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GOIÁS: Número de casos de dengue cresce 48,48% no estado

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Goiás registrou quase 120 mil notificações de casos de dengue, em 2019. A incidência da doença, em grupos de 100 mil habitantes, é de quase 1.700 casos. O número é considerado alto pelo Ministério da Saúde. 

No ano passado, a região metropolitana de Goiânia e o entorno do Distrito Federal, concentraram os maiores índices de suspeitas de contaminação das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. 

Em 2020, e com a chegada do período chuvoso, a população do estado precisa ficar mais atenta aos cuidados de prevenção e combate a proliferação do mosquito transmissor.   

A Gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás, Edna Maria Covem, explica que o estado desenvolve ações de combate em metade dos municípios considerados prioritários, com apoio de 18 secretarias regionais. Trabalho que prossegue este ano de forma intensificada. 

“São ações de mobilização da população para fazer a limpeza da cidade, porque isso contribui para a redução dos focos do mosquito. Nós estamos capacitando as equipes de fiscalização da vigilância sanitária dos municípios para que os imóveis abandonados, os fechados e aqueles que colocam em risco a saúde dos vizinhos sejam fiscalizados. A Vigilância Sanitária aplicará as penalidades de notificação, de multa, e isso vai partir da ativa do município do estado”.

A região do Entorno Sul do DF, que conta com os municípios de Luziânia, Cidade Ocidental e Valparaíso de Goiás, esteve em situação de alerta, em 2019, com um Índice de Infestação Predial de 3,9%, muito próximo do limite de risco considerado pelo Ministério da Saúde, ou seja, de 4%. 

A moradora do Valparaíso de Goiás, Maria Geralda, de 56 anos, foi vítima de dengue. Ela sentiu dores no corpo, na cabeça, nos dentes e nos olhos, febre, fraqueza e coceira no corpo. 

“A dengue não está especificada em local. Eu posso ter pego no meu trabalho, eu posso ter pego na rua, eu posso ter pego em qualquer lugar. Não dá para especificar, não dá para definir onde foi que eu peguei. Porque todo lugar que você anda, você encontra focos da dengue, você não sabe aonde, na rua. Eu moro em apartamento, não tenho planta, não foi na minha casa, então eu peguei na rua”.

Com o início do período chuvoso, os casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti tendem a aumentar. As condições de saneamento também contribuem para piorar a situação. Esgoto a céu aberto, focos de lixo urbano e imóveis baldios contribuem para o aumento da infestação. Os municípios precisam estar atentos a isso.

Um imóvel com um grande criadouro pode adoecer toda a vizinhança da quadra em que se encontra. Diante disso, a própria população pode fiscalizar a situação de limpeza de sua rua. As pessoas podem denunciar esses imóveis à Vigilância Sanitária municipal, regional ou estadual no telefone (62) 3201-6062. A denúncia pode ser anônima.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Agência do Rádio



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LOC.: Goiás registrou quase 120 mil notificações de casos de dengue, em 2019. A incidência da doença, em grupos de 100 mil habitantes, é de quase 1.700 casos. O número é considerado alto pelo Ministério da Saúde. 

No ano passado, a região metropolitana de Goiânia e o entorno do Distrito Federal, concentraram os maiores índices de suspeitas de contaminação das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. 

Em 2020, e com a chegada do período chuvoso, a população do estado precisa ficar mais atenta aos cuidados de prevenção e combate a proliferação do mosquito transmissor.   

A Gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás, Edna Maria Covem, explica que o estado desenvolve ações de combate em metade dos municípios considerados prioritários, com apoio de 18 secretarias regionais. Trabalho que prossegue este ano de forma intensificada. 

TEC./SONORA: Edna Maria Covem, gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás.

“São ações de mobilização da população para fazer a limpeza da cidade, porque isso contribui para a redução dos focos do mosquito. Nós estamos capacitando as equipes de fiscalização da vigilância sanitária dos municípios para que os imóveis abandonados, os fechados e aqueles que colocam em risco a saúde dos vizinhos sejam fiscalizados. A Vigilância Sanitária aplicará as penalidades de notificação, de multa, e isso vai partir da ativa do município do estado”.
 

LOC.: A região do Entorno Sul do DF, que conta com os municípios de Luziânia, Cidade Ocidental e Valparaíso de Goiás, esteve em situação de alerta, em 2019, com um Índice de Infestação Predial de 3,9%, muito próximo do limite de risco considerado pelo Ministério da Saúde, ou seja, de 4%. 

A moradora do Valparaíso de Goiás, Maria Geralda, de 56 anos, foi vítima de dengue. Ela sentiu dores no corpo, na cabeça, nos dentes e nos olhos, febre, fraqueza e coceira no corpo. 
 

TEC./SONORA: Maria Geralda, segurança de hospital.

“A dengue não está especificada em local. Eu posso ter pego no meu trabalho, eu posso ter pego na rua, eu posso ter pego em qualquer lugar. Não dá para especificar, não dá para definir onde foi que eu peguei. Porque todo lugar que você anda, você encontra focos da dengue, você não sabe aonde, na rua. Eu moro em apartamento, não tenho planta, não foi na minha casa, então eu peguei na rua”.

LOC.: Com o início do período chuvoso, os casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti tendem a aumentar. As condições de saneamento também contribuem para piorar a situação. Esgoto a céu aberto, focos de lixo urbano e imóveis baldios contribuem para o aumento da infestação. Os municípios precisam estar atentos a isso.

Um imóvel com um grande criadouro pode adoecer toda a vizinhança da quadra em que se encontra. Diante disso, a própria população pode fiscalizar a situação de limpeza de sua rua. As pessoas podem denunciar esses imóveis à Vigilância Sanitária municipal, regional ou estadual no telefone (62) 3201-6062. A denúncia pode ser anônima.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.