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Discussão sobre reforma da Previdência volta à CCJ, nesta semana

Relator se reunirá com membros da comissão para avaliar possíveis mudanças no texto original

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A análise sobre a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) será retomada nesta terça-feira (23), na Câmara dos Deputados. O relator da PEC 6/19, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) deverá discutir com outros parlamentares possíveis mudanças no texto original.

Na reunião do último dia 9, foram apresentados 13 votos alternativos em contraponto ao voto do relator, que é favorável à reforma. De acordo com reportagem da Câmara, Freitas afirma que cabe ao grupo de parlamentares avaliar a compatibilidade do texto proposto com a Constituição.

MAIS: Após 'derrota' na CCJ, governo aceita negociar outros pontos da reforma da Previdência

Entre as principais mudanças na Previdência está a idade mínima para aposentar, que para os homens será de 65 anos, e para as mulheres, 62. Além também do fim do abono salarial para quem ganha mais de um salário mínimo, e o fim da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esses são pontos que têm sido questionados pelos parlamentares por considerarem ser inconstitucionais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reforçou na última semana, que “está confiante com a aprovação da reforma da Previdência”. Segundo Maia, o texto pode ser aprovado no Plenário até o final de junho.

Sara Rodrigues

Sara iniciou sua carreira jornalística na redação da Agência do Rádio como estagiária. Passou um tempo como repórter no canal universitário da Universidade de Brasília, mas logo voltou à Agência. Ficou cerca de um ano como estagiária e foi contratada logo depois.


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A análise sobre a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) será retomada nesta terça-feira (23), na Câmara dos Deputados. O relator da PEC 6/19, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) deverá discutir com outros parlamentares possíveis mudanças no texto original.

Na reunião do último dia 9, foram apresentados 13 votos alternativos em contraponto ao voto do relator, que é favorável à reforma. De acordo com reportagem da Câmara, Freitas afirma que cabe ao grupo de parlamentares avaliar a compatibilidade do texto proposto com a Constituição.

Entre as principais mudanças na Previdência está a idade mínima para aposentar, que para os homens será de 65 anos, e para as mulheres, 62. Além também do fim do abono salarial para quem ganha mais de um salário mínimo, e o fim da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esses são pontos que têm sido questionados pelos parlamentares por considerarem ser inconstitucionais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reforçou na última semana, que “está confiante com a aprovação da reforma da Previdência”. Segundo Maia, o texto pode ser aprovado no Plenário até o final de junho.

Reportagem, Sara Rodrigues