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Distrito Federal tem 3ª maior coleta de leite humano no país

Desde janeiro até o momento, os 14 bancos de leite humano locais arrecadaram cinco mil e oitocentos litros de leite materno

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Mamãe de primeira viagem, a funcionária pública Karla Gonçalves, de 33 anos, trouxe ao mundo o Gael, que está com dois meses. No primeiro exame de glicose, o resultado foi que o bebê estava com as taxas muito baixas, e o hospital em que nasceu sugeriu que fosse dado leite de fórmula. 

Karla, por conhecer bem de perto o trabalho do Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) não aceitou, e pediu que fosse dado leite humano. Assim que a mamãe conseguiu amamentar o filho no peito, ela percebeu que a produção estava grande e se candidatou para ser doadora.

Para ela, essa ação é tão importante que quanto mais ela coleta, maior é a produção. Ela explica como é o processo que realiza na hora de tirar o líquido do peito.  

“Enquanto eu estou amamentando de um lado, do outro sempre tem o estímulo e começa a vazar sozinho. Então eu faço toda a higiene antes de começar a amamentar, principalmente na mamada da noite, que tem um intervalo maior, e a mama enche mais. Já faço toda higienização antes de pegá-lo, lavo as mãos, coloco uma touca, higienizo a mama. Coloco ele de um lado, do outro lado faço a massagem e faço a ordenha manual.”

O Distrito Federal é referência em aleitamento materno no Brasil. Em doação, o DF ocupa o terceiro lugar no ranking de doação. Desde janeiro até o momento, os 14 bancos de leite humano locais arrecadaram cinco mil e oitocentos litros de leite materno. Além de contar com mais de duas mil mães no cadastro de coleta. Miriam Santos, coordenadora das políticas de aleitamento materno do Distrito Federal, explica porque esse ato é tão necessário. 

“Para os bebês que estão internados nos hospitais, é de extrema importância que a gente possa oferecer para eles esse alimento de padrão ouro para que eles se recuperem.”

A gravidez da secretária Bruna Lopes, de 18 anos, foi tranquila, mas os gêmeos Lavínia e Lorenzo decidiram apressar um pouco as coisas, e no sexto mês de gestação o parto aconteceu. A menina nasceu com 755 gramas e o menino com 700. Eles eram tão pequenininhos que não conseguiam sugar o leite no peito da mãe, e isso contribuiu para que a produção de Bruna diminuísse.

Infelizmente, Lorenzo teve insuficiência renal e faleceu. Já Lavínia está conseguindo ser alimentada com o leite materno de mães doadoras, e a mãe Bruna Lopes conta que é grata ao Banco de Leite Humano. 

“Eu sempre falo para as mães que doem, que quem tem muito leite materno, doe, porque a gente precisa muito. No início, quando eu tinha muito leite, eu doava também, e isso é muito importante para eles. Agora a gente só precisa que a Lavínia pegue o peito, venha o leite, para que a gente possa ir embora, e ela completar 1,7 quilos.”

No Distrito Federal, você que está em fase de amamentação e quer ajudar a salvar a vida de bebês com o seu leite, baixe o aplicativo Amamenta Brasília ou ligue no número 160, opção número quatro, e faça o seu cadastro. Você será direcionada para o Banco de Leite ou posto de coleta de leite humano mais próximo à sua casa. 

Depois que já estiver tudo certo, o Corpo de Bombeiros levará o material necessário para a coleta, e quando o leite materno já estiver nos frascos, a equipe buscará também. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.

Agência do Rádio



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LOC.: Mamãe de primeira viagem, a funcionária pública Karla Gonçalves, de 33 anos, trouxe ao mundo o Gael, que está com dois meses. No primeiro exame de glicose, o resultado foi que o bebê estava com as taxas muito baixas, e o hospital em que nasceu sugeriu que fosse dado leite de fórmula. 

Karla, por conhecer bem de perto o trabalho do Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) não aceitou, e pediu que fosse dado leite humano. Assim que a mamãe conseguiu amamentar o filho no peito, ela percebeu que a produção estava grande e se candidatou para ser doadora.

Para ela, essa ação é tão importante que quanto mais ela coleta, maior é a produção. Ela explica como é o processo que realiza na hora de tirar o líquido do peito. 

TEC./SONORA: Karla Gonçalves, 33 anos, funcionária pública. 

“Enquanto eu estou amamentando de um lado, do outro sempre tem o estímulo e começa a vazar sozinho. Então eu faço toda a higiene antes de começar a amamentar, principalmente na mamada da noite, que tem um intervalo maior, e a mama enche mais. Já faço toda higienização antes de pegá-lo, lavo as mãos, coloco uma touca, higienizo a mama. Coloco ele de um lado, do outro lado faço a massagem e faço a ordenha manual.”

LOC.: O Distrito Federal é referência em aleitamento materno no Brasil. Em doação, o DF ocupa o terceiro lugar no ranking de doação. Desde janeiro até o momento, os 14 bancos de leite humano locais arrecadaram cinco mil e oitocentos litros de leite materno. Além de contar com mais de duas mil mães no cadastro de coleta. Miriam Santos, coordenadora das políticas de aleitamento materno do Distrito Federal, explica porque esse ato é tão necessário. 

TEC./SONORA: Miriam Santos, coordenadora das políticas de aleitamento materno do Distrito Federal. 

“Para os bebês que estão internados nos hospitais, é de extrema importância que a gente possa oferecer para eles esse alimento de padrão ouro para que eles se recuperem.”

LOC.: A gravidez da secretária Bruna Lopes, de 18 anos, foi tranquila, mas os gêmeos Lavínia e Lorenzo decidiram apressar um pouco as coisas, e no sexto mês de gestação o parto aconteceu. A menina nasceu com 755 gramas e o menino com 700. Eles eram tão pequenininhos que não conseguiam sugar o leite no peito da mãe, e isso contribuiu para que a produção de Bruna diminuísse.

Infelizmente, Lorenzo teve insuficiência renal e faleceu. Já Lavínia está conseguindo ser alimentada com o leite materno de mães doadoras, e a mãe Bruna Lopes conta que é grata ao Banco de Leite Humano. 

LOC./SONORA: Bruna Lopes, 18 anos, secretária. 

“Eu sempre falo para as mães que doem, que quem tem muito leite materno, doe, porque a gente precisa muito. No início, quando eu tinha muito leite, eu doava também, e isso é muito importante para eles. Agora a gente só precisa que a Lavínia pegue o peito, venha o leite, para que a gente possa ir embora, e ela completar 1,7 quilos.”

LOC.: No Distrito Federal, você que está em fase de amamentação e quer ajudar a salvar a vida de bebês com o seu leite, baixe o aplicativo Amamenta Brasília ou ligue no número 160, opção número quatro, e faça o seu cadastro. Você será direcionada para o Banco de Leite ou posto de coleta de leite humano mais próximo à sua casa. 

Depois que já estiver tudo certo, o Corpo de Bombeiros levará o material necessário para a coleta, e quando o leite materno já estiver nos frascos, a equipe buscará também. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.