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GO: Goiânia terá programação especial neste sábado (3) para celebrar Semana Mundial da Amamentação

O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis.

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Foto: Ministério da Saúde

Renata Magalhães tem 31 anos e há pouco tempo realizou o sonho de ser mãe. Moradora do bairro Alphaville Flamboyant, em Goiânia, deu à luz a Nicolas. O pequeno está com sete meses e mamou no peito da mãe exclusivamente nos primeiros seis. Renata conta que, desde o primeiro momento, o filho foi alimentado com seu leite e por isso está saudável. 

“Ele realmente desenvolveu bem mais que os outros que eu conheço. De cinco mães que tenho mais contato, a maioria delas, três, deram fórmula para seus filhos. Nicolas hoje está muito mais desenvolvido de tamanho, peso e proatividade, brincando, já balbuciando pequenas palavrinhas e querendo andar.”

O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis. A coordenadora do Banco de Leite Humano do Hospital Materno Infantil, que é referência em Goiás, Renata Machado, explica porque esse alimento é tão necessário. 

“É comprovado que bebês amamentados no peito adoecem menos, e quando adoecem, raramente morrem. São crianças com menos riscos de infecções e alergias e com melhor desenvolvimento neuronal.”

A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, sendo nos primeiros seis meses somente o leite do peito. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar ajuda a criar vínculo entre membros da família. É o que explica Cynara Porto, médica neonatologista e assessora técnica da Secretaria de Saúde de Goiás. 

“Quando a mulher está grávida, a família toda está junto. O pai precisa acompanhar a mãe no pré-natal para que ele se envolva, porque ele é fundamental junto com ela para criar um elo. Depois que nasce, ela deve colocar o bebê para amamentar, o pai, a rede familiar estar junto e o Banco de Leite Humano estarem juntos, para que a amamentação se fortaleça.”

De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Em Goiás, a programação principal ocorrerá neste sábado, três de agosto, no Parque Flamboyant. O evento conta com a participação especial da Orquestra Filarmônica e a presença da primeira-dama Maria das Graças de Carvalho Caiado. Também haverá tendas expostas para atender a comunidade sobre assuntos de saúde.  

A amamentação é uma das formas mais econômicas e eficazes de contribuir para a redução da taxa de mortalidade infantil. Por isso, incentive as mulheres que você conhece a amamentarem seus filhos. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br

Agência do Rádio



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LOC.: Renata Magalhães tem 31 anos e há pouco tempo realizou o sonho de ser mãe. Moradora do bairro Alphaville Flamboyant, em Goiânia, deu à luz a Nicolas. O pequeno está com sete meses e mamou no peito da mãe exclusivamente nos primeiros seis. Renata conta que, desde o primeiro momento, o filho foi alimentado com seu leite e por isso está saudável. 

TEC./SONORA: Renata Magalhães, 31 anos. 

“Ele realmente desenvolveu bem mais que os outros que eu conheço. De cinco mães que tenho mais contato, a maioria delas, três, deram fórmula para seus filhos. Nicolas hoje está muito mais desenvolvido de tamanho, peso e proatividade, brincando, já balbuciando pequenas palavrinhas e querendo andar.”
 

LOC.: O aleitamento materno, segundo o Ministério da Saúde, é a única estratégia que, isoladamente, pode reduzir em até 13% as mortes de crianças de até cinco anos por causas evitáveis. A coordenadora do Banco de Leite Humano do Hospital Materno Infantil, que é referência em Goiás, Renata Machado, explica porque esse alimento é tão necessário. 

TEC./SONORA: Renata Machado, coordenadora do BLH-HMI.  

“É comprovado que bebês amamentados no peito adoecem menos, e quando adoecem, raramente morrem. São crianças com menos riscos de infecções e alergias e com melhor desenvolvimento neuronal.”

LOC.: A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde, até os dois anos ou mais, sendo nos primeiros seis meses somente o leite do peito. A amamentação ajuda a desenvolver a fala, a dentição e até a inteligência da criança. Além disso, o ato de amamentar ajuda a criar vínculo entre membros da família. É o que explica Cynara Porto, médica neonatologista e assessora técnica da Secretaria de Saúde de Goiás. 

TEC./SONORA: Cynara Porto, médica neonatologista e assessora técnica da Secretaria de Saúde de Goiás. 

“Quando a mulher está grávida, a família toda está junto. O pai precisa acompanhar a mãe no pré-natal para que ele se envolva, porque ele é fundamental junto com ela para criar um elo. Depois que nasce, ela deve colocar o bebê para amamentar, o pai, a rede familiar estar junto e o Banco de Leite Humano estarem juntos, para que a amamentação se fortaleça.”

LOC.: De primeiro a sete de agosto é celebrada a Semana Mundial da Amamentação. Em Goiás, a programação principal ocorrerá neste sábado, três de agosto, no Parque Flamboyant. O evento conta com a participação especial da Orquestra Filarmônica e a presença da primeira-dama Maria das Graças de Carvalho Caiado. Também haverá tendas expostas para atender a comunidade sobre assuntos de saúde.  

A amamentação é uma das formas mais econômicas e eficazes de contribuir para a redução da taxa de mortalidade infantil. Por isso, incentive as mulheres que você conhece a amamentarem seus filhos. Incentive a família, alimente a vida. Para mais informações, acesse saude.gov.br.