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Dono da “defesa do século” morre aos 81 anos

O ex-goleiro inglês lutava contra tumor nos rins; ele foi campeão mundial pela Inglaterra em 1966

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Por Pedro Marra

Aos 81 anos, o inglês Gordon Banks, dono da “defesa do século”, morreu nesta terça-feira (12) vítima de tumor nos rins. O goleiro está marcado para sempre na história do futebol mundial. 
Isso porque ele ficou conhecido por se esticar todo para defender uma cabeçada de Pelé na Copa do Mundo de 1970, no México, em jogo da primeira fase contra o Brasil.

Quando a imprensa inglesa circulava a informação, o Stoke City, clube onde Banks jogou por seis temporadas, confirmou a notícia pelas redes sociais após contatar a família, que relatou uma morte tranquila durante a noite.

A Fifa se pronunciou sobre o falecimento do esportista e mencionou que Gordon Banks foi “um dos maiores goleiros da história” e ainda lembrou as “memórias esplêndidas” nas Copas do Mundo. Em 1966, o inglês foi campeão mundial, levando apenas três gols em seis jogos. 

Em suas últimas aparições públicas, Banks esteve como convidado da Fifa no sorteio dos grupos para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Ele até chegou a comentar a surpreendente defesa do goleiro brasileiro Marcelo Grohe na semifinal da Taça Libertadores contra o Barcelona de Guayaquil, do Equador.

Banks nasceu em Sheffield, na Inglaterra. O Leicester foi o primeiro clube que o contratou, em 1959. Com a camisa dos Foxes, chegou à final da Copa da Inglaterra e foi convocado pela primeira vez para defender o seu país. Sete anos depois, Banks se transferiu para o Stoke City, onde jogou por seis temporadas. 

O goleiro também defendeu a camisa do Fort Lauderdale Strikers, time dos Estados Unidos. Época em que foi rival de Pelé, que defendia o Cosmos. Ele encerrou a carreira em 1978, pelo time irlandês Saint Patrick. 

Na carreira, o arqueiro disputou 73 partidas pela seleção inglesa e foi eleito o “goleiro do ano” pela Fifa por seis anos seguidos: de 1966 a 1971. Banks até tentou seguir a carreira de técnico, ao comandar o time inglês do Telford United, no começo dos anos 80, mas não teve sucesso.

Pedro Marra

O jovem jornalista chegou à redação recém-formado e compõe a nossa equipe desde 2018. Com a experiência de ter sido repórter de esportes e cidades no Jornal de Brasília, suas pautas preferidas são educação e investigação.


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Aos 81 anos, o inglês Gordon Banks, dono da “defesa do século”, morreu nesta terça-feira (12) vítima de tumor nos rins. O goleiro está marcado para sempre na história do futebol mundial. 
Isso porque ele ficou conhecido por se esticar todo para defender uma cabeçada de Pelé na Copa do Mundo de 1970, no México, em jogo da primeira fase contra o Brasil.

Quando a imprensa inglesa circulava a informação, o Stoke City, clube onde Banks jogou por seis temporadas, confirmou a notícia pelas redes sociais após contatar a família, que relatou uma morte tranquila durante a noite.

A Fifa se pronunciou sobre o falecimento do esportista e mencionou que Gordon Banks foi “um dos maiores goleiros da história” e ainda lembrou as “memórias esplêndidas” nas Copas do Mundo. Em 1966, o inglês foi campeão mundial, levando apenas três gols em seis jogos. 

 

Em suas últimas aparições públicas, Banks esteve como convidado da Fifa no sorteio dos grupos para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Ele até chegou a comentar a surpreendente defesa do goleiro brasileiro Marcelo Grohe na semifinal da Taça Libertadores contra o Barcelona de Guayaquil, do Equador.

Banks nasceu em Sheffield, na Inglaterra. O Leicester foi o primeiro clube que o contratou, em 1959. Com a camisa dos Foxes, chegou à final da Copa da Inglaterra e foi convocado pela primeira vez para defender o seu país. Sete anos depois, Banks se transferiu para o Stoke City, onde jogou por seis temporadas. 

O goleiro também defendeu a camisa do Fort Lauderdale Strikers, time dos Estados Unidos. Época em que foi rival de Pelé, que defendia o Cosmos. Ele encerrou a carreira em 1978, pelo time irlandês Saint Patrick. 

Na carreira, o arqueiro disputou 73 partidas pela seleção inglesa e foi eleito o “goleiro do ano” pela Fifa por seis anos seguidos: de 1966 a 1971. Banks até tentou seguir a carreira de técnico, ao comandar o time inglês do Telford United, no começo dos anos 80, mas não teve sucesso.

Com colaboração de Pedro Marra, reportagem Thiago Marcolini