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Com 362 casos notificados em janeiro, RJ está em alerta para possível surto de dengue em 2020

Além do Rio de Janeiro, Espírito Santo e os nove estados do Nordeste estão na lista de áreas de risco que podem enfrentar surto do tipo 2 do vírus que causa a dengue.

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Foto: Divulgação

O Rio de Janeiro é um dos 11 estados que pode ter surto de dengue em 2020. Segundo o Ministério da Saúde, a localidade está em alerta para a circulação do vírus tipo 2, o qual boa parte da população nunca teve contato.

O médico da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, explica que, em 2019, o vírus que mais predominou no estado foi o tipo 1, enquanto a tendência é que este ano haja maior circulação do tipo 2, até então “incomum”. 

“Há uma preocupação por conta da reentrada do vírus tipo 2 pelo fato de que o vírus circulou pela última vez em 2008. Teve parcela da população que nasceu após 2008 e não teve contato com este sorotipo. Então, há mais preocupação de aumento da dengue em crianças com até 11 anos.”

Até 21 de janeiro deste ano, segundo as autoridades locais de saúde, foram notificados 362 casos de dengue, 325 de chikungunya e um de zika em território fluminense. Apesar da redução no número de casos das doenças em comparação ao mesmo período do ano passado, o médico da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, aponta que o risco de infecção pela dengue é maior entre os moradores que vivem nas regiões mais populosas do estado.  

“A suscetibilidade da doença é universal, todos os municípios estão sob risco, obviamente que preocupa aqui no estado a região metropolitana, que é onde se concentra mais de 80% da população. A região da Baixada Fluminense, a capital, a região de Niterói, São Gonçalo e Itaberaí são as regiões que mais preocupam.”

Além do Rio de Janeiro, Espírito Santo e os nove estados do Nordeste estão na lista de áreas de risco que podem enfrentar surto do tipo 2 do vírus que causa a dengue. Por isso, a luta contra o mosquito não pode parar. Cada pessoa deve se tornar um fiscal para eliminar focos com água parada e impedir que o mosquito se prolifere. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: O Rio de Janeiro é um dos 11 estados que pode ter surto de dengue em 2020. Segundo o Ministério da Saúde, a localidade está em alerta para a circulação do vírus tipo 2, o qual boa parte da população nunca teve contato.

O médico da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, explica que, em 2019, o vírus que mais predominou no estado foi o tipo 1, enquanto a tendência é que este ano haja maior circulação do tipo 2, até então “incomum”. 

TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, médico da Secretaria de Saúde do Rio 

“Há uma preocupação por conta da reentrada do vírus tipo 2 pelo fato de que o vírus circulou pela última vez em 2008. Teve parcela da população que nasceu após 2008 e não teve contato com este sorotipo. Então, há mais preocupação de aumento da dengue em crianças com até 11 anos.”

LOC.: Até 21 de janeiro deste ano, segundo as autoridades locais de saúde, foram notificados 362 casos de dengue, 325 de chikungunya e um de zika em território fluminense. Apesar da redução no número de casos das doenças em comparação ao mesmo período do ano passado, o médico da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, aponta que o risco de infecção pela dengue é maior entre os moradores que vivem nas regiões mais populosas do estado.  

TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, médico da Secretaria de Saúde do Rio 

“A suscetibilidade da doença é universal, todos os municípios estão sob risco, obviamente que preocupa aqui no estado a região metropolitana, que é onde se concentra mais de 80% da população. A região da Baixada Fluminense, a capital, a região de Niterói, São Gonçalo e Itaberaí são as regiões que mais preocupam.”

LOC: Além do Rio de Janeiro, Espírito Santo e os nove estados do Nordeste estão na lista de áreas de risco que podem enfrentar surto do tipo 2 do vírus que causa a dengue. Por isso, a luta contra o mosquito não pode parar. Cada pessoa deve se tornar um fiscal para eliminar focos com água parada e impedir que o mosquito se prolifere. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.