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DF teve mais de 38 mil casos de dengue e verão pode intensificar proliferação do mosquito

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O período de chuvas no Distrito Federal começou e, isso, pode ser um fator preocupante para as autoridades em saúde da Capital Federal. 

É que, nessa época do ano, diante da alternância diária de períodos chuvosos e com sol, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, é maior. 

Em 2019, o DF teve mais de 38 mil suspeitas de dengue, com incidência, em grupos de 100 mil habitantes, de 1.260 casos da doença. O número é considerado alto pelo Ministério da Saúde. Além disso, 215 moradores do DF tiveram chikungunya e 200 casos suspeitos de zika foram registrados. 

Por isso, é importante que a população intensifique os cuidados diários de prevenção a proliferação do mosquito transmissor, com alerta o gerente de Vetores e Ações de Campo da Vigilância Ambiental, do DF, Reginaldo Feliciano. 

“Nessa época do ano, a gente sempre intensifica as ações, seja de mobilização social e manejo ambiental, seja também nas visitas domiciliares e de pontos estratégicos mais críticos – como ferros-velhos, floriculturas, borracharias. A nossa grande preocupação é que, no primeiro semestre, tivemos uma incidência muito alta, tivemos praticamente 1.760 na variação de percentual de aumentos de notificações de casos positivos e prováveis no DF. Então o objetivo é diminuir o máximo possível a infestação do mosquito, para caso o vírus adentre novamente, tenha menos mosquito para fazer a disseminação”. 

A estudante brasiliense, Helena Vasconcelos, de 21 anos, moradora do Lago Sul, em Brasília, teve dengue duas vezes, em 2019. Ela conta que sofreu com dores e febres intensas durante as fases mais críticas da doença. 

“Eu senti muita febre alta, dor de cabeça, enjoo, tontura, coceira na pele, dor nas articulações e muito cansaço, dor nos olhos, e eu tinha dificuldade de fazer tudo, não conseguia levantar da cama. Passei 3 dias de cama, parei de trabalhar, parei de ir à universidade, parei de fazer minhas atividades e umas 2 semanas, nos 2 meses, sem fazer essas coisas”. 

Em 2019, a região norte do DF, onde estão localizadas as cidades de Planaltina e Sobradinho, além da região sudeste, nas cidades de Samanbaia, Taguatinga e Vicente Pires, apresentam o maior risco de infestação de dengue, chikungunya e zika, e as maiores notificações de casos de dengue. 

Desta forma, a melhor prevenção é evitar a proliferação do mosquito, eliminando objetos no quintal, em casa e nas ruas, que possam se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: O período de chuvas no Distrito Federal começou e, isso, pode ser um fator preocupante para as autoridades em saúde da Capital Federal. 
É que, nessa época do ano, diante da alternância diária de períodos chuvosos e com sol, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, é maior. 

Em 2019, o DF teve mais de 38 mil suspeitas de dengue, com incidência, em grupos de 100 mil habitantes, de 1.260 casos da doença. O número é considerado alto pelo Ministério da Saúde. Além disso, 215 moradores do DF tiveram chikungunya e 200 casos suspeitos de zika foram registrados. 

Por isso, é importante que a população intensifique os cuidados diários de prevenção a proliferação do mosquito transmissor, com alerta o gerente de Vetores e Ações de Campo da Vigilância Ambiental, do DF, Reginaldo Feliciano. 
 

TEC./SONORA: Reginaldo Feliciano, gerente de Vigilância Ambiental, do DF.

“Nessa época do ano, a gente sempre intensifica as ações, seja de mobilização social e manejo ambiental, seja também nas visitas domiciliares e de pontos estratégicos mais críticos – como ferros-velhos, floriculturas, borracharias. A nossa grande preocupação é que, no primeiro semestre, tivemos uma incidência muito alta, tivemos praticamente 1.760 na variação de percentual de aumentos de notificações de casos positivos e prováveis no DF. Então o objetivo é diminuir o máximo possível a infestação do mosquito, para caso o vírus adentre novamente, tenha menos mosquito para fazer a disseminação”. 
 

LOC.: A estudante brasiliense, Helena Vasconcelos, de 21 anos, moradora do Lago Sul, em Brasília, teve dengue duas vezes, em 2019. Ela conta que sofreu com dores e febres intensas durante as fases mais críticas da doença. 

TEC./SONORA: Estudante, Helena Vasconcelos 

“Eu senti muita febre alta, dor de cabeça, enjoo, tontura, coceira na pele, dor nas articulações e muito cansaço, dor nos olhos, e eu tinha dificuldade de fazer tudo, não conseguia levantar da cama. Passei 3 dias de cama, parei de trabalhar, parei de ir à universidade, parei de fazer minhas atividades e umas 2 semanas, nos 2 meses, sem fazer essas coisas”. 
 

LOC.: Em 2019, a região norte do DF, onde estão localizadas as cidades de Planaltina e Sobradinho, além da região sudeste, nas cidades de Samanbaia, Taguatinga e Vicente Pires, apresentam o maior risco de infestação de dengue, chikungunya e zika, e as maiores notificações de casos de dengue. 

Desta forma, a melhor prevenção é evitar a proliferação do mosquito, eliminando objetos no quintal, em casa e nas ruas, que possam se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.