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Estudo do Ministério da Economia aponta que sem reforma, Previdência terá dificuldades para pagar salários de servidores

Até 2023, os cálculos mostram que haverá dificuldades para fornecimento de bens e serviços públicos em saúde, educação e segurança

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Foto: Agência Brasil

Um estudo publicado nesta semana pela Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, aponta que se a nova Previdência não for aprovada no primeiro semestre do ano, o país vai ter dificuldades para pagar salários de servidores a partir de 2020.

Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, se o cenário atual não for mudado, o Estado poderá enfrentar dificuldades em manter seus deveres, como o fornecimento de bens e serviços públicos nas áreas da saúde, educação e segurança. O principal ponto, entretanto, passa pela dificuldade em pagar salários e benefícios de aposentadoria.

“Ou nós aprovamos a nova Previdência ou o governo terá dificuldade em pagar estes salários. Isso já acontece em vários estados brasileiros, já acontece em vários municípios brasileiros, e é uma realidade que pode vir acontecer com a União. Irão começar a faltar recursos para o Estado dar o mínimo para a população. E o quê que é o mínimo? É saúde, educação e segurança pública”, alerta.

O estudo cita também que à medida que os parâmetros populacionais mudam, passa a haver a necessidade de ser alterar os parâmetros do regime previdenciário, para que assim, seja possível reequilibrar as contas públicas.

As projeções da Secretaria de Política Econômica indicam que, nesse ritmo, em 2023, a dívida do Brasil será superior a cem por cento do PIB, alcançando 102,3%.
 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, se o cenário atual não for mudado, o Estado poderá enfrentar dificuldades em manter seus deveres, como o fornecimento de bens e serviços públicos nas áreas da saúde, educação e segurança. O principal ponto, entretanto, passa pela dificuldade em pagar salários e benefícios de aposentadoria.
 

“Ou nós aprovamos a nova Previdência ou o governo terá dificuldade em pagar estes salários. Isso já acontece em vários estados brasileiros, já acontece em vários municípios brasileiros, e é uma realidade que pode vir acontecer com a União. Irão começar a faltar recursos para o Estado dar o mínimo para a população. E o quê que é o mínimo? É saúde, educação e segurança pública.”

O estudo cita também que à medida que os parâmetros populacionais mudam, passa a haver a necessidade de ser alterar os parâmetros do regime previdenciário, para que assim, seja possível reequilibrar as contas públicas.

As projeções da Secretaria de Política Econômica indicam que, nesse ritmo, em 2023, a dívida do Brasil será superior a cem por cento do PIB, alcançando 102,3%.

Reportagem, Cintia Moreira