê.” 

Atualmente, apenas 38% dos bebês são alimentados exclusivamente pelo leite materno até os seis meses de vida, e só 32% continuam amamentando até os 24 meses. O Ceará conta com cinco unidades hospitalares, como o Hospital Amigo da Criança, para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Ticiane, mamãe do Adam, lembra a importância do amparo que teve da família, círculo social e dos profissionais da saúde. 

“Eu fui bem recebida pelas profissionais, quando eu as procurei já não sabia mais o que fazer porque meu peito estava ferido e eu não estava mais conseguindo dar de mamar. Elas me orientaram muito bem e depois eu consegui dar de mamar com as instruções dela. Foi muito importante.”

A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece a amamentarem os seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/amamentacao. 

Agência do Rádio



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LOC.: Há sete meses, a costureira Ticiane Cordeiro, moradora de Fortaleza, vive a tão sonhada experiência de ser mãe. O pequeno Adam foi amamentado de forma exclusiva até os seis meses, e hoje o alimento tem sido dado em livre demanda, ou seja, todas as vezes em que ele deseja. Ticiane conta que, apesar da dificuldade, desde o primeiro momento optou pela amamentação e, por isso, acredita que o filho é uma criança saudável. 

“O início da amamentação foi um pouco complicado, ele não pegou direito o peito, ele não queria mamar, aí eu tive que ir no Banco de Leite Humano para elas me ensinaram a pegar corretamente, aí ele começou a mamar. Ele se desenvolveu muito bem com o meu leite, ele estava ganhando muito peso e começou a ganhar mais de um quilo por mês e eu vou continuar amamentando ele, se possível, até os dois anos."

LOC.: A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde até os dois anos ou mais, sendo o leite materno o único alimento nos primeiros seis meses de vida. A amamentação ajuda no desenvolvimento completo do bebê, como na fala, dentição e até na inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar é capaz de criar vínculo entre os membros da família. 

Sandra Luna, assessora técnica da área da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno do Ceará, explica a importância do apoio familiar e social durante o processo do aleitamento materno. 
 

“Amamentar é um ato bom e bonito, mas também é um ato muito difícil, então a mulher precisa de muito apoio psicológico, apoio familiar, apoio da sociedade, apoio de saúde para ela ter total capacidade para amamentar aquele bebê.” 

LOC.: Atualmente, apenas 38% dos bebês são alimentados exclusivamente pelo leite materno até os seis meses de vida, e só 32% continuam amamentando até os 24 meses. O Ceará conta com cinco unidades hospitalares, como o Hospital Amigo da Criança, para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Ticiane, mamãe do Adam, lembra a importância do amparo que teve da família, círculo social e dos profissionais da saúde. 

“Eu fui bem recebida pelas profissionais, quando eu as procurei já não sabia mais o que fazer porque meu peito estava ferido e eu não estava mais conseguindo dar de mamar. Elas me orientaram muito bem e depois eu consegui dar de mamar com as instruções dela. Foi muito importante.”

LOC.: A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil. Por isso, incentive todas as mulheres que você conhece a amamentarem os seus filhos.  Amamentação. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/amamentacao.