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Confronto entre indígenas e militares venezuelanos deixa pelo menos dois mortos

Conflito aconteceu depois que civis tentaram manter aberta uma passagem na região da fronteira entre a Venezuela e o Brasil

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Foto: Arquivo/Agência Lusa

Um confronto entre militares venezuelanos e indígenas deixou pelo menos duas pessoas mortas na cidade de Kumarakapay, na Venezuela.  O conflito, que ocorreu nesta sexta-feira (22), aconteceu depois que civis tentaram manter aberta uma passagem na região da fronteira entre a Venezuela e o Brasil. 

A divisa entre os dois países foi bloqueada na noite desta quinta-feira (21) por determinação de Nicolás Maduro. O chavista ordenou o fechamento da fronteira para impedir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. 

Entre os mortos no confronto estão Zorayda Rodriguez, de 42 anos; e "Rolando García, que chegou a ser levado ao hospital de Pacaraima, mas não resistiu aos ferimentos. Autoridades de Gran Sabana afirmam que outras 15 pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de Roraima, cinco pacientes venezuelanos recebem atendimento no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista. Todos foram feridos por arma de fogo.

Juan Guaidó, opositor de Maduro que se autoproclamou presidente interino da Venezuela, marcou para este sábado (23) a passagem de ajuda humanitária doada por outros países, incluindo o Brasil.

De acordo com a agência de notícias Reuters, alguns indígenas haviam expressado apoio aos planos de Guaidó de permitir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela.

 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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Um confronto entre militares venezuelanos e indígenas deixou pelo menos duas pessoas mortas na cidade de Kumarakapay, na Venezuela.  O conflito, que ocorreu nesta sexta-feira (22), aconteceu depois que civis tentaram manter aberta uma passagem na região da fronteira entre a Venezuela e o Brasil. 

A divisa entre os dois países foi bloqueada na noite desta quinta-feira (21) por determinação de Nicolás Maduro. O chavista ordenou o fechamento da fronteira para impedir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. 

Entre os mortos no confronto estão Zorayda Rodriguez, de 42 anos; e "Rolando García, que chegou a ser levado ao hospital de Pacaraima, mas não resistiu aos ferimentos. Autoridades de Gran Sabana afirmam que outras 15 pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de Roraima, cinco pacientes venezuelanos recebem atendimento no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista. Todos foram feridos por arma de fogo.

Juan Guaidó, opositor de Maduro que se autoproclamou presidente interino da Venezuela, marcou para este sábado (23) a passagem de ajuda humanitária doada por outros países, incluindo o Brasil.

De acordo com a agência de notícias Reuters, alguns indígenas haviam expressado apoio aos planos de Guaidó de permitir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela.

Reportagem, Marquezan Araújo