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Com índice de infestação alto, agentes de saúde e moradores unem forças contra o mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya

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Além do impacto direto de devastação e degradação ambiental, os efeitos da tragédia de Brumadinho também atingem cidades próximas, que sofrem com o abastecimento precário de água e a exposição a doenças por conta da contaminação do rio Paraopeba. Uma das principais preocupações de agentes de saúde diz respeito ao risco de infestação do mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya. 

Por isso, se você mora em Pompéu ou região próxima, é preciso ficar atento. Isso porque, de acordo com os dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti, o LIRAa, do Ministério da Saúde, o Índice de Infestação Predial do mosquito transmissor é de 6,9% na cidade, faixa considerada de alerta para epidemia das doenças.

Depois do rompimento da Barragem, sem acesso à água potável, os moradores de Pompéu e de cidades que fazem parte da Bacia do Paraopeba se viram obrigados a fazer o armazenamento de maneiras consideradas ideais para a proliferação do mosquito transmissor. É o que alerta a diretora de Vigilância Epidemiológica de Minas Gerais, Janaína Fonseca.

“Há uma preocupação muito grande pelo fato da água do rio Paraopeba estar inutilizada para qualquer ação, mesmo que seja regar plantas, a preocupação é de que a população esteja armazenando água. E ao armazenar água, pode ser gerado um foco de proliferação do mosquito. Então, elas estão sendo orientadas a não fazerem o abastecimento de água. Soluções de abastecimento de água já foram disponibilizados para estes municípios. Existem outros meios de abastecimento que não só o Paraopeba, então não há necessidade da população armazenar água neste momento.”

A diretora de Vigilância Epidemiológica de Minas Gerais, Janaína Fonseca, lembra que Pompéu é uma das cidades que são consideradas prioritárias no combate ao mosquito. Por isso, Janaína reforça a necessidade de os moradores acabarem com qualquer foco de água parada. 

“É muito importante que a população de Pompéu tome alguns cuidados, que a população foque, principalmente, na remoção dos focos de água parada. Então, a gente tem que realmente eliminar os criadouros de mosquitos. Então são garrafas retornáveis, depósitos de água mal tampados, calhas e pingadeiras, entulhos, sucatas, ferro velho, tudo que possa armazenar água parada deve ser eliminado.”

Segundo o levantamento municipal feito antes do rompimento da barragem em Brumadinho, os bairros Santo Antônio, Casas Populares, Volta do Brejo e Centro já apresentavam os maiores índices de infestação do mosquito. No mês passado, a Secretaria Municipal de Saúde vistoriou 851 imóveis e constatou que boa parte dos focos não estavam em lotes vagos, como muitos acreditam, mas dentro das residências. Por isso, é preciso redobrar a atenção! Os sintomas das três doenças podem ser semelhantes. Febres, dores de cabeça e nas articulações podem ser rastros de Dengue, Zika ou Chikungunya. Se você tiver alguma suspeita nesse sentido, procure imediatamente o posto de saúde mais próximo. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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Além do impacto direto de devastação e degradação ambiental, os efeitos da tragédia de Brumadinho também atingem cidades próximas, que sofrem com o abastecimento precário de água e a exposição a doenças por conta da contaminação do rio Paraopeba. Uma das principais preocupações de agentes de saúde diz respeito ao risco de infestação do mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya. 

Por isso, se você mora em Pompéu ou região próxima, é preciso ficar atento. Isso porque, de acordo com os dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti, o LIRAa, do Ministério da Saúde, o Índice de Infestação Predial do mosquito transmissor é de 6,9% na cidade, faixa considerada de alerta para epidemia das doenças.

Depois do rompimento da Barragem, sem acesso à água potável, os moradores de Pompéu e de cidades que fazem parte da Bacia do Paraopeba se viram obrigados a fazer o armazenamento de maneiras consideradas ideais para a proliferação do mosquito transmissor. É o que alerta a diretora de Vigilância Epidemiológica de Minas Gerais, Janaína Fonseca.
 

“Há uma preocupação muito grande pelo fato da água do rio Paraopeba estar inutilizada para qualquer ação, mesmo que seja regar plantas, a preocupação é de que a população esteja armazenando água. E ao armazenar água, pode ser gerado um foco de proliferação do mosquito. Então, elas estão sendo orientadas a não fazerem o abastecimento de água. Soluções de abastecimento de água já foram disponibilizados para estes municípios. Existem outros meios de abastecimento que não só o Paraopeba, então não há necessidade da população armazenar água neste momento.”

A diretora de Vigilância Epidemiológica de Minas Gerais, Janaína Fonseca, lembra que Pompéu é uma das cidades que são consideradas prioritárias no combate ao mosquito. Por isso, Janaína reforça a necessidade de os moradores acabarem com qualquer foco de água parada. 

“É muito importante que a população de Pompéu tome alguns cuidados, que a população foque, principalmente, na remoção dos focos de água parada. Então, a gente tem que realmente eliminar os criadouros de mosquitos. Então são garrafas retornáveis, depósitos de água mal tampados, calhas e pingadeiras, entulhos, sucatas, ferro velho, tudo que possa armazenar água parada deve ser eliminado.”

Segundo o levantamento municipal feito antes do rompimento da barragem em Brumadinho, os bairros Santo Antônio, Casas Populares, Volta do Brejo e Centro já apresentavam os maiores índices de infestação do mosquito. No mês passado, a Secretaria Municipal de Saúde vistoriou 851 imóveis e constatou que boa parte dos focos não estavam em lotes vagos, como muitos acreditam, mas dentro das residências. Por isso, é preciso redobrar a atenção! Os sintomas das três doenças podem ser semelhantes. Febres, dores de cabeça e nas articulações podem ser rastros de Dengue, Zika ou Chikungunya. Se você tiver alguma suspeita nesse sentido, procure imediatamente o posto de saúde mais próximo. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.