Menu

Goiás aposta na busca ativa e alta taxa de detecção para controlar e eliminar a hanseníase

Doença pode gerar incapacidades físicas, como a deformação de membros, caso seja tratada tardiamente

Banners
Créditos: Ministério da Saúde

A hanseníase ainda é um grave problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, diversos países enfrentam a alta incidência da doença, entre eles o Brasil, que ocupa a segunda posição no ranking de novos casos. Em Goiás, essa realidade é comprovada pelos números. Em 2017, o estado registrou 1.342 novas ocorrências. O problema, contudo, tem sido combatido, principalmente, através da busca ativa, conforme explica a subcoordenadora de Hanseníase de Goiás, Edna Magalhães. 

“A nossa situação em Goiás vem, ao longo dos últimos anos, apresentando uma redução gradativa do número de casos novos, só que ainda em patamares elevados. Então, a gente tem uma detecção alta ainda. Mas isso é bom para nós que somos um estado endêmico, já que a gente precisa descobrir os casos, tratar e curar e, assim, controlar e eliminar a doença. O que a gente informa à população é que qualquer pessoa que apresentar uma mancha na pele de cor e alteração de sensibilidade ou comprometimento dos nervos, dos braços, das mãos e dos pés, que procure uma Unidade Básica de Saúde porque pode ser hanseníase”.

Créditos: Ministério da Saúde

O alerta da gestora é importante, uma vez que a doença pode gerar incapacidades físicas, como a deformação de membros, caso seja tratada tardiamente. Por isso, a observação ao aparecimento de manchas indolores é um dos caminhos para identificar a infecção ainda na fase inicial. O tratamento é feito através de medicação via oral e dura de seis a 12 meses, dependendo do tipo da hanseníase diagnosticada no paciente. A coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, lembra que o tratamento é eficaz e leva à cura.

“Logo na primeira dose que ela (pessoa) começa a tomar, logo no primeiro mês de tratamento, já perde essa capacidade de transmissão. Então, o ideal é que o mais rápido possível seja feito o diagnóstico e o tratamento, porque, reforçando, ela perde totalmente a possibilidade de transmitir. A transmissão só acontece antes do tratamento”.

Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase. 

Créditos: Ministério da Saúde

Agência do Rádio



Cadastre-se

LOC.: A hanseníase ainda é um grave problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, diversos países enfrentam a alta incidência da doença, entre eles o Brasil, que ocupa a segunda posição no ranking de novos casos. Em Goiás, essa realidade é comprovada pelos números. Em 2017, o estado registrou 1.342 novas ocorrências. O problema, contudo, tem sido combatido, principalmente, através da busca ativa, conforme explica a subcoordenadora de Hanseníase de Goiás, Edna Magalhães. 

“A nossa situação em Goiás vem, ao longo dos últimos anos, apresentando uma redução gradativa do número de casos novos, só que ainda em patamares elevados. Então, a gente tem uma detecção alta ainda. Mas isso é bom para nós que somos um estado endêmico, já que a gente precisa descobrir os casos, tratar e curar e, assim, controlar e eliminar a doença. O que a gente informa à população é que qualquer pessoa que apresentar uma mancha na pele de cor e alteração de sensibilidade ou comprometimento dos nervos, dos braços, das mãos e dos pés, que procure uma Unidade Básica de Saúde porque pode ser hanseníase”.

LOC.: O alerta da gestora é importante, uma vez que a doença pode gerar incapacidades físicas, como a deformação de membros, caso seja tratada tardiamente. Por isso, a observação ao aparecimento de manchas indolores é um dos caminhos para identificar a infecção ainda na fase inicial. O tratamento é feito através de medicação via oral e dura de seis a 12 meses, dependendo do tipo da hanseníase diagnosticada no paciente. A coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, lembra que o tratamento é eficaz e leva à cura.

“Logo na primeira dose que ela (pessoa) começa a tomar, logo no primeiro mês de tratamento, já perde essa capacidade de transmissão. Então, o ideal é que o mais rápido possível seja feito o diagnóstico e o tratamento, porque, reforçando, ela perde totalmente a possibilidade de transmitir. A transmissão só acontece antes do tratamento”.

LOC.: Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase.