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FGV: Crescimento do Índice de Confiança de Serviços (ICS) aponta indício de reaquecimento do setor

Indicador avançou 2,2 pontos no mês de julho; é a segunda alta consecutiva após quatro quedas seguidas registradas neste ano

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Foto: Agência Brasil

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 2,2 pontos no mês de julho. Esta é a segunda alta consecutiva do índice, depois de quatro quedas consecutivas registradas no começo do ano. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo o responsável pela análise e divulgação da FGV, Rodolpho Tobler, esses resultados apontam que o setor de serviços começa a dar sinais de retomada.

“Hoje, o cenário que a gente tem observado é que o setor de serviços começa a enxergar de novo uma melhora no volume de serviços no mês de julho, e também começa a ter expectativas mais favoráveis para os próximos meses. Neste mês específico e também em junho, a alta ocorreu tanto na situação atual quanto nas expectativas, então a confiança também avançou. Isso é um bom sinal, o que mostra que o setor está voltando ao seu caminho de crescimento.”

O resultado mostra que 9 das 1 , disse.atividades pesquisadas sofreram impacto. De acordo com a FGV, a alta sugere que os empresários estão percebendo uma reação no ritmo de atividade do setor e se tornando mais otimistas para o segundo semestre. Rodolpho Tobler explica que esses dados são feitos por meio de questionários.

“Elas respondem se, por exemplo, a demanda vai estar melhor, pior ou normal nos próximos meses; se a situação dos negócios, agora, está boa, normal ou ruim; e diversas perguntas assim, de forma qualitativa. Depois disso, a gente apura os resultados. Então, a gente cria um percentual para cada uma dessas opções e constrói um indicador para cada um desses quesitos. Esse indicador é calculado com o percentual de empresas que afirma positivamente, para cada uma das perguntas, se a demanda vai estar melhor, se a situação vai estar melhor, se a situação está boa, diminuído da parcela negativa, ou seja, das empresas que estão afirmando que a demanda vai diminuir ou qualquer outra pergunta com parcela negativa e aí a gente acresce 100 pontos”, afirma.

O indicador tem uma escala de zero a duzentos. Zero significa que todas as empresas afirmaram que estão pessimistas e duzentos que todas as empresas estão otimistas. A próxima divulgação do Índice de Confiança de Serviços será feita no dia 28 de agosto.
 

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 2,2 pontos no mês de julho. Esta é a segunda alta consecutiva do índice, depois de quatro quedas consecutivas registradas no começo do ano. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo o responsável pela análise e divulgação da FGV, Rodolpho Tobler, esses resultados apontam que o setor de serviços começa a dar sinais de retomada.
 

“Hoje, o cenário que a gente tem observado é que o setor de serviços começa a enxergar de novo uma melhora no volume de serviços no mês de julho, e também começa a ter expectativas mais favoráveis para os próximos meses. Neste mês específico e também em junho, a alta ocorreu tanto na situação atual quanto nas expectativas, então a confiança também avançou. Isso é um bom sinal, o que mostra que o setor está voltando ao seu caminho de crescimento.”

O resultado mostra que 9 das 13 atividades pesquisadas sofreram impacto. De acordo com a FGV, a alta sugere que os empresários estão percebendo uma reação no ritmo de atividade do setor e se tornando mais otimistas para o segundo semestre. Rodolpho Tobler explica que esses dados são feitos por meio de questionários.

“Elas respondem se, por exemplo, a demanda vai estar melhor, pior ou normal nos próximos meses; se a situação dos negócios, agora, está boa, normal ou ruim; e diversas perguntas assim, de forma qualitativa. Depois disso, a gente apura os resultados. Então, a gente cria um percentual para cada uma dessas opções e constrói um indicador para cada um desses quesitos. Esse indicador é calculado com o percentual de empresas que afirma positivamente, para cada uma das perguntas, se a demanda vai estar melhor, se a situação vai estar melhor, se a situação está boa, diminuído da parcela negativa, ou seja, das empresas que estão afirmando que a demanda vai diminuir ou qualquer outra pergunta com parcela negativa e aí a gente acresce 100 pontos.”

O indicador tem uma escala de zero a duzentos. Zero significa que todas as empresas afirmaram que estão pessimistas e duzentos que todas as empresas estão otimistas. A próxima divulgação do Índice de Confiança de Serviços será feita no dia 28 de agosto.

Reportagem, Cintia Moreira