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Coaf aponta depósito de R$100 mil na conta do policial reformado Ronnie Lessa

O Ministério Público pediu o bloqueio de bens dos dois acusados de envolvimento no assassinato

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Foto: Agência Brasil

Por Tainá Ferreira

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) indica que Ronnie Lessa, policial reformado acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu um depósito de  R$ 100 mil na conta bancária.

O depósito foi feito na boca do caixa, em 9 de outubro de 2018, sete meses após o crime. O Ministério Público pediu o bloqueio dos bens de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Queiroz para garantir o pagamento de indenização por danos morais e materiais à família de Marielle e de Anderson.

Nesta sexta-feira (15), os acusados devem ser levados para depor sobre o assassinato. Após o depoimento, os dois devem ser lavados para o Bangu 1, onde aguardarão transferência para um presídio federal, como foi determinado pela justiça.

 

Tainá Ferreira

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.


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Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) indica que Ronnie Lessa, policial reformado acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu um depósito de cem mil reais na conta bancária.

O depósito foi feito na boca do caixa, em 9 de outubro de 2018, sete meses após o crime. O Ministério Público pediu o bloqueio dos bens de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Queiroz para garantir o pagamento de indenização por danos morais e materiais à família de Marielle e de Anderson.

Nesta sexta-feira (15), os acusados devem ser levados para depor sobre o assassinato. Após o depoimento, os dois devem ser lavados para o Bangu 1, onde aguardarão transferência para um presídio federal, como foi determinado pela justiça.

Reportagem, Tainá Ferreira