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Cruzeiro faz 3 a 0 no Galo e fica perto da classificação

Raposa pode perder por até dois gols de diferença que ainda assim fica com a vaga nas semis da Copa do Brasil

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Créditos: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Vitória e passeio celeste. No primeiro duelo das quartas de final da Copa do Brasil entre Cruzeiro e Atlético Mineiro, a Raposa sobrou em campo e mostrou que não é o atual bicampeão e maior vencedor da história da competição por acaso.

E a festa cruzeirense teve um maestro: Pedro Rocha. Aos 12 minutos, o camisa 32 se livrou da marcação e, de canhota, acertou um chutaço de fora da área para abrir a contagem. O time do Galo parecia estar em um ritmo abaixo do que o jogo pedia, prova disso foi o vacilo na saída de bola aos 25. 

Pedro Rocha roubou a bola após cochilo da zaga atleticana, arrancou em direção ao gol, se livrou de Igor Rabello e do goleiro Victor, e só rolou para Thiago Neves empurrar para a rede. Dois a zero. 

Na segunda etapa, o Atlético tentava reagir, mas não conseguia furar o forte esquema defensivo montado por Mano Menezes. Enquanto isso, a Raposa parecia cada vez mais perto do gol que o rival. E logo aos 10, veio o terceiro. De fora da área, Robinho chutou, a bola bateu na zaga e voltou para ele. O meia matou no peito e acertou um belo chute, o golpe de misericórdia. Final, Cruzeiro três, Atlético Mineiro zero. O resultado deixa o time celeste em boa vantagem, podendo perder por até dois gols de diferença, que ainda assim, segue na disputa pelo hepta. 

O Galo, por sua vez, tem a dura missão de derrotar o rival por quatro gols de diferença para seguir sonhando com o título. Vitória atleticana por três gols de diferença leva a partida para os pênaltis.

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.


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Vitória e passeio celeste. No primeiro duelo das quartas de final da Copa do Brasil entre Cruzeiro e Atlético Mineiro, a Raposa sobrou em campo e mostrou que não é o atual bicampeão e maior vencedor da história da competição por acaso.

E a festa cruzeirense teve um maestro: Pedro Rocha. Aos 12 minutos, o camisa 32 se livrou da marcação e, de canhota, acertou um chutaço de fora da área para abrir a contagem. O time do Galo parecia estar em um ritmo abaixo do que o jogo pedia, prova disso foi o vacilo na saída de bola aos 25. 

Pedro Rocha roubou a bola após cochilo da zaga atleticana, arrancou em direção ao gol, se livrou de Igor Rabello e do goleiro Victor, e só rolou para Thiago Neves empurrar para a rede. Dois a zero. 

Na segunda etapa, o Atlético tentava reagir, mas não conseguia furar o forte esquema defensivo montado por Mano Menezes. Enquanto isso, a Raposa parecia cada vez mais perto do gol que o rival. E logo aos 10, veio o terceiro. De fora da área, Robinho chutou, a bola bateu na zaga e voltou para ele. O meia matou no peito e acertou um belo chute, o golpe de misericórdia. Final, Cruzeiro três, Atlético Mineiro zero. O resultado deixa o time celeste em boa vantagem, podendo perder por até dois gols de diferença, que ainda assim, segue na disputa pelo hepta. 

O Galo, por sua vez, tem a dura missão de derrotar o rival por quatro gols de diferença para seguir sonhando com o título. Vitória atleticana por três gols de diferença leva a partida para os pênaltis.

Reportagem, Raphael Costa