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Fiscais são preparados para evitar novas tragédias em barragens

Ministro Ricardo Salles disse que eles atuarão na Agência Nacional de Mineração

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta segunda-feira (25) que o governo vai aumentar o número de fiscais atuando na Agência Nacional de Mineração (ANM). O órgão é o responsável por verificar as condições das barragens, como a da Vale, em Brumadinho (MG).

De acordo com Salles, o governo fez um curso de capacitação de engenheiros para que eles possam se juntar ao quadro de fiscais que já existem no nível federal, da mesma forma nos níveis estaduais.

O ministro também comentou sobre a situação de Barão de Cocais (MG), onde recentemente a mineradora Vale emitiu um comunicado de alerta para o risco de rompimento de outra barragem. A estimativa é que cerca de 6 mil pessoas vivam em áreas passíveis de serem diretamente afetadas pelo rompimento.

Ainda de acordo com Salles, muitos fiscais de empresas privadas têm se recusado a subscrever laudos que atestem a segurança das barragens, por conta do que aconteceu em Brumadinho, em janeiro deste ano.

 

Cintia Moreira

Com 3 anos de formação, Cintia sempre optou pelo radiojornalismo. Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.


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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta segunda-feira (25) que o governo vai aumentar o número de fiscais atuando na Agência Nacional de Mineração (ANM). O órgão é o responsável por verificar as condições das barragens, como a da Vale, em Brumadinho (MG).

De acordo com Salles, o governo fez um curso de capacitação de engenheiros para que eles possam se juntar ao quadro de fiscais que já existem no nível federal, da mesma forma nos níveis estaduais.

O ministro também comentou sobre a situação de Barão de Cocais (MG), onde recentemente a mineradora Vale emitiu um comunicado de alerta para o risco de rompimento de outra barragem. A estimativa é que cerca de 6 mil pessoas vivam em áreas passíveis de serem diretamente afetadas pelo rompimento.

Ainda de acordo com Salles, muitos fiscais de empresas privadas têm se recusado a subscrever laudos que atestem a segurança das barragens, por conta do que aconteceu em Brumadinho, em janeiro deste ano.

Reportagem, Cintia Moreira