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Equipe de Sousa (PB) cria projeto de micro exaustor para diminuir casos de depressão em astronautas

O projeto será apresentado no Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League, que acontecerá entre 15 e 17 de março, no Rio de Janeiro (RJ)

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Foto: Divulgação

Por Marquezan Araújo

Ficar privado da gravidade pode trazer consequências para os astronautas. Depois de pesquisar bastante sobre o tema, uma equipe de 14 alunos do time de robótica da escola SESI, de Sousa (PB), descobriu, após pesquisas, que quando estão em missão no espaço, os viajantes não conseguem sentir com facilidade o cheiro das coisas, inclusive dos alimentos.

Para resolver esse problema, a equipe, denominada Robossauros, desenvolveu então um protótipo de um micro exaustor para que os astronautas consigam sentir o cheiro desses alimentos ou de qualquer outra coisa enquanto estão na órbita da Terra.

O projeto será apresentado no Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League, que acontecerá entre 15 e 17 de março, no Rio de Janeiro (RJ). Neste ano, a temática da competição é “IntoOrbit” (Em órbita, tradução livre em inglês). Dessa forma, equipes de todo Brasil deverão desenvolver projetos que facilitem a vida no espaço.

De acordo com a mentora da equipe, Edna Oliveira, os alunos pensaram em criar esse micro exaustor porque descobriram que os casos de depressão em astronautas podem ser potencializados devido a essa incapacidade de sentir odores. “Então quando eles desenvolveram esse projeto do foi com esse objetivo: além de eles sentirem os odores, vão conseguir diminuir o risco da depressão.”

Ainda de acordo com Edna, o grande desafio desse torneio é desenvolver esse tipo de pesquisa, uma vez que é necessário criar algo que seja inovador e que eu tenha uma solução inovadora. Para auxiliar os 14 alunos, a equipe Robossauros conta ainda com a participação de mais dois técnicos.“Um fica responsável pela parte de programação e desenvolvimento das missões e o outro fica com a parte dos projetos de pesquisa e do designer de robôs”, explica.

Anthony Batista, de 16 anos, compõe o time de alunos da equipe Robossauros e vai participar da competição pela segunda vez. Para ele, fazer parte desse trabalho vai além da experiência adquirida com o projeto.“A questão que eu mais aprendi foi a do trabalho em equipe, porque é muito importante. A gente aprende que não conseguimos fazer as coisas sozinhos. Temos que ter pessoas do lado da gente para ajudar em todos os momentos”.

O Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League é realizado no Brasil há mais de 10 anos e, a cada ano, tem um tema central. League é um programa internacional de exploração científica, projetado para fazer com que crianças e jovens de nove a 16 anos se entusiasmem com ciência e tecnologia e adquiram habilidades de trabalho e de vida.
 
O torneio

A competição propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia LEGO. A competição de robótica pode ser usada no ambiente escolar, mas não é projetada exclusivamente para esse propósito.
 
Os jovens podem estar associados a uma escola, um clube, uma organização ou simplesmente serem parte de grupo de amigos, desde que liderados por dois técnicos adultos. O SESI é responsável pela operação oficial do torneio no país.
 
Quer saber mais sobre robótica?

Acesse: http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/canais/torneio-de-robotica/
 

Marquezan Araújo

Marquezan é formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), atuou como âncora de jornal radiofônico e locutor de programa musical. Passou por estágios na Agência Brasil e na Rádio Nacional, da EBC. Repórter da Agência do Rádio desde 2016, acompanha as movimentações do Legislativo no Congresso Nacional.


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LOC.: Mesmo presenciando momentos bem específicos, como por exemplo, ver o nosso planeta direto do espaço, os astronautas também passam por situações delicadas que, talvez não vivenciassem enquanto estivessem na Terra.  

Depois de muita pesquisa, uma equipe de 14 alunos do time de robótica da escola SESI, da cidade de Sousa -PB, descobriu que quando estão em missão no espaço, os astronautas não conseguem sentir com facilidade o cheiro das coisas, inclusive dos alimentos.

Essa equipe, denominada Robossauros, desenvolveu então um protótipo de um micro exaustor para que os astronautas consigam sentir o cheiro desses alimentos ou de qualquer outra coisa enquanto estão na órbita da Terra.
O projeto será apresentado no Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League, que acontecerá entre 15 e 17 de março, no Rio de Janeiro (RJ). Nesta edição, a temática da competição é “IntoOrbit” (Em órbita, tradução livre em inglês). Dessa forma, equipes de todo Brasil deverão desenvolver projetos que facilitem a vida no espaço.

De acordo com a mentora da equipe, Edna Oliveira, os alunos pensaram em criar esse micro exaustor porque descobriram que os casos de depressão em astronautas podem ser potencializados devido a essa incapacidade de sentir odores.
 

TEC./SONORA: Edna Oliveira, mentora da equipe Robossauros

“A preocupação é desenvolver esse micro exaustor, porque nós sabemos que o fato de eles não sentirem odores é uma das causas da depressão dos astronautas. Então quando eles desenvolveram esse projeto foi com esse objetivo: além de eles sentirem os odores, conseguir diminuir o risco da depressão.”
 

LOC.: A competição propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia LEGO®. A competição de robótica pode ser usada no ambiente escolar, mas não é projetada exclusivamente para esse propósito.

Anthony Batista, de 16 anos, compõe o time de alunos da equipe Robossauros e vai participar da competição pela segunda vez. Para ele, fazer parte desse trabalho vai além da experiência adquirida com o projeto.
 

TEC./SONORA: Anthony Batista, estudante

“A questão que eu mais aprendi foi a do trabalho em equipe, porque é muito importante. A gente aprende que não conseguimos fazer as coisas sozinhos. Temos que ter pessoas do lado da gente para ajudar em todos os momentos.”
 

LOC.: Os jovens podem estar associados a uma escola, um clube, uma organização ou simplesmente serem parte de grupo de amigos, desde que liderados por dois técnicos adultos. O SESI é responsável pela operação oficial do torneio no país.
  
Reportagem, Marquezan Araújo