Menu

Doadora ajuda a abastecer duas unidades de banco de leite humano em Alagoas

De janeiro até o momento, Alagoas arrecadou 311,5 litros de leite, e possui 361 doadoras no cadastro

Banners

A vida de Jussara Santana, de 29 anos, mudou completamente há um ano e dois meses. Foi quando a advogada se tornou mãe de gêmeos: o casal Crispim e Júlia. Desde a gestação, a alagoana sempre teve vontade de amamentar, mas algumas pessoas diziam que ela não conseguiria por serem dois bebês.

A questão é que Crispim e Julia acabaram nascendo um pouco antes do previsto, com 32 semanas. Nos primeiros dias, Jussara precisou estimular as mamas para a saída do seu próprio leite. Ela conseguiu provar para quem não acreditava que seria capaz de amamentar os filhos. 

Além de suprir a quantidade necessária, Jussara se tornou doadora de leite materno e, até hoje, ajuda no crescimento de recém-nascidos prematuros ou que nasceram abaixo do peso, internados em duas maternidades de Maceió.

“Veio muito mais leite materno até do que eu imaginei que tivesse. Eu tive que fazer a  extração do meu leite antes de amamentar os meus filhos, porque, além de prematuros, eles estavam aprendendo a mamar, então não podia ter muito leite no peito. Realmente era bastante leite, fora a amamentação deles, eu conseguia tirar 500ml por dia.”

Uma das maternidades que recebem a doação de Jussara Santana é a da Escola Santa Mônica, localizada na Avenida Comendador Leão, da capital. De janeiro até o momento, Alagoas arrecadou 311,5 litros de leite, e possui 361 doadoras no cadastro. 

Andréa Pinheiro, coordenadora do banco de leite humano da unidade, que é referência no estado em aleitamento materno, explica quando uma mãe puérpera pode ser doadora.  

“Quem pode doar são aquelas mães que estão amamentando e em bom estado de saúde.Quando ela tem leite no peito e em excesso, ela faz a retirada, entra em contato com o banco de leite humano e a gente busca na casa dela.” 

A operadora de telemarketing Tayciara Monteiro, de 30 anos, é mãe da Laura Regina, que nasceu há um mês com 874 gramas. Foi necessário fazer um parto de urgência, pois Tayciara estava com hipertensão. 

Assim que a bebê nasceu, a mãe tinha bastante leite no peito, mas infelizmente Laura não conseguia sugar. Com isso, sua produção foi diminuindo e elas precisaram da doação do banco de leite humano. Tayciara conta com alegria que está grata pela oferta e generosidade de outras mães. 

“Principalmente para Laura, que é uma bebê prematura, o leite materno é primordial para o desenvolvimento dela, para ganhar peso. Porque quanto mais forte ela estiver, mais fácil de enfrentar a infecção, então tudo isso é necessário.”

Somente no ano passado, foram coletados em todo o país 187 mil litros de leite humano, mas esse valor representa apenas 55% da real demanda. Por isso, mães de Alagoas que estão com o peito cheio e podem contribuir com o crescimento de recém-nascidos prematuros ou de baixo peso, procurem um Banco de Leite Humano. Ao todo, são cinco Bancos de Leite Humano e um Posto de Coleta de Leite Humano em todo o estado. 

Você pode entrar em contato pelo telefone (82) 3315-4434, na capital, e os funcionários informarão qual é o posto de coleta de leite humano mais próximo da sua casa. 

Basta preencher um cadastro e profissionais da saúde entregam um kit com frasco, touca e máscara. Depois disso, entre em contato com o banco ou posto de coleta de leite humano que a coleta vai até você. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/.

Agência do Rádio



Cadastre-se

LOC.: A vida de Jussara Santana, de 29 anos, mudou completamente há um ano e dois meses. Foi quando a advogada se tornou mãe de gêmeos: o casal Crispim e Júlia. Desde a gestação, a alagoana sempre teve vontade de amamentar, mas algumas pessoas diziam que ela não conseguiria por serem dois bebês.

A questão é que Crispim e Julia acabaram nascendo um pouco antes do previsto, com 32 semanas. Nos primeiros dias, Jussara precisou estimular as mamas para a saída do seu próprio leite. Ela conseguiu provar para quem não acreditava que seria capaz de amamentar os filhos. 

Além de suprir a quantidade necessária, Jussara se tornou doadora de leite materno e, até hoje, ajuda no crescimento de recém-nascidos prematuros ou que nasceram abaixo do peso, internados em duas maternidades de Maceió.

TEC./SONORA: Jussara Santana, 29 anos, advogada.

“Veio muito mais leite materno até do que eu imaginei que tivesse. Eu tive que fazer a  extração do meu leite antes de amamentar os meus filhos, porque, além de prematuros, eles estavam aprendendo a mamar, então não podia ter muito leite no peito. Realmente era bastante leite, fora a amamentação deles, eu conseguia tirar 500ml por dia.”

LOC.: Uma das maternidades que recebem a doação de Jussara Santana é a da Escola Santa Mônica, localizada na Avenida Comendador Leão, da capital. De janeiro até o momento, Alagoas arrecadou 311,5 litros de leite, e possui 361 doadoras no cadastro. 

Andréa Pinheiro, coordenadora do banco de leite humano da unidade, que é referência no estado em aleitamento materno, explica quando uma mãe puérpera pode ser doadora.  

TEC./SONORA: Andréa Pinheiro, coordenadora do Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Santa Mônica. 

“Quem pode doar são aquelas mães que estão amamentando e em bom estado de saúde.Quando ela tem leite no peito e em excesso, ela faz a retirada, entra em contato com o banco de leite humano e a gente busca na casa dela.” 

LOC.: A operadora de telemarketing Tayciara Monteiro, de 30 anos, é mãe da Laura Regina, que nasceu há um mês com 874 gramas. Foi necessário fazer um parto de urgência, pois Tayciara estava com hipertensão. 

Assim que a bebê nasceu, a mãe tinha bastante leite no peito, mas infelizmente Laura não conseguia sugar. Com isso, sua produção foi diminuindo e elas precisaram da doação do banco de leite humano. Tayciara conta com alegria que está grata pela oferta e generosidade de outras mães. 

TEC./SONORA: Tayciara Monteiro, 30 anos, operadora de telemarketing. 

“Principalmente para Laura, que é uma bebê prematura, o leite materno é primordial para o desenvolvimento dela, para ganhar peso. Porque quanto mais forte ela estiver, mais fácil de enfrentar a infecção, então tudo isso é necessário.”

LOC.: Somente no ano passado, foram coletados em todo o país 187 mil litros de leite humano, mas esse valor representa apenas 55% da real demanda. Por isso, mães de Alagoas que estão com o peito cheio e podem contribuir com o crescimento de recém-nascidos prematuros ou de baixo peso, procurem um Banco de Leite Humano. Ao todo, são cinco Bancos de Leite Humano e um Posto de Coleta de Leite Humano em todo o estado. 

Você pode entrar em contato pelo telefone (82) 3315-4434, na capital, e os funcionários informarão qual é o posto de coleta de leite humano mais próximo da sua casa. 

Basta preencher um cadastro e profissionais da saúde entregam um kit com frasco, touca e máscara. Depois disso, entre em contato com o banco ou posto de coleta de leite humano que a coleta vai até você. 

Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br/.