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Educação profissional aumenta chances de crescimento profissional na indústria

Setor emprega 9,4 milhões de trabalhadores brasileiros

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Crédito: Agência Brasil

A capacitação técnica é o caminho mais rápido para a inserção qualificada no mercado de trabalho. É o que mostra um levantamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). E foi buscando uma ocupação profissional que Rafael Cordeiro, morador de Feira de Santana, decidiu, em 2017, deixar a faculdade e ingressar em curso técnico no SENAI da Bahia. Técnico em logística formado em 2018, deu um passo ainda maior para a carreira. Aos 20 anos, ele está entre os 63 jovens selecionados para disputar uma vaga na equipe brasileira que irá competir na maior competição profissional do mundo, a WorldSkills.

Segundo Rafael, a classificação no mundial e o crescimento profissional só foram possíveis devido ao aprendizado adquirido durante o curso técnico. “O SENAI foi um catalisador na minha carreira, visto que estou participando de uma competição mundial graças ao curso técnico que foi ofertado pelo SENAI. Foi essencial no decorrer da minha vida”, ressalta.

A educação oferecida pelo SENAI, que integra o Sistema S ao lado de entidades como o Serviço Social da Indústria (SESI) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), é reconhecida internacionalmente. Nas últimas edições da WorldSkills, estudantes da instituição conquistaram o 1º e o 2º lugares, em 2015 e 2017, respectivamente. Além disso, a entidade é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das principais contribuintes para a educação de qualidade nos países do hemisfério sul. 

O Sistema S têm tido destaque também entre os parlamentares, no Congresso Nacional. Durante sessão realizada na Câmara dos Deputados, no início de fevereiro, o deputado federal João Roma (PRB/BA) defendeu a manutenção do Sistema S, que, afirma, é responsável por 98% dos empregos gerados no país e é destaque entre a população da Bahia.

Para o deputado, o Sistema fornece base tecnológica para o surgimento de novos negócios, empreendimentos e iniciativas, gerando desenvolvimento e oportunidades. “O Sistema S tem tido uma contribuição fenomenal para o nosso país, especialmente para as pessoas que mais precisam, as pessoas que encontram justamente através do Sistema S uma oportunidade de vida, uma possibilidade de capacitação, de ter tecnologia à sua disposição”, destaca.

A indústria brasileira emprega 9,4 milhões de trabalhadores e, segundo o diretor-geral do SENAI e diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, 80% dos alunos formados pela instituição passam a ser mão de obra qualificada para o setor ainda no primeiro ano, depois de formados. “O SENAI tem um papel decisivo para capacitar mão de obra para a indústria e 95% das vagas abertas pela indústria brasileira exigem a formação do SENAI, o que é uma demonstração clara disso”, avalia.

Ao todo, no Brasil, o SENAI mantém 541 escolas de todos os estados e no Distrito Federal, que registraram mais de 2,3 milhões de matrículas, em 2017. Já o SESI recebe, por ano, mais de 1,7 milhão de matrículas em educação básica e continuada e ações educativas, oferecendo qualificação de qualidade e cidadania para os brasileiros.
 

Aline Dias

Aline atuou na assessoria do Sindicato dos Empregados no Comércio do Distrito Federal (Sindicom-DF), na Predicato Assessoria de Comunicação, no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), vinculada à Casa Civil. Em sua trajetória, também trabalhou como freelancer na Predicato Assessoria de Comunicação e na Frente Nacional de Prefeitos, durante o IV Encontro do Municípios com o Desenvolvimento Sustentável. Atualmente é repórter da Agência do Rádio Brasileiro.


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A educação oferecida pelo SENAI, que integra o Sistema S ao lado de entidades como o SESI e Senac, é reconhecida pela ONU como uma das principais contribuintes para a educação de qualidade nos países do hemisfério sul. Por isso, o Sistema S têm tido destaque também entre os parlamentares, no Congresso Nacional. 

Durante sessão realizada na Câmara dos Deputados, no início de fevereiro, o deputado federal João Roma (PRB/BA) defendeu a manutenção do Sistema S. Segundo o parlamentar, o sistema é responsável por 98% dos empregos gerados no país e é destaque entre a população da Bahia.
 

 “O Sistema S tem tido uma contribuição fenomenal para o nosso país, especialmente para as pessoas que mais precisam, as pessoas que encontram justamente através do Sistema S uma oportunidade de vida, uma possibilidade de capacitação, de ter tecnologia à sua disposição.”

A indústria brasileira emprega 9,4 milhões de trabalhadores e, segundo o diretor-geral do SENAI e diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, 80% dos alunos formados pela instituição passam a ser mão de obra qualificada para o setor ainda no primeiro ano, depois de formados.

“O SENAI tem um papel decisivo para capacitar mão de obra para a indústria e 95% das vagas abertas pela indústria brasileira exigem a formação do SENAI, o que é uma demonstração clara disso.”

Em todo o Brasil, o SENAI mantém 541 escolas, que registraram mais de 2,3 milhões de matrículas, em 2017. Já o SESI recebe, por ano, mais de 1,7 milhão de matrículas em educação básica e continuada e ações educativas, oferecendo qualificação de qualidade e cidadania para os brasileiros.

Reportagem, Aline Dias