Menu

CHAPECÓ (SC): Índice de Infestação Predial coloca município em estado de alerta para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

O boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde mostra que, até novembro de 2019, mais de 7 mil casos de dengue foram notificados em todo o estado

Banners

A região oeste de Santa Catarina precisa ficar em alerta para o aumento de casos de dengue, chikungunya e zika. Em todo passado, a Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó notificou 14 casos prováveis de dengue – oito contraídos no município e seis importados de outros estados. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde. Em 2019, a cidade registrou ainda um caso de chikungunya, importado do Rio de Janeiro. Nenhum caso de Zika foi notificado. 

Dentre os municípios da região, Chapecó apresenta o Índice de Infestação Predial de 2,8%, de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Isso coloca o município em estado de alerta para surto das três doenças transmitidas pelo mosquito.
A coordenadora da Vigilância Ambiental de Chapecó, Monica Serpa, aponta que a concentração de recicladores em bairros como o Efapi, Centro e Bom Pastor contribuiu para que a quantidade de focos do mosquito Aedes aegypti crescesse na região. No fim de 2019, foram detectados mais de mil focos. Desses, 49% foram encontrados em depósitos chamados D2, que armazenam lixos, sucatas e entulhos. 

“Pedimos o apoio da comunidade para que ela seja um órgão fiscalizador dentro do seu imóvel. Elimine depósitos que possam acumular água. Olhe a cisterna, a calha. Tenha essa visão da saúde pública porque, se hoje nós tivermos uma epidemia, o mosquito não vai estar só naquela casa. Vai estar em todo o município”.

Em comparação com 2018, o número de casos em Chapecó aumentou, uma vez que nenhum dos três vírus foram identificados na região naquela época. No biênio 2018-2019, não houve óbitos. Prefeito da cidade, Luciano Buligon revela que condições climáticas contribuem para a proliferação do mosquito na região. A cidade chove acima de 2 mil milímetros por ano, facilitando o acúmulo de água empoçada, onde o mosquito se aloja.

“Nós vivemos no Sul do Brasil, onde se agrava a dengue entre outubro e abril. Depois, temos um período de inverno que deveria tranquilizar, mas as pessoas acabam relaxando”.

Em 2020, Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó vai manter as ações de combate nos bairros mais críticos, com mutirões de limpeza e novas campanhas educativas. O objetivo é orientar e reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano. 

Em Santa Catarina, os dados também preocupam as autoridades de saúde. O boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde mostra que, até novembro de 2019, mais de sete mil casos de dengue foram notificados em todo o estado. Trinta e seis pessoas infectadas pelo vírus da chikungunya e 169 notificações foram feitas de zika.

Lembre-se de que você é responsável pela sua casa. Portanto, fiscalize possíveis criadouros, como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número do disque denúncia da Vigilância Ambiental: (49) 3319-1407. Repetindo: (49) 3319-1407. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



Cadastre-se

LOC.: A região oeste de Santa Catarina precisa ficar em alerta para o aumento de casos de dengue, chikungunya e zika. Em todo passado, a Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó notificou 14 casos prováveis de dengue – oito contraídos no município e seis importados de outros estados. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde. Em 2019, a cidade registrou ainda um caso de chikungunya, importado do Rio de Janeiro. Nenhum caso de Zika foi notificado. 

Dentre os municípios da região, Chapecó apresenta o Índice de Infestação Predial de 2,8%, de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Isso coloca o município em estado de alerta para surto das três doenças transmitidas pelo mosquito.

A coordenadora da Vigilância Ambiental de Chapecó, Monica Serpa, aponta que a concentração de recicladores em bairros como o Efapi, Centro e Bom Pastor contribuiu para que a quantidade de focos do mosquito Aedes aegypti crescesse na região. No fim de 2019, foram detectados mais de mil focos. Desses, 49% foram encontrados em depósitos chamados D2, que armazenam lixos, sucatas e entulhos. 
 

TEC./SONORA: Monica Serpa, coordenadora da Vigilância Ambiental. 

“Pedimos o apoio da comunidade para que ela seja um órgão fiscalizador dentro do seu imóvel. Elimine depósitos que possam acumular água. Olhe a cisterna, a calha. Tenha essa visão da saúde pública porque, se hoje nós tivermos uma epidemia, o mosquito não vai estar só naquela casa. Vai estar em todo o município”.

LOC.: Em comparação com 2018, o número de casos em Chapecó aumentou, uma vez que nenhum dos três vírus foram identificados na região naquela época. No biênio 2018-2019, não houve óbitos.

Prefeito da cidade, Luciano Buligon revela que condições climáticas contribuem para a proliferação do mosquito na região. A cidade chove acima de 2 mil milímetros por ano, facilitando o acúmulo de água empoçada, onde o mosquito se aloja.

TEC./SONORA: Luciano Buligon, prefeito de Chapecó.

“Nós vivemos no Sul do Brasil, onde se agrava a dengue entre outubro e abril. Depois, temos um período de inverno que deveria tranquilizar, mas as pessoas acabam relaxando”.

Em 2020, Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó vai manter as ações de combate nos bairros mais críticos, com mutirões de limpeza e novas campanhas educativas. O objetivo é orientar e reforçar a necessidade de eliminar os focos do Aedes aegypti durante todo o ano. 

Em Santa Catarina, os dados também preocupam as autoridades de saúde. O boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde mostra que, até novembro de 2019, mais de sete mil casos de dengue foram notificados em todo o estado. Trinta e seis pessoas infectadas pelo vírus da chikungunya e 169 notificações foram feitas de zika.

Lembre-se de que você é responsável pela sua casa. Portanto, fiscalize possíveis criadouros, como ralos, pneus, garrafas, vasos de flores e caixas d’água. Caso queira denunciar algum terreno abandonado ou focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, entre em contato pelo número do disque denúncia da Vigilância Ambiental: (49) 3319-1407. Repetindo: (49) 3319-1407. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.