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FLORESTA DO ARAGUAIA (PA): Município está em risco de surto de dengue, zika e chikungunya

A principal preocupação do município é com quintais das casas e com terrenos baldios

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Os estados da região Norte sofrem com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Um exemplo é o Pará, que registrou, de janeiro a 31 de agosto de 2019, 4,4 mil casos prováveis de dengue, 3,6 mil de chikungunya e 159 de zika.

Para reforçar o combate ao mosquito no Pará, a secretaria estadual recomendou, em setembro, a todas as 144 secretarias municipais de Saúde que façam mutirões de limpeza e vistoria em casas e órgãos públicos.

Para conseguir acompanhar os focos e atender melhor os municípios com maior necessidade de cuidados, a secretaria verifica o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Assim, conseguem encontrar cidades em situações de risco, como Floresta do Araguaia. O município apresenta índice de infestação de 4,3%, considerado alto pelas autoridades de saúde.

Segundo o secretário de Saúde do município, Francisco Aquino, a principal preocupação do município é com quintais das casas e com terrenos baldios – locais onde agentes de vigilância epidemiológica locais encontram o maior número de criadouros do mosquito.

É por isso que Aquino faz um apelo à população, para que ajude a cuidar das ruas e do município.

“Peço à população para não deixar sacolas, tampinhas e o que possa acumular água [jogados nas ruas e quintais]. Que ensaque. Que a população mantenha seus quintais limpos. Acompanhe os vizinhos, porque do lado, está a minha casa, está o lote baldio – somente com capim e nada mais. Procure o dono. Comunique as autoridades.”

A estudante de enfermagem Ranis Abreu, de 45 anos foi diagnosticada com dengue, em 2018, depois de sentir muitas dores de cabeça e nos olhos, além de um enjoo forte e fraqueza. Desde então, a moradora de Floresta do Araguaia adota todas as medidas de proteção aos criadouros do mosquito.

 “Tenho o maior cuidado, pois tenho muito medo de pegar de novo a doença. Por isso, cuido bem lá de casa e do quintal. Nem mato eu não deixo no quintal. A caixa d’água sempre fechada. Cuidado com os pneus. Se tiver em casa algum pneu eu tenho o maior cuidado. Com aquelas tampinhas de garrafa. Tudo eu tenho cuidado.”

Aqui, algumas recomendações do Ministério da Saúde para o combate ao Aedes aegypti dentro de casa. Entre eles, a limpeza de ralos e aplicação de tela nos mesmos. Limpe também, ou preencha, pratos de vasos de plantas com areia todas as semanas. Mantenha os reservatórios de água tampados e limpos com água, bucha e sabão frequentemente. Quando a água acabar, é necessário fazer uma nova lavagem nos recipientes e guardá-los de cabeça para baixo. Segundo o ministério, esse cuidado é essencial porque os ovos do mosquito podem viver mais de um ano no ambiente seco.

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

Agência do Rádio



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LOC.: Os estados da região Norte sofrem com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Um exemplo é o Pará, que registrou, de janeiro a 31 de agosto de 2019, 4,4 mil casos prováveis de dengue, 3,6 mil de chikungunya e 159 de zika.

Para reforçar o combate ao mosquito no Pará, a secretaria estadual recomendou, em setembro, a todas as 144 secretarias municipais de Saúde que façam mutirões de limpeza e vistoria em casas e órgãos públicos.

Para conseguir acompanhar os focos e atender melhor os municípios com maior necessidade de cuidados, a secretaria verifica o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa. Assim, conseguem encontrar cidades em situações de risco, como Floresta do Araguaia. O município apresenta índice de infestação de 4,3%, considerado alto pelas autoridades de saúde.

Segundo o secretário de Saúde do município, Francisco Aquino, a principal preocupação do município é com quintais das casas e com terrenos baldios – locais onde agentes de vigilância epidemiológica locais encontram o maior número de criadouros do mosquito.

É por isso que Aquino faz um apelo à população, para que ajude a cuidar das ruas e do município.
 

“Peço à população para não deixar sacolas, tampinhas e o que possa acumular água [jogados nas ruas e quintais]. Que ensaque. Que a população mantenha seus quintais limpos. Acompanhe os vizinhos, porque do lado, está a minha casa, está o lote baldio – somente com capim e nada mais. Procure o dono. Comunique as autoridades.”

LOC.: A estudante de enfermagem Ranis Abreu, de 45 anos foi diagnosticada com dengue, em 2018, depois de sentir muitas dores de cabeça e nos olhos, além de um enjoo forte e fraqueza. Desde então, a moradora de Floresta do Araguaia adota todas as medidas de proteção aos criadouros do mosquito.

“Tenho o maior cuidado, pois tenho muito medo de pegar de novo a doença. Por isso, cuido bem lá de casa e do quintal. Nem mato eu não deixo no quintal. A caixa d’água sempre fechada. Cuidado com os pneus. Se tiver em casa algum pneu eu tenho o maior cuidado. Com aquelas tampinhas de garrafa. Tudo eu tenho cuidado.”

LOC.: Aqui, algumas recomendações do Ministério da Saúde para o combate ao Aedes aegypti dentro de casa. Entre eles, a limpeza de ralos e aplicação de tela nos mesmos. Limpe também, ou preencha, pratos de vasos de plantas com areia todas as semanas. Mantenha os reservatórios de água tampados e limpos com água, bucha e sabão frequentemente. Quando a água acabar, é necessário fazer uma nova lavagem nos recipientes e guardá-los de cabeça para baixo. Segundo o ministério, esse cuidado é essencial porque os ovos do mosquito podem viver mais de um ano no ambiente seco.

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.