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CURVELO (MG): Município tem risco alto de proliferação de Dengue, Zika e Chikungunya

Índice de Infestação Predial do mosquito transmissor é de quase 9% no município

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Curvelo está em estado de alerta para o aumento de doenças como a Dengue, a Zika e a Chikungunya. Isso porque o município é um dos locais que fica na área afetada pelo rompimento da barragem em Brumadinho e, por isso, sofre com os impactos da tragédia, como a falta de água, a contaminação dos mananciais, córregos e rios.

De acordo com dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti, o LIRAa, do Ministério da Saúde, o Índice de Infestação Predial do mosquito transmissor é de quase 9% em Curvelo, faixa que já considerada de alto risco de epidemia das doenças. 

Acontece que depois do desastre em Brumadinho, a população agora é obrigada a estocar água dentro de casa. Essa atitude pode contribuir para a proliferação dos criadouros do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. E é por isso mesmo que reservatórios, como galões, caixas d’água e tambores precisam ser lavados constantemente e protegidos por telas. 

“Jamais deixem água em galões sem tampa, sem cuidados, em locais que possam propiciar a proliferação de insetos; usar prioritariamente a caixa d’água normal, que tem em cada residência, que esta caixa d’água seja revisada a cada seis meses, que tenha tampa perfeitamente vedada”, explica o Diretor de Operação Metropolitana da Copasa, Rômulo Perilli.

A Dengue, a Zika e a Chikungunya são doenças virais transmitidas pelo mesmo mosquito. A Dengue pode causar febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, nas articulações e atrás dos olhos.

A Zika causa febre baixa, dores de cabeça e nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão dos olhos. A doença pode, ainda, provocar microcefalia em fetos e, por isso, o cuidado deve ser ainda maior com as gestantes.

Já Chikungunya tem como sintomas febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos. Ela causa dores de cabeça, nos músculos e manchas vermelhas na pele. As três doenças podem levar à morte. 

A população precisa ter atenção total para os possíveis locais que possam ser criadouros do mosquito. A ação pode contribuir para salvar vidas e ainda garantir o bem-estar de todos.  

“Existem as ações de rotina de controle do vetor nesses municípios, principalmente porque 17 deles apresentaram LIRAa em risco e alerta. É muito importante que a população de Curvelo tome alguns cuidados. Que a população foque, principalmente, na remoção dos focos de água parada. Então, a gente tem que, realmente, eliminar os criadouros do mosquito”, alerta a Diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, Janaína Fonseca. 

O mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya vive dentro de casa, tem hábitos diurnos e ataca, em geral, ao amanhecer e ao entardecer. A fêmea procura água limpa e parada para botar os ovos.

Apenas um mosquito pode infectar até cinco pessoas. Além de eliminar os possíveis criadouros, vestir roupas longas e claras pode ajudar na defesa contra o inseto.

Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes
 


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LOC.: Curvelo está em estado de alerta para o aumento de doenças como a Dengue, a Zika e a Chikungunya. Isso porque o município é um dos locais que fica na área afetada pelo rompimento da barragem em Brumadinho e, por isso, sofre com os impactos da tragédia, como a falta de água, a contaminação dos mananciais, córregos e rios.

De acordo com dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti, o LIRAa, do Ministério da Saúde, o Índice de Infestação Predial do mosquito transmissor é de quase 9% em Curvelo, faixa que já considerada de alto risco de epidemia das doenças. 

Acontece que depois do desastre em Brumadinho, a população agora é obrigada a estocar água dentro de casa. Essa atitude pode contribuir para a proliferação dos criadouros do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. E é por isso mesmo que reservatórios, como galões, caixas d’água e tambores precisam ser lavados constantemente e protegidos por telas, como explica o Diretor de Operação Metropolitana da Copasa, Rômulo Perilli.

“Jamais deixem água em galões sem tampa, sem cuidados, em locais que possam propiciar a proliferação de insetos; usar prioritariamente a caixa d’água normal, que tem em cada residência, que esta caixa d’água seja revisada a cada seis meses, que tenha tampa perfeitamente vedada e os cuidados especiais com o lixo. Quer dizer, a gente trabalha com a água e com esgoto, mas a população tem que estar sempre cuidando do seu lixo.”

LOC.: A Dengue, a Zika e a Chikungunya são doenças virais transmitidas pelo mesmo mosquito. A Dengue pode causar febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, nas articulações e atrás dos olhos.

A Zika causa febre baixa, dores de cabeça e nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão dos olhos. A doença pode, ainda, provocar microcefalia em fetos e, por isso, o cuidado deve ser ainda maior com as gestantes.

Já Chikungunya tem como sintomas febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos. Ela causa dores de cabeça, nos músculos e manchas vermelhas na pele. As três doenças podem levar à morte. 

A Diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, Janaína Fonseca, pede que a população tenha atenção total para os possíveis locais que possam ser criadouros do mosquito. A ação pode contribuir para salvar vidas e ainda garantir o bem-estar de todos.  

TEC./SONORA: Janaína Fonseca, diretora de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Estado de Saúde, de Minas Gerais.

“Existem as ações de rotina de controle do vetor nesses municípios, principalmente porque 17 deles apresentaram LIRAa em risco e alerta. É muito importante que a população de Curvelo tome alguns cuidados. Que a população foque, principalmente, na remoção dos focos de água parada. Então, a gente tem que, realmente, eliminar os criadouros do mosquito.”

LOC.: O mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya vive dentro de casa, tem hábitos diurnos e ataca, em geral, ao amanhecer e ao entardecer. A fêmea procura água limpa e parada para botar os ovos.

Apenas um mosquito pode infectar até cinco pessoas. Além de eliminar os possíveis criadouros, vestir roupas longas e claras pode ajudar na defesa contra o inseto.

Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Reportagem, Cristiano Carlos